Sandra Teschner fala de felicidade que maximiza resultados no Minas Shopping

Especialista em felicidade falou sobre Conexão Positiva em Vendas e seu impacto no setor varejista O encontro para lojistas promovido pelo mall da região de Minas Gerais contou com a highlight Sandra Teschner, abordando o tema “Conexão Positiva em Vendas”. Na qualidade de um trabalho no B2B, esta ação foi super inovadora, tendo a ciência da felicidade na base dos mais diversos temas, de motivação a vendas, de engajamento a inteligência social. Neste contexto, ao falar de felicidade no trabalho, o Minas Shopping se destaca também por contratar Sandra Teschner como uma consultora independente em direção de felicidade, seguindo a tendência da humanização nas organizações. Sandra Teschner, especialista em ciência da felicidade, certificadora oficial em Chief Happiness Officer, compartilhou insights valiosos e estratégias práticas para estabelecer um relacionamento positivo e efetivo com os clientes. Durante o treinamento, Teschner enfatizou a importância da felicidade na maximização dos resultados nessa área. A abordagem de Sandra Teschner sobre a conexão positiva em vendas ressalta que quando os profissionais estão em um estado de bem-estar e felicidade, são mais motivados, engajados e capazes de oferecer uma experiência positiva aos clientes. A felicidade dos colaboradores reflete-se na qualidade do atendimento, na fidelização dos clientes e, consequentemente, nos resultados financeiros das empresas. Portanto, investir na promoção da felicidade no ambiente de trabalho é um aspecto estratégico para o sucesso e crescimento do setor varejista que maximiza os resultados. Fábio Maia Freitas, superintendente do Minas Shopping, expressou sua gratidão aos lojistas que compareceram ao encontro, ressaltando a importância da troca de experiências, conhecimento e felicidade entre os participantes. Já Ana Paula Alkmim, gerente de marketing do Minas Shopping, também destacou a importância dos próximos encontros para continuadade do desenvolvimento dos lojistas. Finalizando o evento, Teschner compartilhou outras valiosas ferramentas e oportunidades para aprimorar as habilidades dos lojistas, contribuindo para o fortalecimento e crescimento contínuo do setor varejista regional.
Seja feliz, de proposito

5 passos para treinar a musculatura emocional Derrubar limites autoimpostos, desmistificando o que nos faz (e o que não nos faz) felizes é um alvo certeiro para construir um bem-estar subjetivo duradouro. Podemos definir a felicidade em cinco passos: • A felicidade não é um estado permanente, mas sim um equilíbrio entre os momentos bons e ruins; • Ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas sim encontrar significado e propósito nos desafios e nas dificuldades que a vida nos apresenta em nosso cotidiano; • A felicidade não é uma meta a ser alcançada, mas sim um processo contínuo de autoconhecimento e crescimento pessoal; • A felicidade não é um bem que se pode comprar ou possuir, mas sim uma experiência que se compartilha com as pessoas que amamos; • Ser feliz não é ter tudo o que se quer, mas sim ser grato pelo que se tem e saber aproveitar as oportunidades que a vida nos oferece. Essas ideias mostram que a felicidade não é algo que se constrói a cada dia, não é uma busca de um elo perdido, esperando para ser achado. É uma construção constante que se dá por meio das escolhas que fazemos, e das experiências que vivemos. A felicidade exige esforço, comprometimento e resiliência, mas nos leva a uma vida mais plena, significativa e realizada. Não espere, aja! Sandra Teschner Sandra Teschner é pós-graduada em Neuropsicologia e ChiefHappiness Officer certificada pela Flórida International University. Fundadora do Instituto Happiness do Brasil, centro de estudos e projetos de Felicidade Intencional. É palestrante internacional, e empreendedora social. Dê sua opinião sobre este artigo ou faça sugestões para nossos colunistas, envie seu e-mail. Fonte: https://www.partnersales.com.br/artigo/seja-feliz-de-proposito
Você tem medo do que?

97% de todas as preocupações que consomem sua felicidade, felizmente, nunca vão acontecer! É o que comprovam estudos robustos da Universidade de Cornell que ampliou nossa visão no campo da preocupação, grande fato gerador de transtornos de ansiedade, a terceira principal causa de absenteísmo nas organizações. Esses dados são ainda mais relevantes, se considerarmos que nós, brasileiros, somos o povo mais ansioso do planeta terra, segundo dados da OMS e do Ministério da saúde. O estudo, que acompanhou as pessoas por um longo tempo, detectou que 85% do que os preocupavam, nunca aconteceu. Parece uma boa notícia? Fica melhor. Dos 15% de preocupações que se concretizaram, 79% das vezes, as pessoas lidaram com esses problemas em ambiente materializado, muito melhor do que pensavam. Há inclusive relatos dos aprendizados valiosos que tiveram com a experiencia vivida, algo como uma resiliencia 2.0, onde saímos melhor do momento de pressão, do que quando entramos. Vamos continuar a continha; em quase 80% das vezes, os medos falham, o que significa dizer que em 97% das vezes que aceleramos todos os componentes destrutivos para nossa saúde física e mental, fazemos por algo que so existe em nossa mente. Há mais de quinhentos anos, o filósofo Michel de Montaigne disse: “Minha vida foi repleta de terríveis infortúnios, a maioria dos quais, nunca aconteceram”. Séculos depois, a citação faz sentido com peso de ciência. Está bom para você? Vivemos consumindo a alquimia positiva de nosso corpo para combater um inimigo imaginário, nos aprisionando em suposições de construções sociais, e o fazemos porque não só não paramos para tomar consciencia desse estado, como somos tentados ao viés negativo, digamos assim, mais um erro evolutivo da “matrix” em nosso cérebro, que sob a desculpa de perpetuar a especie, destrói o melhor das vivências humanas. O estado de alerta “ lutar ou correr” cuja funcionalidade intuitiva em momento de perigo real eminente, é um salva-vidas, quando ultrapassa o momento concreto de sua funcionalidade, gera este estado condutor de psicopatologias cujo efeito sentimos em cada célula de nossos corpos. E, já que estamos hoje nas porcentagens, 90 segundos é o tempo que precisamos para mudar um estado mental. Segundo o autor de The End of Stress ( sem tradução no português) Don Joseph Goewey, você pode restartar seu cérebro para acalmar o circuito de preocupação. Para isso, Goewey sugere que você comece, como todos os passos para uma mudanca de comportamento, tomando uma decisão. Depois comece a praticar uma dinâmica extremamente simples e funcional, chamada Acionar o botão “clear”, que funciona assim:Imagine um botão no centro da palma da mão. Você aperta e conta até três, pensando em cada número como uma cor. Inspire, conte 1, pense vermelho.Inspire, conte 2, pense azul.Inspire, conte 3, pense verde.Ao expirar, deixe completamente de pensar em qualquer coisa por um momento. A natureza nos deu uma janela de 90 segundos para quebrar o pensamento estressante, este pode ser alcançado fazendo uma rápida caminhada, aprendendo técnicas de respiração, ou simplesmente acionando o seu “clear”pessoal. “Quanto mais você se habitual a interromper o pensamento estressante mais seu cérebro fortalecerá as sinapses que acabam com a preocupação, uma vez que a parte do cérebro que causa reações de estresse literalmente tem a inteligência de uma criança. E todos os pais sabem que você não interrompe uma birra, apelando para a lógica de uma criança. Você distrai a criança.” Explica o autor. Guimaraes Rosa não foi longe ao citar: “Felicidade se acha em horinhas de descuido”, na verdade distraindo sua mente ansiosa, e construindo regeneração neuroplastica. Na poesia, como na ciencia. Sandra Teschner é fundadora do Instituto Happiness do BrasilCapacita e certifica profissionais em convenio com a Must University Florida emCiencia da Felicidade e Liderança positiva. Empreendedora Social. Feliz.
Ciência da Felicidade alavanca perfomance!

A ciência da felicidade explica aquele ditado do “prevenir ou remediar”. Entre curar doenças mentais ou cuidar do bem-estar das pessoas e prevenir para que elas não apareçam, melhor a segunda opção. Falar sobre felicidade é educar para a felicidade. No curso ministrado por Sandra Teschner, em parceria com a Must University Florida, os alunos aulas práticas de exercícios para que emoções positivas, como alegria, gratidão e perdão se sobreponham às negativas. É comprovado que ser mais feliz no trabalho está diretamente relacionado a uma melhor saúde e bem-estar, a tornar-se mais criativo, inovador, produtivo e eficiente na solução de problemas.Comportamentos como maior autenticidade, comprometimento e engajamento, que fazem com que as pessoas estejam mais dispostas a contribuir além de suas atribuições, também são exemplos de outros benefícios que uma cultura de felicidade nas organizações pode agregar. O profissional formado em Chief Happiness Officer (CHO) é a pessoa responsável pela felicidade corporativa. É ela quem se encarrega de elaborar ações e estratégias com o foco na promoção do bem-estar e nas melhores experiências dos colaboradores dentro da empresa. Logo, seu maior objetivo é a valorização do capital humano.Para se inscrever clique no link abaixo https://sandrateschner.com.br/felicitadoresdesconto/?fbclid=PAAabhfopDMSIJrVYrp2NVjNk9D5Jdbqvg8b5PU6cMOecXRoTTTLTvFJ5liBA
Existe segredo para a Felicidade?

A fundadora do instituto Happiness do Brasil desmitifica com ciência e sua larga experiência para o programa Aqui em Casa , da TV Pai eterno.
Encontro com a felicidade

No dia 19 de janeiro, às 19h você tem um encontro com a Chief Happiness Officer Sandra Teschner no evento ONLINE E GRATUITO, CAFELIZ. Venha bater um papo sobre Ciência da Felicidade e aprender técnicas que vão te ajudar a ser um profissional preparado e capacitado para lidar com os desafios do mercado de trabalho. Não esqueça de trazer sua xícara de café! Inscreva-se agora no link e comece a se sentir melhor Clique aqui VAGAS LIMITADAS
Conheça Sandra Teschner: a especialista em felicidade

Uma vida feliz e com bem estar é o sonho de muitas pessoas. Dentro desta perspectiva, trabalha a happiness trainer, Sandra Teschner que mostra que é possível desenvolver a felicidade. A profissional mostra que a felicidade é algo que pode ser alcançado; ela atrela o sentimento ao interior do indivíduo A baiana já conquistou uma marca importante: mais de um milhão de pessoas já passaram por seus cursos e treinamentos. Cursos que ensinam, na prática, a desenvolver a felicidade. Cursos que oferecem certificados, inclusive, internacionais, e que são, portanto, devidamente reconhecidos. Atuando como ‘desenvolvedora’ de felicidade desde 2014, ela tem rodado o Brasil ministrando seus ensinamentos em cidades muito distintas. Recentemente, por exemplo, esteve em duas regiões extremamente diversas: o norte e o sul do país. O fato de que já ensinou ‘um milhão de felizes’ (como ela faz questão de se referir aos formandos) além de sinalizar, obviamente, o interesse das pessoas, traz outro dado, como ela salienta. “Eu comecei em 2014 ministrando cursos, palestrando, e hoje sei que, aliás, já desenvolvi mais de um milhão de felizes. Por isso, fico muito grata e estimulada a continuar meu trabalho. Acho que as pessoas já entenderam que a felicidade é passível de treinamento, sim! Não é algo intangível ou que depende do externo. As situações ruins sempre vão existir, mas como aprendemos a lidar com elas, preservando nosso bem estar e desejo de sermos felizes, faz toda a diferença”, enfatiza. A especialista finaliza dizendo que a felicidade não está atrelada a fatores externos e sim ao interior, como uma resolução individual. Fonte: https://jornaldebrasilia.com.br/blogs-e-colunas/analice-nicolau/conheca-sandra-teschner-a-especialista-em-felicidade/amp/
O que faz um líder ser humanizado e outro ser autocentrado?

Hoje estamos sentidos, uns mais tristes, outros menos. A derrota sempre vem com um elemento estranho que vai além do acontecimento em si. É sobre não saborear a alegria da vitória, sobre a perda de algo que se sonha. Sabemos. A saída do técnico Tite de campo, sem recepcionar seu time, que chorava desolado, sem prover sua equipe de respeito e consolo é deixar claro que o “ O que” suplante o “ Por que”, o sentido maior de pertencimento, que um verdadeiro líder provém na alegria e na tristeza, assumindo sua parte no resultado. O técnico do Japão Hajime Moriyasu, ao ver seu time eliminado, reverenciou a torcida, abraçou seu time e os agradeceu. Ok. Você pode dizer que é cultural, e a forma, é. Mas o “Como” faz parte de uma inteligência sócio emocional bem treinada e uma liderança positiva colocada em prática, menos ego, mais eco! Enquanto um acolhe, o outro repele. E não só o time, mas a torcida também, que além de ficar órfã do título da vitória, perde a total conexão com aqueles que por algumas semanas fizeram parte do inconsciente positivo coletivo. Ganhar ou Perder não é uma escolha linear. Como agir a partir daí, sim, é!
Treinamento em ciência da felicidade impacta milhares de lojistas em todo o Brasil.

O treinamento para lojistas de mais de 26 shoppings pelo Brasil, que aconteceu entre agosto e outubro de 2022, com foco em inteligência emocional e social, impactou mais de 5 mil profissionais, levando o estudo da Ciência da Felicidade para o ambiente de trabalho de todas essas pessoas. Liderança e inteligência emocional forma os temas trabalhados nas palestras lideradas por Sandra Teschner e convidados. A parceria do Instituto Happiness do Brasil com a AD SHOPPING teve como base as pesquisas que apontam que funcionários felizes são 31% mais produtivos, vendem 37% a mais do que seus pares “não felizes”, e tem 75% de terem mais sucesso através do seu otimismo, além de serem mais bem remunerados no futuro. O objetivo do treinamento para lojistas criado por Sandra Teschner é mostrar que a ciência da felicidade tem um impacto maior no desempenho do trabalho, do que o próprio “engajamento”, considerado há tantas décadas, chave imperativa para o sucesso dos negócios. Com temas como “se te rouba a paz é caro demais”, o treinamento trouxe ferramentas e ações para não sucumbir ao caos. “Eu fico literalmente feliz de ver um grupo a frente de tantos shoppings tomar essa iniciativa de levar esse treinamento para lojistas e colaboradores”, fala Sandra Teschner. SOBRE SANDRA TESCHNER Chief Happiness Officer, ela conquistou certificação na FLORIDA INTERNATIONAL UNIVERSITY (FUI) no curso com tema: “Gestão da Felicidade”, focado em mostrar como é importante para qualquer organização ter um Gestor da Ciência da Felicidade e fundou o Instituto Happiness do Brasil, é um dos nomes que inspirou o livro por toda seu estudo e trabalhos envolvendo a relação da Ciência da Felicidade com a saúde das empresas. O projeto experimental Plantando Happiness criado por ela em 2019 atingiu um público de aproximadamente 73 mil pessoas. Madrinha de Jessica, resultado de um relacionamento nascido em rede social. Tem o privilégio de guiá-la pelos caminhos da autoestima e da Felicidade. Ativista de causas sociais, amadrinha crianças multiplamente amputadas, crianças com câncer, além de proporcionar visibilidade e valorizar o trabalho de pessoas com síndromes e transtornos mentais. Sandra formou-se em turismo na Alemanha e especializou-se em História da Arte na Espanha, finalizando o curso do museu de Salvador Dali. Além disso, foi diretora de cultura do Stadtzeitung GMBH – então, segundo maior semanário da Alemanha, onde criou também um dos primeiros sistemas de venda online de tickets para eventos culturais do país. É autora do livro “O outro lado da Estrela” , “Sanletrando” e “Jessyborg – Desista de Desistir”
A Ciência da Felicidade

Uma entrevista com a especialista em The Happiness Office, Sandra Teschner. Por Daniela Gama Ao menos uma vez na vida, todo ser humano já deve ter se perguntado: o que é felicidade? E mais ainda: Será que eu sou mesmo feliz? Apesar de tantos estudiosos falarem a respeito da felicidade ao longo dos séculos, não havia dado a algo tão importante uma conotação e embasamentos científicos, até pouco tempo atrás. O fato é que agora, depois de tantos estudos em universidades renomadas do mundo, descobriu-se que sim – a felicidade é uma ciência! E quem vai contar pra gente, em detalhes, é a nossa querida Sandra Teschner, especialista em Felicidade pela Universidade da Flórida, San, como eu costumo chamar, é Escritora, Publisher, Comunicadora, Palestrante e muito mais. O nosso bate papo sobre felicidade foi uma delícia, que compartilho aqui com vocês. DG – Eu te conheço há alguns anos e sei que são muitas as suas qualificações e os adjetivos que podemos empregar para fazermos referência à você, mas conta para os nossos leitores: Quem é Sandra Teschner? ST – Tem uma frase que eu gosto muito, que é assim: “Eu respondo facilmente ao meu ponto G: ser Grata, Generosa e Gentil”. Acima de tudo eu sou alguém feliz, intencionalmente feliz, que fez dessa construção de felicidade própria e de ensinar aos outros e de propagar a felicidade passível de ser aprendida, e fiz disso minha missão de vida. Então, enquanto eu acreditei em algum momento da minha vida, que eu nasci para ser comunicadora, nasci pra ser isso, nasci pra ser aquilo, na verdade eu buscava caminhos de agir pelas razões certas. De trazer a ciência do bem estar subjetivo para o dia a dia, aquele que faz com que a gente, digamos assim, tenha uma musculatura emocional robusta pra segurar os trancos da vida e também pra potencializar aqueles momentos muito felizes, que de tão felizes a gente sente vontade de congelar. DG – Acredito que grande parte das pessoas não saibam que a Felicidade é uma ciência. Como você se tornou Especialista em Felicidade? Todos nós temos essa busca de sermos felizes, mas a minha experiência “quase morte” foi um acelerador desse processo todo. Nos últimos vinte anos entendeu-se o seguinte: se a gente pode estudar o aspecto patológico da mente humana, a gente pode estudar os aspectos positivos, saudáveis. Então, nada mais é do que a gente entender em que condições, o que eu preciso fazer, quais ferramentas para, por um lado potencializar o bem estar subjetivo, e por outro provocar emoções positivas, provocar intencionalmente dando corpo ao que nos faz bem, e por outro calibrando essa mesma musculatura, como eu sempre digo, pra que a gente seja de fato mais resiliente. E se utilize dos desafios que vivemos na vida, inclusive para que a gente possa prosperar. Então, é ciência. Cem por cento baseada em ciência em Harvard, Stanford, e outras das principais Universidades do mundo. Eu estudei Neuropsicologia, Psicologia Positiva e fiz o curso de The Happines Office, na Universidade da Flórida e hoje eu dou curso para formar novos Felicitadores, Happiness Menagers, capazes de empreender ou de aplicar esses conhecimentos criando programas de felicidade organizacional nas empresas ou em seu próprio negócio. DG – Qual a reação dessas pessoas quando você fala sobre essa ciência? ST – Muitas empresas, organizações, já ouviram falar e até praticam ou já tem alguém de Ciência da Felicidade. Óbvio que se trata de empresas maiores. De maneira geral as pessoas não conhecem, mas tem uma percepção positiva de que é algo necessário. Por outro lado, elas também imaginam que quando a gente fala de felicidade a gente fala de ansiedade, depressão…eu costumo dizer que não sou especialista em Burnout, sou em Esperança. Em depressão? Não, em otimismo. Porque na verdade, a ciência da Felicidade, nada mais é do que a Neurociência, a Psicologia Positiva, a Neuropsicologia, as Ciências Sociais e principalmente através da Psicologia Positiva mesmo. DG – Nós nos conhecemos através do nosso objetivo em comum (eu, enquanto fotógrafa) em dar maior visibilidade e trabalhar a autoestima de pessoas com deficiência através do potencial delas mesmas. Como você começou com esse feito especial de ser “dinda” de tantas meninas com deficiência e crianças com câncer? ST – Eu sempre busquei fazer um trabalho social, isso sempre foi muito forte e presente em minha vida. A minha relação com as minhas afilhadas – pessoas com múltiplas amputações, doenças raras e gravíssimas – nasceu do desejo muito grande de dar vez e voz a essas pessoinhas que tem uma realidade palpável e tangível, dura, e que estão dispostas a fazerem o melhor da vida e que estão dispostas a aprenderem a lidar com as dificuldades. Durante toda a minha carreira, independente dos papéis que eu estivesse vivendo, eu me propunha a dar voz à diversidade, dar voz à pauta do “diferente” de uma maneira muito orgânica, buscando mostrar a representatividade. Isso sempre foi algo que tinha uma importância muito grande pra mim. E isso está diretamente relacionado a esse espectro de ciência da Felicidade, porque não há como ser feliz não fazendo outros felizes. Uma das receitas da felicidade é exatamente a pauta “como eu lido com o outro”. A ciência comprova que quando em me coloco a serviço do outro eu estou sendo, em suma, o mais feliz que eu posso ser. Isso tudo pode ser comprovado por exames que vão de ressonância magnética a exames hormonais. E não se trata de uma sensação momentânea, é uma felicidade duradoura. Na nossa relação (eu sendo dona de editora e sempre tendo publicado muito e você com a fotografia), esse propósito em comum de dar representatividade sempre foi um dos tantos caminhos. Falo sempre que as meninas precisam de próteses, mas elas precisam ter também uma musculatura emocional bem forte porque os desafios não finalizam. Existe um desafio comportamental em tudo isso. DG – Nos últimos dez anos você sentiu haver uma maior visibilidade e maiores oportunidades para