O aprendizado constante te direciona à felicidade plena.
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Fundadora do Instituto Happiness do Brasil, Sandra Teschner pontua a polarização das emoções, e a formação para a felicidade como uma das chaves para combater a ansiedade que assola os brasileiros.

Felicidade, às vezes, é só uma questão de equalizar as dores e reduzir o que nos consome a alegria. Gente feliz fica com raiva, triste, ansiosa; mas não fica lá Estamos emocionalmente polarizados, poucos estão bem. Vivemos uma era de super resilientes se contrapondo a ansiosos. De praticantes de mindfulness a nostálgicos profissionais. Transita entre transtornos psicopatológicos, em todo o mundo, uma ciência robusta que oferece saúde física e mental: é possível ser mais feliz com aprendizagem e técnica. Contudo, estamos confusos demais para enxergar a saída: “em tempos difíceis como esses, melhor, não fazer estardalhaço sobre o tema felicidade”. Entenda por quê. Interessante, instigante, mas real. A frase acima é uma constante até mesmo em empresas que contratam treinamento, palestras e consultoria para implantação de programas de felicidade corporativa; na hora de comunicar ao colaborador ou ao cliente preferem usualmente uma nomenclatura menos happy, uma espécie de eufemismo funcional: “melhor mudar o discurso para não parecer que não estamos entendendo o momento de crise mundial. Falar para ser mais feliz numa hora dessas, pode não pegar bem”. Por se tratar de uma abordagem relativamente nova (“Psicologia Positiva”, Martin Seligman, 2004), há ainda muito a ser digerido sobre sua aplicabilidade e a falha na comunicação se dá exatamente pelo amplo desconhecimento do que é a ciência do bem estar, ou como outros autores preferem, provavelmente para se precaverem de serem taxados de felizes, a auto ciência ou a ciência do ser integral. O estudo dos aspectos saudáveis do ser humano é tão relevante quanto os estudos sobre a psicopatologia. Essa foi uma grande contribuição principalmente da neurociência e da psicologia positiva nas últimas duas décadas, “fornecendo outra perspectiva de análise do comportamento humano, ao olhar para o que possuímos de melhor em nós” (Fortes e Ferreira, 2013). Estudar as características positivas da mente humana é potencializar o otimismo, altruísmo, a alegria, autoconfiança, resiliência, autoestima, esperança. Se podemos medir a doença mental e tratá-la, por que não conseguiríamos mensurar e fomentar o cuidado com a saúde mental? E é nessa resposta que essa ciência encontra seu lastro. (Ed Diener, California University, Right Management RH, Shawn Archor). Sou insistente. Não só no Instituto Happiness do Brasil, do qual sou fundadora, chama-se Ciência da Felicidade mesmo, como o programa de certificação profissional se chama “Formação de Felicitadores” (Happiness Manager na certificação americana), um estudo de caso defendido por mim para a Must University Florida, que se baseia na premissa que toda pessoa feliz “intencional”, ou seja, aquela que aprendeu a ser mais feliz, está apta a fazer outros mais felizes, conseguindo replicar o conhecimento e a prática adquiridas. É como colocar em cadência os cérebros pensante e o emocional, termos cunhados pelo professor Daniel Goleman. O intangível contágio dos bem-amados e bem-humorados encontra estudos científicos trazendo práticas e conhecimentos capazes de transformar o comportamento humano e nos afastar dos males mentais que assolam a saúde do indivíduo, por conseguinte, toda a estrutura produtiva e positiva da sociedade. Felicidade não é positividade tóxica! Vivemos uma transição. A pandemia mexeu com estruturas mentais já bastante fragilizadas antes dela. Ansiedade já é a terceira maior causa de absenteísmo nas organizações e nós ganhamos a cereja do bolo: vivemos, desde o ano de 2017, no País mais ansioso do planeta, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde. Assim como a boa forma física eleva a capacidade de viver de forma mais autônoma e disposta, o treino da “musculatura mental” nos capacita a desfrutar dos mesmos atributos. Do aprendizado ao lidar com as emoções às reações que aprendemos a escolher e a formar sentimentos com menor probabilidade de vivenciar ou causar danos. Nas organizações o alinhamento de valores e necessidades dos colaboradores, aos objetivos da empresa, devem dar a tônica da relação. Segurança mental e promoção de ambientes positivos impactam no lucro das empresas, enquanto desalinhamento entre discurso e práticas pressionam bons profissionais a resignar, um borbulho latente nesse caldeirão ansioso, estressado e carente de elementos que promovam regeneração. Assumir ações para promover positividade (não confundir com positividade tóxica, que é a versão fake do otimismo genuíno, baseado em esforço e aprendizado) nada mais é do que decifrar os códigos que promovem o bem-estar subjetivo, acionando auto responsabilidade, colocando ordem no ambiente interno, antes de elevar o dialogo à outra parte envolvida. Algo como arrumar a casa, antes de querer mudar o planeta, ou como explica o professor e psicólogo clínico Jordan Peterson no best-seller ’12 Regras Para a Vida’, “Você quer fazer do mundo um lugar melhor? Comece arrumando seu quarto!”, simples e funcional. Grande parte das pessoas que se manifesta por um mundo sustentável, ainda não separa o lixo em casa. Nas centenas de palestras que dou a públicos ecléticos, esta constatação faz parte do clássico momento coletivo mea-culpa. O improvável ficou mais provável do que costumava ser A probabilidade de algo improvável acontecer é uma das heranças da pandemia e um fator estressor de ansiedade. Incertezas e saídas de planos são quebras de sistemas. Por outro lado, a antifragilidade, teoria disruptiva inclusive para o mercado de capitais, de Nassim Taleb, encontra paralelos na psicologia positiva. Segundo Taleb as incertezas são excelentes momentos para prosperar, assim como o crescimento pela dor que algumas pessoas vivenciam, após sofrerem grandes perdas. O antifrágil não é um fenômeno de resiliência onde o corpo pressionado volta a posição inicial, mas que prospera, cresce sob pressão, algo como uma resiliência 2.0, treinável. O professor Tal Ben Shahar, que criou o curso mais popular de Harvard, diz: “O papel da ciência da felicidade é nos ensinar quais condições podemos colocar em prática para aumentar a probabilidade de crescimento a partir das dificuldades”. A ansiedade é útil, apesar de desconfortável, estimulando o indivíduo a entrar em ação, porém, em excesso, faz exatamente o oposto, congelando reações e transformando um estado em situação permanente, ultrapassando o efeito da funcionalidade. Quase ninguém está realmente bem, é como se todos dançassem fora do compasso e alguns não fossem mais
LIDERADO POR SANDRA TESCHNER, TREINAMENTO PARA LOJISTAS COM FOCO EM CIÊNCIA DA FELICIDADE CHEGA A 26 SHOPPING DO BRASIL

O treinamento para lojistas, que acontece entre agosto e outubro de 2022, com foco em inteligência emocional e social, é uma parceria do Instituto Happiness do Brasil com a AD SHOPPING. Liderado pela Chief Happiness Officer Sandra Teschner e fundadora do Instituto, o treinamento também contará com a participação de outros membros associados ao Instituto e trará todo conhecimento em Ciência da Felicidade para ser o pilar de bate-papos que tem como objetivo mostrar o impacto da felicidade no trabalho. As pesquisas mais atuais já provam que funcionários felizes são 31% mais produtivos, vendem 37% a mais do que seus pares “não felizes”, e tem 75% de terem mais sucesso através do seu otimismo, além de serem mais bem remunerados no futuro. O objetivo do treinamento para lojistas criado por Sandra Teschner é mostrar que a ciência da felicidade tem um impacto maior no desempenho do trabalho, do que o próprio “engajamento”, considerado há tantas décadas, chave imperativa para o sucesso dos negócios. O que torna a afirmação ainda mais interessante é que a pessoa feliz é consequentemente mais engajada em suas atividades, e, enquanto o fator “engajamento” remete o colaborador à lucratividade para a empresa, sem necessariamente haver um ganho percebido para ele, a Felicidade é um ativo para o indivíduo, em qualquer segmento de sua vida. “A ciência da felicidade prova que pessoas “felizes” são mais produtivas, mais criativas, adoecem menos, são mais resilientes e engajadas. Empresas felizes são mais produtivas, criativas, resilientes e vende melhor. Líderes felizes sãos melhores negociadores, lidam melhor com as adversidades e impactam positivamente as organizações”, Sandra Teschner. Com palestras sobre inteligência sócio-emocional e felicidade no trabalho, o treinamento tem como objetivo: “Eu fico literalmente feliz de ver um grupo a frente de tantos shoppings tomar essa iniciativa de levar esse treinamento para lojistas e colaboradores”, finaliza Sandra Teschner. SOBRE SANDRA TESCHNER Chief Happiness Officer, ela conquistou certificação na FLORIDA INTERNATIONAL UNIVERSITY (FUI) no curso com tema: “Gestão da Felicidade”, focado em mostrar como é importante para qualquer organização ter um Gestor da Ciência da Felicidade e fundou o Instituto Happiness do Brasil, é um dos nomes que inspirou o livro por toda seu estudo e trabalhos envolvendo a relação da Ciência da Felicidade com a saúde das empresas. O projeto experimental Plantando Happiness criado por ela em 2019 atingiu um público de aproximadamente 73 mil pessoas. Madrinha de Jessica, resultado de um relacionamento nascido em rede social. Tem o privilégio de guiá-la pelos caminhos da autoestima e da Felicidade. Ativista de causas sociais, amadrinha crianças multiplamente amputadas, crianças com câncer, além de proporcionar visibilidade e valorizar o trabalho de pessoas com síndromes e transtornos mentais. Sandra formou-se em turismo na Alemanha e especializou-se em História da Arte na Espanha, finalizando o curso do museu de Salvador Dali. Além disso, foi diretora de cultura do Stadtzeitung GMBH – então, segundo maior semanário da Alemanha, onde criou também um dos primeiros sistemas de venda online de tickets para eventos culturais do país. É autora do livro “O outro lado da Estrela” , “Sanletrando” e “Jessyborg – Desista de Desistir”
PRIMEIRO CURSO CHIEF HAPPINESS OFFICER EM PORTUGUÊS COM CERTIFICAÇÃO INTERNACIONAL ASSINADA PELA MUST UNIVERSITY DA FLÓRIDA/USA
Com as aulas iniciando no dia 10 de agosto, todas as quartas-feiras, o Curso de Formação em Chief Happiness Officer traz em sua proposta formar um grupo de profissionais que vai impactar o mundo através da CIÊNCIA DA FELICIDADE. Ministrado pela Chief Happiness Officer e Fundadora do Instituto Happiness do Brasil, Sandra Teschner, e pelas fundadoras do Desenvolvida, Maria Albuquerque e Fabíola Prado, o curso é certificado pela MUST UNIVERSITY DA FLÓRIDA/EUA e pelo INSTITUTO HAPPINES DO BRASIL Baseado em Ciência da Felicidade e Felicidade Corporativa, o título de Chief Happiness Officer já foi consolidade na Europa há mais de 15 anos. Uma uma pesquisa feita pelo Employment and Employability Institute mostrou que a Felicidade Corporativa é quase um ponto obrigatório para a próxima geração de trabalhadores, os Millennials. Destes, 53% querem atuar em empresas cujos valores sejam os mesmos que os seus, enquanto 75% procuram uma rotina flexível entre trabalho e tempo livre. Outros 44% dizem que buscam um ambiente amigável e 90% almejam desafios e oportunidades de crescimento. Empresas como Google, Amazon, Airbnb e Tecfil já tem em suas equipes profissionais com certificação Chief Happiness Officer fazendo a gestão da felicidade de seus colaboradores. SOBRE O TREINAMENTO O treinamento é 100% on-line com 35 aulas gravadas e, além do certificado INTERNACIONAL, oferecerá aos participantes o arquivo completo do e-book a Receita da Felicidade, desenvolvido pela nossa especialista Sandra Teschner e o e-book Missão e Propósito de Fabíola Prado, que apresenta ferramentas e processos para te ajudar a encontrar o seu caminho rumo a Felicidade. A especialista em organização Fabiola Prado, traz nesse conteúdo, 07 aulas gravadas sobre como exercer uma liderança positiva e desenvolver todos os membros da sua casa. SOBRE O INSTITUTO HAPPINESS O Instituto Happiness do Brasil ®️, tem seu trabalho fundamentado nos pilares da Ciência da Felicidade unida a experienciais de vida, promovendo ações, eventos, treinamentos, além de apoiar causas sociais de impacto direto na Felicidade Intencional, gerando agentes multiplicadores desse movimento positivo. Com projetos que envolvem também a formação de “FELICITADORES”, o Instituto Happiness trabalha diretamente com empresas e empresários que buscam o entendimento do sucesso alinhado a felicidade. SANDRA TESCHNER Sandra é Feliz intencionalmente, vive o que acredita e por isso mesmo ensina com muita prática e autenticidade a Ciencia da Felicidade. Honoris causa em Formação de Felicitadores® pela Must University USA, pós-graduada em Neuropsicologia e Chief Happiness Officer certificada pela Florida International University. Fundadora do Instituto de Happiness do Brasil, centro de estudos e projetos de Felicidade Intencional, colunista Especialista/Banco Safra. É palestrante internacional, escritora, administradora de empresas, turismologa, jornalista, empresária e empreendedora social. MARIA ALBUQUERQUE Esposa e parceira profissional a mais de 20 anos, mãe de 2 filhos, criativa, determinada, comunicativa e alegre por natureza! Sempre em busca do próximo nível, auxilia mulheres a também vir nessa jornada conquistando suas metas e objetivos. Mary é empresária e atua no segmento de educação profissional a quase 20 anos, formada em Coach pelo IBC, Analista Comportamental e especialista em comportamento humano. Criadora e mentora da Academia de Líderes onde desenvolve as habilidades e comportamento de sucesso. FABÍOLA PRADO É casada, mãe de três, alegre, focada, disciplinada e consistente. Acredita no propósito de Deus para cada um e por isso acorda todos os dias motivada a contribuir e impactar a vida de mulheres que hoje não conseguem progredir por terem dúvidas de sua real identidade. Ou por procurarem fora aquilo que na verdade já existe dentro delas. Especializada em coach de negócios, de relacionamento e de mulheres; mestranda em Business Leadership e Mestre Human Resource Managment. Mais de 300 mulheres impactadas através da organização de vida, perita em criação de sistemas e processos que contribuem para equalização de todas as áreas. Acesse:www.felicitadores.treinamentosdesenvolvida.com.br/ www.institutohappinessdobrasil.com.br
Imposição de ideias: saiba como se livrar de um pensamento infectado

Controlar a narrativa não transforma a verdade pessoal do narrador em fatos; trata-se meramente de uma percepção individual ou mesmo de um enredo construído intencionalmente para se tornar palatável a um grupo de pessoas. Este grupo, por sua vez, faz a mensagem ressoar, aceitando a narrativa de alguém como um conceito universal, não passível de discordância, pois carrega, supostamente, o peso da verdade absoluta. A relação de ideias passa, então, a fazer às vezes de evidências científicas e o pensamento, subjugado à cartilha de seus autores, proporciona um grande estrago ao diálogo, além de gerar infelicidade. Nenhuma novidade que um mínimo de observação da comunicação contemporânea já não tenha comprovado. Não é de hoje que filósofos tentam jogar luz nas trevas das diferenças. Segundo Immanuel Kant, pensar é uma atividade autônoma, e que requer coragem para exercê-la. Em sua “Crítica à faculdade de julgar”, Kant pontuou: “Queremos submeter o objeto aos nossos próprios olhos, como se nossa satisfação dependesse dessa sensação. E se chamarmos, então, o objeto de belo, acreditamos ter uma voz universal e reivindicamos a concordância de todos”. O filósofo alemão Anders Indset introduz seu livro “O pensamento Infectado” (ainda sem tradução em português) com a seguinte máxima: “O absolutismo nos impede até mesmo de imaginar um mundo justo para nossos netos”. Numa crítica que vai dos modelos educacionais arcaicos às redes sociais, Indset apela para que assumamos a responsabilidade pelas próximas gerações e possamos recuperar a empatia, a compreensão e a responsabilidade uns pelos outros. Defende uma nova forma de pensar que se distancia do óbvio, questiona nossas atitudes básicas que não apenas permitem mudanças, mas as acolhem: “Temos que nos abrir ao outro, aos paradoxos e simultaneidades – para reconhecer as forças efetivas em tempo hábil e agir em conformidade – antes que a sociedade seja abalada por novas catástrofes” (livre tradução do alemão). Já o psicólogo organizacional e professor da renomada Wharton School, Adam Grant, traz a arte de repensar em seu livro “Pense de Novo”, recém-lançado no Brasil, um questionamento sobre nossas próprias opiniões. Grant afirma que a inteligência é geralmente vista como a capacidade de pensar e aprender, mas, em um mundo em rápida mutação, há outro conjunto de habilidades cognitivas que podem ser mais importantes: a capacidade de repensar e desaprender. O autor explica ainda que a maior parte das pessoas prefere o conforto da convicção, ao desconforto da dúvida e veem o desacordo como uma ameaça. “Em geral só damos ouvidos às opiniões que confirmam as nossas” e sugere como antígeno: • abraçar a alegria de estar errado; • trazer novas nuances para conversas difíceis; • mostrar com clareza e bom humor que é possível manter a mente aberta, sem perder o poder de convencimento, nem a autoconfiança. Comunicação empática como antídoto ao pensamento infectado Comunicar assertivamente não é só sobre forma, técnica, mas aceitação de diferenças e requer conhecimento. A menos que possamos explicar o conteúdo a outros, nada “sabemos”, e, ao ensinarmos, chegamos ao ápice do nosso próprio aprendizado. O psiquiatra americano William Glasser mostrou que 95% de efetividade do nosso aprendizado acontece quando explicamos, resumimos, estruturamos ou elaboramos o conceito para outras pessoas. Segundo o escritor Shannon Terrell, quando nos sentimos compreendidos, sentimo-nos mais capacitados para falar. A comunicação reduz também os ruídos do chamado diálogo interno, aquela voz em nossa mente responsável por sabotar nosso bem-estar. Muito difundida também é a técnica conhecida como comunicação não violenta, ou CNV, criada pelo psicólogo Marshall Rosenberg. A metodologia visa construir relacionamentos e resolver conflitos, através de um treinamento muito simples, porém contínuo: • Esteja atento a seus julgamentos – Tente observar o que você está dizendo a si mesmo, sobre o porquê de alguém estar fazendo algo; • Identifique os fatos – Desfaça quaisquer julgamentos. Tente descrever a situação do jeito que uma pessoa fora do contexto faria; • Nomeie seus sentimentos – Descreva como você está se sentindo; • Identifique e declare as necessidades básicas que levam a esses sentimentos; • Faça seu pedido – O que a outra pessoa poderia claramente fazer para atender suas necessidades? • E não esqueça: O outro pode não estar disposto a atender ao seu pedido, contudo comunicar ainda é um ponto de partida para iniciar a conversação. A Felicidade tem raízes nas nossas necessidades e valores; somos responsáveis pelos nossos próprios sentimentos. Outras pessoas podem ter influência em nossas escolhas, mas a decisão de como reagiremos é nossa. De acordo com Sandro Formica, Professor de Ciência da Felicidade, na Florida International University, nas organizações, por exemplo, constroem-se imagens inimigas de colegas que poderiam facilmente ser evitadas através da eliminação de filtros cerebrais negativos e criando mais conexões. Formica sugere o uso de qualquer forma de comunicação empática, que envolva necessidades e valores de todos, de emissores a receptores. O resultado disso é a redução de conflitos, o aumento de comprometimento organizacional e a promoção de sentimento de pertencimento. Narrativas não são fatos, assim como o pensamento não é só uma relação de ideias. Discordar agrega valor a todas as partes, mas há que se comunicar de forma empática, sabemos o que não sabemos. Repensar e Desaprender são habilidades cognitivas de ponta. É ensinando que aprendemos e só sabemos quando conseguimos explicar. Comunicação não violenta desarma. Sandra Teschner é chief happiness officer, certificada pela Florida International University e fundadora do Instituto Happiness do Brasil, centro de estudos e projetos de Felicidade Intencional. Também é escritora, palestrante e engajada social. Fonte: https://ver-o-fato.com.br/imposicao-de-ideias-saiba-como-se-livrar-de-um-pensamento-infectado/?utm_medium=social&utm_source=linktree&utm_campaign=imposição+de+ideias%3A+saiba+como+se+livrar+de+um+pensamento+infectado
Relatório mundial da felicidade 2022 – Uma análise por Sandra Teschner

Benevolência é a descoberta mais promissora para um futuro mais feliz, segundo estudo mundial da felicidade Finlândia lidera a lista dos países mais felizes do mundo há cinco anos; Dinamarca continua em segundo lugar, enquanto a Islândia subiu de quarto para terceiro; Brasil subiu 3 posições em relação a 2020 e ficou na 38ª Em sua 10ª edição, o Relatório Mundial da Felicidade, publicado no dia 20, comemora o número crescente de leitores – chegando a mais de 9 milhões em 2021. Desde o início este se baseia em duas ideias centrais: que a felicidade, ou avaliação da vida, pode ser medida por meio de pesquisas de opinião, e que os principais determinantes do bem-estar podem ser identificados, explicando assim os padrões de vida. Essas informações, por sua vez, podem ajudar os países a elaborar políticas que visem uma sociedade mais feliz. Talvez seja o grande mérito do relatório, o reconhecimento de que o progresso dos países deva ser medido através da felicidade de seu povo; e esta é a verdadeira grande razão para festejar. Mensurar a felicidade não é algo novo, assim como as “causas” que embasam uma vida feliz, já amplamente estudadas com análises e metanálises (o chamado estudo dos estudos), trazendo à luz da ciência conhecimento passível de ser verdadeiramente aplicado. Ser feliz está na base do desenvolvimento sustentável da humanidade, enquanto as gerações atuais têm a chance de vivenciar uma vida mais saudável e plena, o crescimento não compromete o futuro das próximas gerações. Dentre as muitas oportunidades promissoras, vale citar: Os dados de 2021, confirmam que as avaliações médias de vida, efeitos de compensação de influências negativas e positivas, permaneceram notavelmente resilientes durante o COVID-19. Vale ressaltar que para os jovens, a satisfação com a vida caiu, enquanto para aqueles com mais de 60 anos (a geração prateada) aumentou. Os dados são claros: Em todas as regiões globais, houve um grande aumento na proporção de pessoas que doam dinheiro para caridade, ajudam estranhos e fazem trabalho voluntário em todas as regiões globais. Ao todo, a média global dessas três medidas aumentou um quarto em 2021, em comparação com antes da pandemia. Os resultados mostraram que as comunidades que possuem altos níveis de confiança são mais felizes e resilientes diante de crises. Isso também pode ser aplicado à pandemia. Ajuda em necessidade As doações de caridade, ajuda a estranhos e voluntariado aumentaram em 2021 em comparação a 2020, em todas as regiões do mundo. Segundo o relatório, a média global das três ações (doações, ajuda, voluntariado) foi de cerca de 25% maior em 2021, do que antes da pandemia. Esse aumento, especialmente se tratando em ajudar estranhos, é uma evidência poderosa de que as pessoas estão ajudando e tornando o destinatário mais feliz, dando um bom exemplo para os outros e criando uma vida melhor para si mesmas. Nenhuma grande novidade para aqueles que já agem pelas razões certas não saiba: Ame ao outro como a si mesmo, seja altruísta, cuide do mundo à sua volta, seja bom, gentil, confiante, grato, seja compassivo. “Segue o teu destino, Rega as tuas plantas, Ama as tuas rosas. O resto é a sombra de árvores alheias.” (Fernando Pessoa). *Sandra Teschner é chief happiness officer certificada pela Florida International University também é fundadora do Instituto Happiness do Brasil, centro de estudos e projetos de Felicidade Intencional. Sandra é pós-graduada em Neuropsicologia, administradora de empresas, escritora, palestrante e engajada social.
A benevolência como símbolo de resistência

A benevolência é símbolo de resistência e vira principal indicador de bem-estar para quem faz, recebe e até para quem só assiste ao ato, diz estudo. Há 10 anos, o relatório mundial da felicidade baseia-se em duas premissas: que a felicidade pode ser medida por pesquisas de opinião e que os principais determinantes do bem-estar podem ser identificados, explicando assim os padrões de vida e a satisfação dos povos. Essas informações, no que lhes concerne, podem ajudar os países a elaborar políticas que visem uma sociedade mais feliz. Jeffrey Sachs, diretor da Rede de Soluções de Desenvolvimento Sustentável da ONU, explica a origem e o propósito do Relatório Mundial da Felicidade da seguinte forma. “Há uma década, governos de todo o mundo expressaram o desejo de colocar a felicidade no centro da agenda de desenvolvimento global. Eles aprovaram uma resolução da Assembleia Geral da ONU para esse fim.” O “World Happiness Report” nasceu dessa determinação de encontrar o caminho para um maior “bem-estar global”, diz ele, e completa: “Agora, em tempos de pandemia e guerra, precisamos desses esforços mais do que nunca”. Mensurar a felicidade não é nada novo, assim como as “causas” que embasam uma vida feliz já vêm sendo amplamente estudadas inclusive em meta-análises (o chamado estudo dos estudos), trazendo à luz da ciência, conhecimento passível de ser verdadeiramente aplicado. Toda essa gama de estudos possibilita que as pessoas, as organizações e as políticas públicas possam fazer uso dela para a construção de uma vida com mais sabedoria, e até com mais produtividade e eficiência. Ser feliz está na base do desenvolvimento sustentável da humanidade; enquanto as gerações atuais têm a oportunidade de vivenciar uma vida mais saudável e plena, o crescimento não compromete o futuro das próximas gerações. Porque quanto mais “feliz”, mais comprometidos com o bem-estar coletivo se é. Dentre as muitas descobertas promissoras, identificadas pelo relatório, vale citar: Com o incentivo da OCDE, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, órgão de importância internacional para assuntos que vão além da economia, incluindo educação e meio ambiente, quase todos os países membros da ONU, medem a felicidade de seu povo anualmente. Algo de realmente novo? Ainda que tenha havido, em média, uma tendência ascendente no estresse, preocupação e tristeza na maioria dos países e um ligeiro declínio no prazer de viver a longo prazo, há luz no fundo do túnel. A benevolência, resiliência e confiança crescentes são fatores que chamam positivamente a atenção durante a covid-19 e além. Os dados de 2021 confirmam que as avaliações médias de vida, efeitos de compensação de influências negativas e positivas, permaneceram notavelmente resilientes durante a covid-19. Vale ressaltar que para os jovens a satisfação com a vida caiu, enquanto para aqueles com mais de 60 anos (a geração prateada) aumentou. A benevolência forneceu um suporte notável para as avaliações de vida de doadores, receptores e observadores, que ficaram satisfeitos em ver a prontidão para estender a mão, para ajudar uns aos outros em momentos de vulnerabilidade, o que corrobora com incontáveis pesquisas da ciência da felicidade que comprovam a afirmação de que“ dar é melhor que receber” e, principalmente, que altruístas são mais felizes, enquanto contribuem para a felicidade de outros. Os dados são claros: houve um grande aumento na proporção de pessoas que doam para a caridade, ajudam desconhecidos, e fazem trabalho voluntário em todas as regiões globais. Ao todo, a média dessas três medidas aumentou um quarto em 2021, em comparação com antes da pandemia. FIB (Felicidade Interna Bruta) x PIB A contribuição de melhorias nas pesquisas envolvendo a ciência da felicidade prometem fazer a grande diferença no bem-estar subjetivo com três grandes vertentes: A confiança torna você resiliente Relatórios anteriores examinaram a ligação entre a confiança das pessoas nos governos, instituições e a felicidade (como múltiplos estudos comprovam a mesma relação em qualquer segmento da vida). Os resultados mostraram que as comunidades que possuem altos níveis de confiança são mais felizes e resilientes diante de crises. Doações à caridade, ajuda a estranhos e voluntariado aumentaram em todas as regiões do mundo. Segundo o relatório, a média global das três ações (doações, ajuda e voluntariado) é cerca de 25% maior em 2021 do que antes da pandemia. Esse aumento de boa vontade, especialmente quando se trata de ajudar estranhos, é uma evidência poderosa de que as pessoas estão ajudando outras pessoas necessitadas, tornando o destinatário mais feliz, dando um bom exemplo para os outros e criando uma vida melhor para si mesmas. Pelo quinto ano consecutivo, a Finlândia lidera a lista dos países mais felizes do mundo. A Dinamarca continua em segundo lugar, enquanto a Islândia subiu de quarto, no ano passado, para terceiro este ano. O Brasil subiu três posições em relação a 2020 e ficou na 38ª posição. Os 20 países mais felizes do mundo em 2022 foram: Nenhuma grande novidade para quem já age pelas razões certas. Ame ao outro como a si mesmo, seja altruísta, cuide do mundo à sua volta, seja bom, generoso, gentil, confiante, grato, compassivo. Medite, respire, cultive a paz, inclusive a interior. A grande diferença que vemos é que hoje encontramos esses fatores estudados por milhares de cientistas e pelos maiores institutos de pesquisa do mundo, todos ocupados em comprovar o que muitos intuitivamente, filosoficamente ou por questões de espiritualidade sempre fizeram: “ Segue o teu destino,Rega as tuas plantas,Ama as tuas rosas.O resto é a sombraDe árvores alheias.” (Fernando Pessoa) Fonte: https://oespecialista.com.br/opinioes/a-benevolencia-como-simbolo-de-resistencia/
Sandra Teschner apresenta Plantando Happiness no ABC da Felicidade

Projeto acontece no shopping ABC a partir do dia 8, Dia Internacional da Mulher e segue até o dia 20, Dia internacional da Felicidade A chief happiness officer Sandra Teschner apresenta o “Plantando Happiness” no projeto “ABC da Felicidade”, no Shopping ABC. O evento estreia no dia 8 de março, em homenagem ao Dia Internacional da Mulher e segue até o dia 20, Dia Internacional da Felicidade, com diversas atividades, experimentações, reflexões, exposições, talks e workshops com temas voltados para o bem-estar e para a mulher. “Ação é um triplé que reúne corpo, mente e espírito, e hoje sabemos cientificamente que 50% da capacidade de ser feliz de um indivíduo é genética, 10% é o meio em que ele vive e 40% é passível de aprendizado”, explica a criadora do projeto e chief happiness officer certificada pela Universidade da Flórida, Sandra Teschner. Durante os dias de evento, o público pode encontrar oficinas de diversos temas, como confecção de flores com tecido, sabonetes e velas, além de jardinagem em pequenos vasos com recipientes reciclados. As atividades de bem-estar trazem uma programação de curtas experiências de yoga, alongamento, meditação, entre outros. Sandra, conduzirá bate-papos com temas do dia a dia e reflexões sobre atitudes que treinam o indivíduo para praticar a felicidade intencional. “Ainda que a felicidade seja uma decisão interna, ninguém é feliz sozinho, já que toda felicidade é compartilhada”, finaliza a especialista. ABC da Felicidade no Shopping ABC De 8 a 20 de março De segunda a sábado, das 12h às 20h Domingo, das 14h às 20h Praça de Eventos Piso 1 Sobre Sandra Teschner Sandra Teschner é cheif happiness officer, certificada na Florida International University (FUI) em “Gestão de Felicidade”, focado em mostrar o quão a felicidade é importante para quaisquer organizações e como é primordial ter um gestor da Ciência da Felicidade em um quadro de colaboradores. Também é membro palestrante do Wohasu World Happiness Summit, criadora do projeto Plantando Happiness, projeto experiencial e interativo que contou com a participação de 73.000 pessoas tendo contato com aplicações tangíveis da ciência da felicidade. Alguns temas que Sandra trata: – Liderança positiva; – Consumo positivo; – O futuro do trabalho é emotivo; – Geração “Perennial”, a geração sem data de validade (muitas pesquisas para ilustrar); – Felicidade impacta no lucro das empresas (muitas pesquisas); – Educação emocional impacta mais no sucesso dos negócios, do que habilidades; – Felicidade corporativa é o indicador de performance mais eficaz do que inteligência e habilidade técnica: – Pessoas a partir de 50 anos foram menos afetados emocionalmente pelo COVID do que as gerações mais jovens (pesquisa italiana); – Empreendedorismo – A mulher é responsável por quase 50% dos novos empreendimentos no Brasil, mas continua faturando abaixo dos homens e inovando bem menos (fatores que levam a isso tem caráter de comportamento emocional). Fonte: https://abcreporter.com.br/2022/03/08/sandra-teschner-apresenta-plantando-happiness-no-abc-da-felicidade/
Para tocar o futuro, a felicidade das pequenas coisas agora!

Para tocar o futuro, a felicidade das pequenas coisas agora! Humildade, delicadeza e respeito são antídotos eficazes para o caos emocional e fazem parte do desenvolvimento sustentável da humanidade. No Butão, um jovem professor, desmotivado com o trabalho e sonhando em se tornar cantor famoso na Austrália, é enviado pelo governo do país a Lunana, uma comunidade longínqua, de difícil acesso, que fica há muitas horas de caminhada da cidade mais próxima. O cenário não poderia ser mais desolador para Ugyen Dorji, o protagonista do filme “A Felicidade das Pequenas Coisas”, que concorre ao Oscar de melhor filme estrangeiro. Ainda que desgostoso, o jovem assume a tarefa de ensinar às crianças da pequena vila e a relação entre os personagens vai se transformando pelo acolhimento dos alunos, que depositam imensa confiança no professor, “aquele que pode tocar o futuro”, que, por sua vez, começa a perceber seu trabalho de outra maneira. O paradoxo da vida moderna com a sabedoria milenar dá o tom de voz harmônico do filme. Não por acaso, nasceu no Butão em 1972, o conceito de Felicidade Interna Bruta, instituído pela ONU em 2012. A Felicidade passou então a ser aceita como um objetivo humano fundamental e que deve, portanto, balizar a vida de todos em sociedade, reconhecendo a necessidade de se aplicar um enfoque mais inclusivo, equitativo e equilibrado, promovendo o desenvolvimento sustentável em políticas públicas. À medida que emergiu para medir o bem-estar emocional como uma fonte de riqueza, hoje é amplamente utilizada nas mais diversas organizações e sustenta-se em nove pilares básicos: Mas, isso não é tudo. Consoante à instituição da FIB, em 2012 a Assembleia geral da ONU lançou também o World Happiness Report que traça em 162 países (atualmente) um relatório de satisfação do indivíduo com a vida, trazendo informações que norteiam uma melhor atuação nas mais diversas áreas, a partir da percepção de pessoas. Os dados são lastreados basicamente em níveis de: O dia 20 de março é quando se celebra o Dia Internacional da Felicidade. Nesta data também ocorre o lançamento do relatório anual. Embora o World Happiness Report seja baseado em uma ampla variedade de fontes, a mais importante continua sendo a Gallup World Poll. Uma análise mais generalista do último estudo (março de 2021, disponível em: www.worldhappiness.report) leva a conclusões não surpreendentes envolvendo a pandemia do COVID-19 e como ela afetou significativamente a saúde mental da sociedade em todo o planeta, ao mesmo tempo em que trocou um paralelo entre a confiança e o bem-estar. Quanto mais confiantes as pessoas se sentiam no lidar com as outras e com as instituições, maior a percepção de satisfação. Nada novo para a ciência da felicidade, como é conhecido o conjunto de estudos e pesquisas em Psicologia Positiva e Neurociência em torno do bem-estar subjetivo. Pessoas consideradas felizes também são mais produtivas, criativas, gozam de maior imunidade, se relacionam melhor com os outros, são mais generosas, gentis e tendem, num efeito causal, a confiar mais nos outros (Elas confiam e, por isso, são mais satisfeitas? Ou, porque são felizes, confiam mais?). Há ainda uma ligação direta entre resiliência e confiança. Para as organizações, numerosos estudos vinculam essa emoção – e as estruturas motivacionais necessárias para criá-las, a uma produtividade maior, do que fatores como salário. Como exemplo, uma descoberta da Gallup de 2019 indica que, em média, as pessoas em empresas de alta confiança se sentem menos estressadas (74%), têm mais energia (106%), são mais engajadas (76%) e sofrem menos desgaste no trabalho (40%). Em entrevista recente para o Harvard Business Review, o CEO da Apple, Tim Cook, creditou à resiliência de suas equipes a alta performance da Apple durante os desafios da pandemia: “Mesmo estando separados, ficou que, em toda a empresa, equipes e colegas estão se apoiando e contando uns com os outros mais do que em tempos normais”, disse Cook. A biologia da confiança O sentimento de confiança está intimamente ligado à liberação da oxitocina. O hormônio atua como um inibidor natural de certas reações químicas induzidas pelo estresse e sinaliza com isso ao cérebro que a interação está acontecendo de forma segura. Aprimorar os gatilhos biológicos que geram confiança leva a uma maior compreensão dos comportamentos positivos. Segundo estudos publicados pela Michigan State University, a confiança é o que faz as comunidades humanas funcionarem. A professora e autora Brené Brown enfatiza, em sua obra, a importância de se desconstruir o conceito de confiança em qualidades e comportamentos específicos, para que possa ser mais facilmente compreendido e compartilhado nos relacionamentos com parceiros, amigos, familiares e colegas de trabalho: A confiança é um aspecto fundamental de todos os relacionamentos porque exige que escolhamos ser vulneráveis e corajosos. No longa da fila do Oscar os moradores da pequena Lunana nos recordam que a felicidade é simples, mas a ilusão de necessidades geradas por demandas de um mundo ultrarrápido anseia a alma e embaça a visão. Humildade, delicadeza e respeito são antídotos eficazes para o caos emocional e fazem parte do desenvolvimento sustentável da humanidade. Fonte: https://oespecialista.com.br/opinioes/felicidade-das-pequenas-coisas/
Como ser feliz num mundo metaverso?