São Luís Shopping anuncia programação dos festejos juninos

Atrações se apresentam a partir desta sexta-feira, 9 de junho, na Praça de Alimentação do piso 2, às 19h, com o Boi de Axixá. Já em clima de festa, o São Luís Shopping dá a largada na sua temporada junina 2023 com uma programação recheada de atrações na Praça de Alimentação do piso 2 a partir desta sexta-feira, 9 de junho, com as apresentações do Boi de Axixá, às 19h, e Boi Barrica, às 20h. A festança foi anunciada na manhã de ontem,6, durante evento que reuniu dezenas de funcionários de lojas do shopping no Cinépolis. Na ocasião, ocorreu a palestra “Conexão Política em Vendas – Ciência da Felicidade”, com Sandra Teschner, empresária, Publisher da Profashional Editora, CHO (Chief Happiness Officer), engajada social passional, palestrante de temas como autoestima, vestibilidade e felicidade. Para a festa junina, o shopping criou um clima de São João na Praça de Alimentação com conforto e segurança para receber o público e as atrações. Conforme a programação, no 10/06 se apresentam Marajunino (19h) e Boi Encanto da Ilha (20h). A animação prossegue no dia 16/06 com o Boi Brilho da Ilha (19) e o Boi de Santa Fé (20h). E tem mais: 17/06 – Boi de Morros (19h) e Boi Meu Tamarineiro (20h). A festança continua nos dias 23/06 com as apresentações da Cia Encantar (19h) e Encanto Olho D’Água (20h); e no dia 24/06 – Boi Brilho da Terra (19h) e Boi da Lua (20h). Para fechar a temporada, no dia 29 de junho as atrações são: Boi Brilho da Ilha (19h) e Boi de Axixá (20h). “A nossa programação conta com diversas atrações representativas dos festejos juninos da capital maranhense para atender todos os públicos. Tudo isso vai ocorrer em um ambiente temático lindo na Praça de Alimentação do piso 2”, afirmou Igor Quartin, gerente de Marketing do São Luís. Fonte: https://www.blogsoestado.com/danielmatos/2023/06/06/sao-luis-shopping-anuncia-programacao-dos-festejos-juninos/
Afinal, o que é a ciência da felicidade?

Por Sandra Teschner A felicidade é sempre encontrada no lado positivo de qualquer conceito. Ser feliz é um estilo de vida, uma decisão que tomamos. A manutenção deste estado de ser (e nunca de ter) se dá através de ações intencionais que escolhemos realizá-las no nosso dia a dia. O que temos é o agora, e é nele que temos de nos conectar e viver da melhor maneira que conseguirmos. Quem é você neste novo cenário? Quais mudanças você está apto a fazer, agora que o mundo apertou botão do pause, nos deixando confinados com a mobilidade reduzida? Tudo o que você e eu controlamos são nossas atitudes. Em nosso mundo, antes de sermos conscientes, já começamos a receber a informação de que felicidade é algo que vem de fora, uma joia a ser entregue a nós, por sorte ou merecimento, uma estrela com a qual nascemos ou na qual iremos tropeçar como por acaso ou obra divina. Certo? Errado! A felicidade não está em lugar nenhum, é uma construção. A ciência entende hoje que a FELICIDADE depende bem menos das circunstâncias do que acreditamos! Por exemplo, a ciência prova que 40% da nossa felicidade depende das escolhas que fazemos e são passíveis de ser aprendidas. Ainda que fatores pessoais, sociais e culturais interfiram no resultado genérico de pesquisas, algumas delas são unânimes nas mais diversas partes do mundo. Já 50% da nossa felicidade é definida por fatores genéticos e 10% determinada pelas circunstâncias. Por isso, é possível afirmar que a felicidade pode ser aprendida. Quer aprender a ser feliz? Os cursos e palestras desenvolvidos por mim, Sandra Teschner, através do Instituto Happiness do Brasil são elaborados e pensados para ensinar ciência da felicidade e mudar perspectivas pessoais e de empresas também. Acesse: www.institutohappinessdobrasil.com.br
Sandra Teschner encerra capacitação dos lojistas com bate-papo sobre Ciência da Felicidade no Shopping ABC

Em parceria com o Grupo AD Shopping, treinamento aborda temas como inteligência socioemocional, felicidade no trabalho e comunicação consciente O Shopping ABC, em parceria com o Grupo AD Shopping, realiza, no dia 25 de outubro, às 10h, o último módulo do programa de treinamento e capacitação voltado para as lideranças das lojas. Nesse encontro, o tema abordado é Ciência da Felicidade, ministrado por Sandra Teschner, especialista no assunto e fundadora do Instituto Happiness do Brasil, que trabalha importantes temas como inteligência socioemocional, felicidade no trabalho e comunicação consciente. Uma continuação do primeiro encontro com Sandra no treinamento – realizado em agosto -, a especialista conta que dessa vez o destaque da capacitação será na inteligência socioemocional. “Como podemos reconhecer as próprias emoções e usá-las quando lidamos com outras pessoas? Vamos conversar muito sobre autoconhecimento e como usar técnicas para melhorar no relacionamento com as pessoas e compreender por qual motivo as pessoas agem da forma que agem”, comenta Teschner. O programa de treinamento e capacitação é realizado exclusivamente para proprietários, gerentes e supervisores das lojas do centro de compras. “Foram dois encontros com temas atuais e muito relevantes para a rotina de cada um, inclusive este terceiro e último bate-papo. A ideia foi justamente trazer assuntos que todos possam levar para cada loja e apresentar também aos seus funcionários”, destaca a gerente de marketing do Shopping ABC, Flavia Tegão. Os treinamentos tiveram início em agosto deste ano e todos os módulos foram realizados em uma das salas de cinema do empreendimento, inclusive este último. As lojas participantes ainda concorrem a vales-compra e participam de um café da manhã exclusivo. ServiçoTerceiro módulo do Programa de Treinamento e Capacitação para LojistasData: 25 de outubroHorário: 10hLocal: Sala 1 do cinema PlayArtePúblico: somente para lideranças de lojas.Não aberto ao público geral Shopping ABC Endereço:Av. Pereira Barreto, 42, Vila Gilda – Santo André – SP Telefone e WhatsApp: (11) 3437-7222 e (11) 95691-0070 Estacionamento visitantes: Carros 11 reais até 3 horas + 2 reais por hora adicional ou fração Sobre o Shopping ABC O Shopping ABC foi inaugurado há 26 anos no local do antigo Mappin ABC, no coração da cidade de Santo André. O empreendimento tem mais de 48 mil m² de Área Bruta Locável (ABL), mais de 265 operações, sendo 17 lojas âncoras e semi-âncoras, 6 megalojas, 33 operações de conveniência e serviço, academia, cinema e alameda gastronômica com destaques de restaurantes como Calle 54, Jangada, Jeronimo, Paris 6 Petit, Pecorino, Outback, Saj e Super Grill Express, entre outros, e mais de 2 mil vagas de estacionamento. O shopping também conta com a certificação internacional I-REC que reconhece que 100% da energia consumida pelo empreendimento são provenientes de fontes renováveis. Sobre o Grupo AD Shopping A AD Shopping, maior administradora independente de shopping centers do País, está presente em todas as regiões brasileiras. Seu portfólio é composto por 42 empreendimentos de diversos formatos, localizados tanto nas capitais quanto no interior. São mais de 30 anos de experiência em desenvolvimento, planejamento, comercialização e gestão de shopping centers. O Grupo AD lançou, em 2021, a AlugueON, plataforma digital de locação de lojas e merchandising, que facilita a prospecção dos locatários na obtenção do ponto comercial em sua estratégia de expansão comercial, seja em lojas, seja em quiosques ou mídia no mall. Visite: www.adshopping.com.br, www.admall.com.br e www.alugueon.com.br.
INSTITUTO HAPPINESS DO BRASIL PROMOVE O CURSO DE GESTÃO DA FELICIDADE PARA OS PROFISSIONAIS QUE DESEJAM TER SUCESSO EM SEUS NEGÓCIOS

Mais de 500 mil vidas já foram impactadas pela CIÊNCIA DA FELICIDADE. No próximo dia 10 de agosto, começa o curso de formação de Felicitadores idealizado pelo Instituto Happiness do Brasil, fundado por Sandra Teschner. O profissional interessado irá aprender a Ciência da Felicidade, suas ferramentas e benefícios para vida pessoal e profissional. O Instituto Happiness tem seu trabalho fundamentado nos pilares da Ciência da Felicidade aliada as experiências de vida. A organização promove ações, eventos, treinamentos, além de apoiar causas sociais de impacto direto na Felicidade Intencional, gerando agentes multiplicadores desse movimento positivo. Com projetos que envolvem também a formação de “FELICITADORES”, o Instituto Happiness trabalha diretamente com empresas e empresários que buscam o entendimento do sucesso alinhado a felicidade.Vale destacar que o Instituto está cada vez mais interessado na promoção do bem-estar subjetivo, qualidade de vida e felicidade e atua como centro de pesquisa neste campo, oferecendo ferramentas práticas para o aumento de felicidade nos níveis individual, interpessoal, organizacional e nacional. Ser feliz pode ampliar os rendimentos Salários variam de R$ 15 mil a R$ 40 mil reais mensaisSer feliz dá lucroDe acordo com uma pesquisa feita pela “Harvard Business Review”, colaboradores felizes são 31% mais produtivos, 85% mais eficientes e 300% mais inovadores. Para as empresas, este impacto resulta, ainda, em 55% menos demissões e uma probabilidade 125% menor de casos de burnout. Dinâmica do curso para Felicitadores Serão 10 encontros, sempre as quartas-feiras das 19h às 21horas. O inicio será no próximo dia 10/08. As vagas são limitadasVale destacar que as mentoras dos grupos interessados são Fabiola Prado (especializada em Coach de Negócios e de Relacionamentos), Maria Albuquerque (formada em Coach pelo IBC, analista comportamental e especialista em comportamento humano) e Sandra Teschner (fundadora do Instituto de Happiness do Brasil, centro de estudos e projetos de Felicidade Intencional).Serviço: Mais informações acesse o link: https://www.felicitadores.treinamentosdesenvolvida.com.br/ ou encaminhe um email para contato@desenvolvidabr.com.br Fonte: https://www.partnersales.com.br/noticia/instituto-happiness-do-brasil-promove-o-curso-de-gestao-da-felicidade-para-os-profissionais-que-desejam-ter-sucesso-em-seus-negocios
SANDRA TESCHNER RECEBE O TÍTULO DE “EMPREENDEDOR SOCIAL” PELA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DE SP

Agora é oficial: a Chief Happiness Officer Sandra Teschner foi homenageada “empreendedora social”, diplomada pelos relevantes e singulares serviços prestados ao Estado. O título foi concedido pela Academia de Ciências Letras e Artes de São Paulo e a Assembleia Legislativa de São Paulo . A honra foi pela passagem do aniversário da cidade , mas o diploma só pode ser entregue agora, devido a pandemia. “Há uma época da vida que o legado do nosso trabalho multiplica as honrarias. E elas são importantes sim, pois dão visibilidade às causas, trazem reconhecimento a nosso diferencial e ajudam em representatividade adiante. Minha gratidão é vasta e particularmente me sinto diariamente encorajada a propagar felicidade, agindo pelas razões certas.” – Sandra
1 milhão de felizes é a meta da empreendedora social, especialista em felicidade Sandra Teschner.

Seguindo seu propósito o experiencial, o ABC da Felicidade já é um sucesso de público presencial e on-line. O evento em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, acontece até o dia 20, Dia Internacional da Felicidade, com diversas atividades, experimentações, reflexões, exposições, talks e workshops com temas voltados para o bem-estar e para a mulher. “A ação é um tripé que reúne corpo, mente e espírito, e hoje sabemos cientificamente que 50% da capacidade de ser feliz de um indivíduo é genética, 10% é o meio em que ele vive e 40% é passível de aprendizado”, explica a criadora do projeto, a publisher e chief happiness officer certificada pela Universidade da Flórida, Sandra Teschner. Para ela, pequenas mudanças de comportamento podem trazer redução do estresse e ansiedade, melhorar a concentração, aumento da autoestima, da produtividade, entre outros benefícios. Durante os dias de evento, o público pode encontrar oficinas de diversos temas, como confecção de flores com tecido, sabonetes e velas, além de jardinagem em pequenos vasos com recipientes reciclados. As atividades de bem-estar trazem uma programação de curtas experiências de yoga, alongamento, meditação, entre outros. O que sustentabilidade tem a ver com felicidade? Desde 2012, o dia 20 de março ficou conhecido comoO dia internacional da felicidade, numa resolução da assembleia da Organização das Nações Unidas , a ONU, que orienta, desde então, organizações e poderes públicos a promoverem ações em torno da conscientização do tema em todo o mundo. Ser feliz passou a ser oficialmente “um objetivo humano fundamental” que deve, portanto, balizar a vida de todos em sociedade, promovendo o desenvolvimento sustentável da humanidade. O que isso significa: Pode parecer utópico, mas é na verdade muito simples, se cada um de nós fizer a sua parte. Transformar nossos hábitos, para transformar o resultado de nossos atos. A SUSTENTABILIDADE é a capacidade de suprir as necessidades atuais, sem prejudicar as gerações futuras. O tripé do desenvolvimento sustentável é: Esses pilares do desenvolvimento sustentável se subdividem: • bem-estar psicológico;• saúde;• uso do tempo;• educação;• vitalidade comunitária;• cultura;• governança;• meio ambiente;• padrão de vida. Segundo a ciência, a felicidade é uma condição interna, que só existe porém em coletividade. A Assembleia geral das Nações Unidas ( a ONU) em sua resolução de julho de 2012c encoraja organizações e políticas públicas a promoverem ações de educação e entendimento sobre o impacto da Felicidade no desenvolvimento sustentável da humanidade.
Saiba o que é e como se livrar de um pensamento infectado!
Autores mostram que a imposição de ideias contamina desde os modelos educacionais arcaicos até às mais recentes estratégias digitais Controlar a narrativa não transforma a verdade pessoal do narrador em fatos; trata-se meramente de uma percepção individual ou mesmo de um enredo construído intencionalmente para se tornar palatável a um grupo de pessoas. Este grupo, por sua vez, faz a mensagem ressoar, aceitando a narrativa de alguém como um conceito universal, não passível de discordância, pois carrega, supostamente, o peso da verdade absoluta. A relação de ideias passa, então, a fazer às vezes de evidências científicas e o pensamento, subjugado à cartilha de seus autores, proporciona um grande estrago ao diálogo, além de gerar infelicidade. Nenhuma novidade que um mínimo de observação da comunicação contemporânea já não tenha comprovado. Não é de hoje que filósofos tentam jogar luz nas trevas das diferenças. Segundo Immanuel Kant, pensar é uma atividade autônoma, e que requer coragem para exercê-la. Em sua “Crítica à faculdade de julgar”, Kant pontuou: “Queremos submeter o objeto aos nossos próprios olhos, como se nossa satisfação dependesse dessa sensação. E se chamarmos, então, o objeto de belo, acreditamos ter uma voz universal e reivindicamos a concordância de todos”. O filósofo alemão Anders Indset introduz seu livro “O pensamento Infectado” (ainda sem tradução em português) com a seguinte máxima: “O absolutismo nos impede até mesmo de imaginar um mundo justo para nossos netos”. Numa crítica que vai dos modelos educacionais arcaicos às redes sociais, Indset apela para que assumamos a responsabilidade pelas próximas gerações e possamos recuperar a empatia, a compreensão e a responsabilidade uns pelos outros. Defende uma nova forma de pensar que se distancia do óbvio, questiona nossas atitudes básicas que não apenas permitem mudanças, mas as acolhem: “Temos que nos abrir ao outro, aos paradoxos e simultaneidades – para reconhecer as forças efetivas em tempo hábil e agir em conformidade – antes que a sociedade seja abalada por novas catástrofes” (livre tradução do alemão). Já o psicólogo organizacional e professor da renomada Wharton School, Adam Grant, traz a arte de repensar em seu livro “Pense de Novo”, recém-lançado no Brasil, um questionamento sobre nossas próprias opiniões. Grant afirma que a inteligência é geralmente vista como a capacidade de pensar e aprender, mas, em um mundo em rápida mutação, há outro conjunto de habilidades cognitivas que podem ser mais importantes: a capacidade de repensar e desaprender. O autor explica ainda que a maior parte das pessoas prefere o conforto da convicção, ao desconforto da dúvida e veem o desacordo como uma ameaça.“Em geral só damos ouvidos às opiniões que confirmam as nossas” e sugere como antígeno: abraçar a alegria de estar errado; trazer novas nuances para conversas difíceis; mostrar com clareza e bom humor que é possível manter a mente aberta, sem perder o poder de convencimento, nem a autoconfiança. Comunicação empática como antídoto ao pensamento infectado Comunicar assertivamente não é só sobre forma, técnica, mas aceitação de diferenças e requer conhecimento. A menos que possamos explicar o conteúdo a outros, nada “sabemos”, e, ao ensinarmos, chegamos ao ápice do nosso próprio aprendizado. O psiquiatra americano William Glasser mostrou que 95% de efetividade do nosso aprendizado acontece quando explicamos, resumimos, estruturamos ou elaboramos o conceito para outras pessoas. Segundo o escritor Shannon Terrell, quando nos sentimos compreendidos, sentimo-nos mais capacitados para falar. A comunicação reduz também os ruídos do chamado diálogo interno, aquela voz em nossa mente responsável por sabotar nosso bem-estar. Muito difundida também é a técnica conhecida como comunicação não violenta, ou CNV, criada pelo psicólogo Marshall Rosenberg. A metodologia visa construir relacionamentos e resolver conflitos, através de um treinamento muito simples, porém contínuo: Esteja atento a seus julgamentos – Tente observar o que você está dizendo a si mesmo, sobre o porquê de alguém estar fazendo algo; Identifique os fatos – Desfaça quaisquer julgamentos. Tente descrever a situação do jeito que uma pessoa fora do contexto faria; Nomeie seus sentimentos – Descreva como você está se sentindo; Identifique e declare as necessidades básicas que levam a esses sentimentos; Faça seu pedido – O que a outra pessoa poderia claramente fazer para atender suas necessidades? E não esqueça: O outro pode não estar disposto a atender ao seu pedido, contudo comunicar ainda é um ponto de partida para iniciar a conversação. A Felicidade tem raízes nas nossas necessidades e valores; somos responsáveis pelos nossos próprios sentimentos. Outras pessoas podem ter influência em nossas escolhas, mas a decisão de como reagiremos é nossa. De acordo com Sandro Formica, Professor de Ciência da Felicidade, na Florida International University, nas organizações, por exemplo, constroem-se imagens inimigas de colegas que poderiam facilmente ser evitadas através da eliminação de filtros cerebrais negativos e criando mais conexões. Formica sugere o uso de qualquer forma de comunicação empática, que envolva necessidades e valores de todos, de emissores a receptores. O resultado disso é a redução de conflitos, o aumento de comprometimento organizacional e a promoção de sentimento de pertencimento. Narrativas não são fatos, assim como o pensamento não é só uma relação de ideias. Discordar agrega valor a todas as partes, mas há que se comunicar de forma empática, sabemos o que não sabemos. Repensar e Desaprender são habilidades cognitivas de ponta. É ensinando que aprendemos e só sabemos quando conseguimos explicar. Comunicação não violenta desarma. Sandra Teschner é chief happiness officer, certificada pela Florida International University e fundadora do Instituto Happiness do Brasil, centro de estudos e projetos de Felicidade Intencional. Também é escritora, palestrante e engajada social. Fonte: https://trendschk.com.br/comportamento/saiba-o-que-e-e-como-se-livrar-de-um-pensamento-infectado
Empresária Sandra Teschner e o influenciador Helinho Calfat armam 3ª edição do “Bazar da Casa Tegra”
Nos dias 10, 11 e 12 de dezembro, acontece a 3ª edição do “Bazar da Casa Tegra“, com peças de vestuário doadas por artistas e personalidades brasileiras. O evento beneficente acontece das 11h às 18h, na Casa Tegra. Toda a renda será revertida para os beneficiados assistidos pelo trabalho social de Sandra Teschner, como as jovens multiplamente amputadas que estarão presentes no evento é a ONG Jardim das Borboletas (epidermólise bolhosa). Casa Tegra Rua Oscar Freire, 1009 – São Paulo Fonte: https://lifestylebrazil.com.br/empresaria-sandra-teschner-e-o-influenciador-helinho-calfat-armam-3a-edicao-do-bazar-da-casa-tegra/
Compaixão gera Autossatisfação
Compaixão transforma a compreensão da dor alheia em resultado positivo para todos os envolvidos, iniciando por nós mesmos, e, diferente da empatia, promove ação. A felicidade é a base para a construção de “tempos melhores”. O sucesso futuro é uma consequência do bem-estar subjetivo do presente, é o que mostra um estudo consagrado de 200 casos que somaram mais de 275 mil participantes, realizado pela professora Sonja Lyubomirsky, da Universidade da Califórnia em Riverside, Ed Diener, da Universidade de Illinois, e Laura King, da Universidade do Missouri. Os cientistas concluíram que pessoas felizes apresentam mais chances de ter ótimas relações de amizade, excelentes relacionamentos conjugais, alcançarem salários maiores, performarem melhor no trabalho, mais criatividade, mais saúde, otimismo, energia, altruísmo do que aquelas “menos felizes”. A metanálise traduziu ainda dados relevantes para ambientes corporativos, colaboradores felizes são, em média: 31% mais produtivos, vendem 37% a mais e são três vezes mais criativos. O comportamento compassivo é uma fonte geradora de felicidade exponencial. Alguns cientistas se referem a essa experiência como sendo um efeito dual da felicidade: por um lado, ser feliz é a causa, e, por outro, é o objetivo principal da vida de todo ser humano, (ONU, 03/2021). Compaixão vai além da empatia. A compaixão seria uma resposta emocional à empatia com resultados concretos. Enquanto a compaixão nos leva à ação, a empatia cria laços de identificação nem sempre favoráveis, que precisam ser bem identificados para evitar emoções negativas. Já a compaixão é a “bondade enraizada na apreciação de outros seres humanos como pessoas reais, que também sofrem, independentemente de nossas afinidades e semelhanças” é o que mostrou o professor de psicologia C. Daniel Batson. No estudo, participantes que se colocam literalmente no lugar do outro, tendem a sentir angústia e acabam não prestando a devida ajuda ao outro. Agir de forma compassiva é uma resposta mais objetiva, que gera uma ação apropriada, que transcende a emoção pessoal. O ato de ajudarmos ao outro gera sentimentos positivos para nós mesmos, para quem é alvo de nossa ajuda e para quem testemunha essa ajuda. Segundo pesquisadores da Universidade Estadual de Oregon, quando vemos alguém ajudar o outro (ou alguém) o nosso sistema nervoso simpático entra em ação, e ainda que provoque certo desconforto de início, no momento seguinte nosso sistema nervoso parassimpático é ativado, aliviando esse sentimento e nos proporcionando prazer ao observar a dor amenizada. É preciso desconstruir antigas máximas: compaixão é ingrediente indispensável para a satisfação pessoal duradoura, além de criar um ambiente positivo, produtivo, e não por acaso, feliz. Sandra Teschner é pós-graduada em Neuropsicologia e Chief Happiness Officer. Fundadora do Instituto Happiness do Brasil, centro de estudos e projetos de Felicidade Intencional. É palestrante internacional, autora e empreendedora social. Fonte: https://theworldnews.net/br-news/compaixao-gera-autossatisfacao
Construindo empresas felizes e, consequentemente, prósperas
Sandra Teschner (*) O comportamento da pessoa feliz afeta todos à sua volta. O economista britânico Richard Layard, coautor do World Happiness Report, escreve em seu livro “Can we be Happier?” (2020, ainda sem tradução para o português): “Existem muitas coisas na vida importantes para nós – incluindo saúde, liberdade, autonomia e realização. Mas se perguntamos por que eles são importantes, geralmente podemos dar outra resposta – por exemplo, porque eles fazem as pessoas se sentirem melhor”. A felicidade de todos conta igualmente, incluindo a das próximas gerações, que serão diretamente impactadas com as escolhas que faremos agora. Logo, o nosso foco deve se deslocar para aumentar o bem-estar em nossas vidas pessoais, lares, escolas, locais de trabalho e comunidades. Se concordarmos com essas afirmações, estaremos na direção de construir organizações mais felizes e, consequentemente, mais prósperas. A dualidade aqui permite uma inversão dos fatores, já que prosperidade e abundância estão diretamente conectadas com a felicidade, conforme Sonja Lyubomirsky, em “A Ciência da Felicidade” (2007). “O negócio do negócio é o negócio” é uma frase célebre do economista Milton Friedman em um artigo para o New York Times em 1970. Seu argumento era o de que o papel da liderança é maximizar os resultados, custe o que custar, e que qualquer esforço fora dessa perspectiva deveria ser punido. Esse tipo de pensamento, que ainda prevalece, é responsável por ações prejudiciais dentro e fora das organizações, gerando impacto negativo para o meio ambiente, a saúde e o bem-estar dos colaboradores e consumidores. Seguindo a lógica da Ciência da Felicidade, é um fator gerador de infelicidade. Assim pontua Alexander Kjerulf em seu livro “Leading With Happiness” (2017): pense por um segundo em como seria viver em um mundo onde os líderes empresariais colocassem a felicidade em primeiro lugar. Imagine que os negócios se tornariam uma força geral para o bem, maximizando não apenas os lucros, mas também a vida das pessoas”. Ainda, segundo Kjerulf, “Esses líderes criam organizações sustentáveis – não apenas ambientalmente, mas também econômica, social e psicologicamente. A vida de seus funcionários é melhor e mais feliz por trabalharem lá. A vida dos clientes é melhorada pelos serviços ou produtos da empresa. E o mundo é, de certa forma, um lugar melhor porque a empresa existe”. E não ignore o primeiro beneficiado: esses líderes estão mais felizes porque sabem que sua liderança está tornando as coisas melhores, não piores. Finalmente, líderes felizes criam melhores resultados para suas organizações, porque a felicidade tem uma longa lista de efeitos positivos nos resultados financeiros. Um dos mais influentes dinamarqueses do século XX, Knud Ejler Løgstrup, foi professor de ética e filosofia da religião na Universidade de Aarhus. Ele defendia que nós afetamos todas as pessoas com as quais interagimos e temos a responsabilidade de cuidar bem delas, impactando-as positivamente, assim a felicidade assume um papel definitivo no sentido da vida. Por que devemos ser gentis com nossos semelhantes independentemente de condições, circunstâncias, gênero e raça? Porque isso as deixa felizes e, por consequência, nos torna mais felizes. Essa lógica pode ser aplicada nas mais diversas áreas da vida. Vale ressaltar que, no World Happiness Report, a Dinamarca é sempre um forte concorrente a encabeçar a lista, e o estilo de vida do dinamarquês, o chamado Hygge (ligado ao conforto e ao afeto) está entre os mais copiados do mundo. Segundo dados do The Global Gender Gap Report de 2018, a Dinamarca está entre os países que possuem melhores índices, para citar um exemplo, de igualdade de gênero. Empresas felizes desempenham melhor e seus colaboradores são mais produtivos, criativos, comprometidos. Isso é o que mostra a edição 2020 do estudo anual Diversity Matters (diversidade importa), da McKinsey. A pesquisa traz informações sobre como a diversidade étnico-racial, de gênero e de orientação sexual na América Latina e especificamente no Brasil pode afetar os resultados corporativos.Foi realizada com 3.900 colaboradores de 1.300 das maiores empresas do Brasil, do Chile, do Peru, da Argentina, da Colômbia e do Panamá. Entre os dados mais interessantes estão: • Mulheres em posições executivas têm uma probabilidade 26% maior de alcançar resultados financeiros superiores aos executivos de companhias da mesma área.• Diante do cenário de crise (a pesquisa foi realizada durante a pandemia da covid-19), o desenvolvimento de produtos e serviços para diferentes públicos torna-se essencial, e precisa disseminar valores humanos. A inovação torna-se questão de sobrevivência.• A promoção de ambientes de trabalho inclusivos tem se provado efetiva para motivar e estimular a criatividade dos colaboradores. O estudo mostra que colaboradores de empresas que adotam a diversidade relatam níveis muito mais altos de inovação e colaboração do que seus pares de outras empresas. Esses colaboradores têm maior probabilidade de: • 152% – afirmar que podem propor novas ideias e tentar novas formas de fazer as coisas;• 77% – concordar que a organização aplique ideias externas para melhorar sua performance;• 72% – reportar que a organização melhora consistentemente sua forma de fazer as coisas;• 64% – afirmar que colaboram, compartilhando ideias e melhores práticas.• “A correlação entre performance financeira e ambiente diverso pode mudar a visão até dos mais céticos em relação às práticas de inclusão de diferentes grupos”, diz Heloisa Callegaro, sócia da McKinsey. Durante o Fórum Internacional de CEOs em 2020, promovido pelo grupo Gestão RH, Ana Karina Bortoni Dias, ex-sócia da consultoria McKinsey, atualmente CEO do Banco BMG, declarou: “Se os líderes não assumirem práticas que promovam felicidade, pelas razões certas, que seja então pelo impacto porque no resultado, no lucro das empresas”. (*) – É cheif happiness officer, certificada na Florida International University em “Gestão de Felicidade”, membro palestrante do Wohasu World Happiness Summit, criadora do projeto Plantando Happiness, experiencial e interativo com aplicações tangíveis da ciência da felicidade (plantandohappiness.com.br). Fonte: https://jornalempresasenegocios.com.br/manchete-principal/construindo-empresas-felizes-e-consequentemente-prosperas/