Conheça Sandra Teschner: a especialista em felicidade

Uma vida feliz e com bem estar é o sonho de muitas pessoas. Dentro desta perspectiva, trabalha a happiness trainer, Sandra Teschner que mostra que é possível desenvolver a felicidade. A profissional mostra que a felicidade é algo que pode ser alcançado; ela atrela o sentimento ao interior do indivíduo A baiana já conquistou uma marca importante: mais de um milhão de pessoas já passaram por seus cursos e treinamentos. Cursos que ensinam, na prática, a desenvolver a felicidade. Cursos que oferecem certificados, inclusive, internacionais, e que são, portanto, devidamente reconhecidos. Atuando como ‘desenvolvedora’ de felicidade desde 2014, ela tem rodado o Brasil ministrando seus ensinamentos em cidades muito distintas. Recentemente, por exemplo, esteve em duas regiões extremamente diversas: o norte e o sul do país. O fato de que já ensinou ‘um milhão de felizes’ (como ela faz questão de se referir aos formandos) além de sinalizar, obviamente, o interesse das pessoas, traz outro dado, como ela salienta. “Eu comecei em 2014 ministrando cursos, palestrando, e hoje sei que, aliás, já desenvolvi mais de um milhão de felizes. Por isso, fico muito grata e estimulada a continuar meu trabalho. Acho que as pessoas já entenderam que a felicidade é passível de treinamento, sim! Não é algo intangível ou que depende do externo. As situações ruins sempre vão existir, mas como aprendemos a lidar com elas, preservando nosso bem estar e desejo de sermos felizes, faz toda a diferença”, enfatiza. A especialista finaliza dizendo que a felicidade não está atrelada a fatores externos e sim ao interior, como uma resolução individual. Fonte: https://jornaldebrasilia.com.br/blogs-e-colunas/analice-nicolau/conheca-sandra-teschner-a-especialista-em-felicidade/amp/
O que faz um líder ser humanizado e outro ser autocentrado?

Hoje estamos sentidos, uns mais tristes, outros menos. A derrota sempre vem com um elemento estranho que vai além do acontecimento em si. É sobre não saborear a alegria da vitória, sobre a perda de algo que se sonha. Sabemos. A saída do técnico Tite de campo, sem recepcionar seu time, que chorava desolado, sem prover sua equipe de respeito e consolo é deixar claro que o “ O que” suplante o “ Por que”, o sentido maior de pertencimento, que um verdadeiro líder provém na alegria e na tristeza, assumindo sua parte no resultado. O técnico do Japão Hajime Moriyasu, ao ver seu time eliminado, reverenciou a torcida, abraçou seu time e os agradeceu. Ok. Você pode dizer que é cultural, e a forma, é. Mas o “Como” faz parte de uma inteligência sócio emocional bem treinada e uma liderança positiva colocada em prática, menos ego, mais eco! Enquanto um acolhe, o outro repele. E não só o time, mas a torcida também, que além de ficar órfã do título da vitória, perde a total conexão com aqueles que por algumas semanas fizeram parte do inconsciente positivo coletivo. Ganhar ou Perder não é uma escolha linear. Como agir a partir daí, sim, é!
Afinal, o que é a ciência da felicidade?

Por Sandra Teschner A felicidade é sempre encontrada no lado positivo de qualquer conceito. Ser feliz é um estilo de vida, uma decisão que tomamos. A manutenção deste estado de ser (e nunca de ter) se dá através de ações intencionais que escolhemos realizá-las no nosso dia a dia. O que temos é o agora, e é nele que temos de nos conectar e viver da melhor maneira que conseguirmos. Quem é você neste novo cenário? Quais mudanças você está apto a fazer, agora que o mundo apertou botão do pause, nos deixando confinados com a mobilidade reduzida? Tudo o que você e eu controlamos são nossas atitudes. Em nosso mundo, antes de sermos conscientes, já começamos a receber a informação de que felicidade é algo que vem de fora, uma joia a ser entregue a nós, por sorte ou merecimento, uma estrela com a qual nascemos ou na qual iremos tropeçar como por acaso ou obra divina. Certo? Errado! A felicidade não está em lugar nenhum, é uma construção. A ciência entende hoje que a FELICIDADE depende bem menos das circunstâncias do que acreditamos! Por exemplo, a ciência prova que 40% da nossa felicidade depende das escolhas que fazemos e são passíveis de ser aprendidas. Ainda que fatores pessoais, sociais e culturais interfiram no resultado genérico de pesquisas, algumas delas são unânimes nas mais diversas partes do mundo. Já 50% da nossa felicidade é definida por fatores genéticos e 10% determinada pelas circunstâncias. Por isso, é possível afirmar que a felicidade pode ser aprendida. Quer aprender a ser feliz? Os cursos e palestras desenvolvidos por mim, Sandra Teschner, através do Instituto Happiness do Brasil são elaborados e pensados para ensinar ciência da felicidade e mudar perspectivas pessoais e de empresas também. Acesse: www.institutohappinessdobrasil.com.br
Sandra Teschner encerra capacitação dos lojistas com bate-papo sobre Ciência da Felicidade no Shopping ABC

Em parceria com o Grupo AD Shopping, treinamento aborda temas como inteligência socioemocional, felicidade no trabalho e comunicação consciente O Shopping ABC, em parceria com o Grupo AD Shopping, realiza, no dia 25 de outubro, às 10h, o último módulo do programa de treinamento e capacitação voltado para as lideranças das lojas. Nesse encontro, o tema abordado é Ciência da Felicidade, ministrado por Sandra Teschner, especialista no assunto e fundadora do Instituto Happiness do Brasil, que trabalha importantes temas como inteligência socioemocional, felicidade no trabalho e comunicação consciente. Uma continuação do primeiro encontro com Sandra no treinamento – realizado em agosto -, a especialista conta que dessa vez o destaque da capacitação será na inteligência socioemocional. “Como podemos reconhecer as próprias emoções e usá-las quando lidamos com outras pessoas? Vamos conversar muito sobre autoconhecimento e como usar técnicas para melhorar no relacionamento com as pessoas e compreender por qual motivo as pessoas agem da forma que agem”, comenta Teschner. O programa de treinamento e capacitação é realizado exclusivamente para proprietários, gerentes e supervisores das lojas do centro de compras. “Foram dois encontros com temas atuais e muito relevantes para a rotina de cada um, inclusive este terceiro e último bate-papo. A ideia foi justamente trazer assuntos que todos possam levar para cada loja e apresentar também aos seus funcionários”, destaca a gerente de marketing do Shopping ABC, Flavia Tegão. Os treinamentos tiveram início em agosto deste ano e todos os módulos foram realizados em uma das salas de cinema do empreendimento, inclusive este último. As lojas participantes ainda concorrem a vales-compra e participam de um café da manhã exclusivo. ServiçoTerceiro módulo do Programa de Treinamento e Capacitação para LojistasData: 25 de outubroHorário: 10hLocal: Sala 1 do cinema PlayArtePúblico: somente para lideranças de lojas.Não aberto ao público geral Shopping ABC Endereço:Av. Pereira Barreto, 42, Vila Gilda – Santo André – SP Telefone e WhatsApp: (11) 3437-7222 e (11) 95691-0070 Estacionamento visitantes: Carros 11 reais até 3 horas + 2 reais por hora adicional ou fração Sobre o Shopping ABC O Shopping ABC foi inaugurado há 26 anos no local do antigo Mappin ABC, no coração da cidade de Santo André. O empreendimento tem mais de 48 mil m² de Área Bruta Locável (ABL), mais de 265 operações, sendo 17 lojas âncoras e semi-âncoras, 6 megalojas, 33 operações de conveniência e serviço, academia, cinema e alameda gastronômica com destaques de restaurantes como Calle 54, Jangada, Jeronimo, Paris 6 Petit, Pecorino, Outback, Saj e Super Grill Express, entre outros, e mais de 2 mil vagas de estacionamento. O shopping também conta com a certificação internacional I-REC que reconhece que 100% da energia consumida pelo empreendimento são provenientes de fontes renováveis. Sobre o Grupo AD Shopping A AD Shopping, maior administradora independente de shopping centers do País, está presente em todas as regiões brasileiras. Seu portfólio é composto por 42 empreendimentos de diversos formatos, localizados tanto nas capitais quanto no interior. São mais de 30 anos de experiência em desenvolvimento, planejamento, comercialização e gestão de shopping centers. O Grupo AD lançou, em 2021, a AlugueON, plataforma digital de locação de lojas e merchandising, que facilita a prospecção dos locatários na obtenção do ponto comercial em sua estratégia de expansão comercial, seja em lojas, seja em quiosques ou mídia no mall. Visite: www.adshopping.com.br, www.admall.com.br e www.alugueon.com.br.
Treinamento em ciência da felicidade impacta milhares de lojistas em todo o Brasil.

O treinamento para lojistas de mais de 26 shoppings pelo Brasil, que aconteceu entre agosto e outubro de 2022, com foco em inteligência emocional e social, impactou mais de 5 mil profissionais, levando o estudo da Ciência da Felicidade para o ambiente de trabalho de todas essas pessoas. Liderança e inteligência emocional forma os temas trabalhados nas palestras lideradas por Sandra Teschner e convidados. A parceria do Instituto Happiness do Brasil com a AD SHOPPING teve como base as pesquisas que apontam que funcionários felizes são 31% mais produtivos, vendem 37% a mais do que seus pares “não felizes”, e tem 75% de terem mais sucesso através do seu otimismo, além de serem mais bem remunerados no futuro. O objetivo do treinamento para lojistas criado por Sandra Teschner é mostrar que a ciência da felicidade tem um impacto maior no desempenho do trabalho, do que o próprio “engajamento”, considerado há tantas décadas, chave imperativa para o sucesso dos negócios. Com temas como “se te rouba a paz é caro demais”, o treinamento trouxe ferramentas e ações para não sucumbir ao caos. “Eu fico literalmente feliz de ver um grupo a frente de tantos shoppings tomar essa iniciativa de levar esse treinamento para lojistas e colaboradores”, fala Sandra Teschner. SOBRE SANDRA TESCHNER Chief Happiness Officer, ela conquistou certificação na FLORIDA INTERNATIONAL UNIVERSITY (FUI) no curso com tema: “Gestão da Felicidade”, focado em mostrar como é importante para qualquer organização ter um Gestor da Ciência da Felicidade e fundou o Instituto Happiness do Brasil, é um dos nomes que inspirou o livro por toda seu estudo e trabalhos envolvendo a relação da Ciência da Felicidade com a saúde das empresas. O projeto experimental Plantando Happiness criado por ela em 2019 atingiu um público de aproximadamente 73 mil pessoas. Madrinha de Jessica, resultado de um relacionamento nascido em rede social. Tem o privilégio de guiá-la pelos caminhos da autoestima e da Felicidade. Ativista de causas sociais, amadrinha crianças multiplamente amputadas, crianças com câncer, além de proporcionar visibilidade e valorizar o trabalho de pessoas com síndromes e transtornos mentais. Sandra formou-se em turismo na Alemanha e especializou-se em História da Arte na Espanha, finalizando o curso do museu de Salvador Dali. Além disso, foi diretora de cultura do Stadtzeitung GMBH – então, segundo maior semanário da Alemanha, onde criou também um dos primeiros sistemas de venda online de tickets para eventos culturais do país. É autora do livro “O outro lado da Estrela” , “Sanletrando” e “Jessyborg – Desista de Desistir”
A Ciência da Felicidade

Uma entrevista com a especialista em The Happiness Office, Sandra Teschner. Por Daniela Gama Ao menos uma vez na vida, todo ser humano já deve ter se perguntado: o que é felicidade? E mais ainda: Será que eu sou mesmo feliz? Apesar de tantos estudiosos falarem a respeito da felicidade ao longo dos séculos, não havia dado a algo tão importante uma conotação e embasamentos científicos, até pouco tempo atrás. O fato é que agora, depois de tantos estudos em universidades renomadas do mundo, descobriu-se que sim – a felicidade é uma ciência! E quem vai contar pra gente, em detalhes, é a nossa querida Sandra Teschner, especialista em Felicidade pela Universidade da Flórida, San, como eu costumo chamar, é Escritora, Publisher, Comunicadora, Palestrante e muito mais. O nosso bate papo sobre felicidade foi uma delícia, que compartilho aqui com vocês. DG – Eu te conheço há alguns anos e sei que são muitas as suas qualificações e os adjetivos que podemos empregar para fazermos referência à você, mas conta para os nossos leitores: Quem é Sandra Teschner? ST – Tem uma frase que eu gosto muito, que é assim: “Eu respondo facilmente ao meu ponto G: ser Grata, Generosa e Gentil”. Acima de tudo eu sou alguém feliz, intencionalmente feliz, que fez dessa construção de felicidade própria e de ensinar aos outros e de propagar a felicidade passível de ser aprendida, e fiz disso minha missão de vida. Então, enquanto eu acreditei em algum momento da minha vida, que eu nasci para ser comunicadora, nasci pra ser isso, nasci pra ser aquilo, na verdade eu buscava caminhos de agir pelas razões certas. De trazer a ciência do bem estar subjetivo para o dia a dia, aquele que faz com que a gente, digamos assim, tenha uma musculatura emocional robusta pra segurar os trancos da vida e também pra potencializar aqueles momentos muito felizes, que de tão felizes a gente sente vontade de congelar. DG – Acredito que grande parte das pessoas não saibam que a Felicidade é uma ciência. Como você se tornou Especialista em Felicidade? Todos nós temos essa busca de sermos felizes, mas a minha experiência “quase morte” foi um acelerador desse processo todo. Nos últimos vinte anos entendeu-se o seguinte: se a gente pode estudar o aspecto patológico da mente humana, a gente pode estudar os aspectos positivos, saudáveis. Então, nada mais é do que a gente entender em que condições, o que eu preciso fazer, quais ferramentas para, por um lado potencializar o bem estar subjetivo, e por outro provocar emoções positivas, provocar intencionalmente dando corpo ao que nos faz bem, e por outro calibrando essa mesma musculatura, como eu sempre digo, pra que a gente seja de fato mais resiliente. E se utilize dos desafios que vivemos na vida, inclusive para que a gente possa prosperar. Então, é ciência. Cem por cento baseada em ciência em Harvard, Stanford, e outras das principais Universidades do mundo. Eu estudei Neuropsicologia, Psicologia Positiva e fiz o curso de The Happines Office, na Universidade da Flórida e hoje eu dou curso para formar novos Felicitadores, Happiness Menagers, capazes de empreender ou de aplicar esses conhecimentos criando programas de felicidade organizacional nas empresas ou em seu próprio negócio. DG – Qual a reação dessas pessoas quando você fala sobre essa ciência? ST – Muitas empresas, organizações, já ouviram falar e até praticam ou já tem alguém de Ciência da Felicidade. Óbvio que se trata de empresas maiores. De maneira geral as pessoas não conhecem, mas tem uma percepção positiva de que é algo necessário. Por outro lado, elas também imaginam que quando a gente fala de felicidade a gente fala de ansiedade, depressão…eu costumo dizer que não sou especialista em Burnout, sou em Esperança. Em depressão? Não, em otimismo. Porque na verdade, a ciência da Felicidade, nada mais é do que a Neurociência, a Psicologia Positiva, a Neuropsicologia, as Ciências Sociais e principalmente através da Psicologia Positiva mesmo. DG – Nós nos conhecemos através do nosso objetivo em comum (eu, enquanto fotógrafa) em dar maior visibilidade e trabalhar a autoestima de pessoas com deficiência através do potencial delas mesmas. Como você começou com esse feito especial de ser “dinda” de tantas meninas com deficiência e crianças com câncer? ST – Eu sempre busquei fazer um trabalho social, isso sempre foi muito forte e presente em minha vida. A minha relação com as minhas afilhadas – pessoas com múltiplas amputações, doenças raras e gravíssimas – nasceu do desejo muito grande de dar vez e voz a essas pessoinhas que tem uma realidade palpável e tangível, dura, e que estão dispostas a fazerem o melhor da vida e que estão dispostas a aprenderem a lidar com as dificuldades. Durante toda a minha carreira, independente dos papéis que eu estivesse vivendo, eu me propunha a dar voz à diversidade, dar voz à pauta do “diferente” de uma maneira muito orgânica, buscando mostrar a representatividade. Isso sempre foi algo que tinha uma importância muito grande pra mim. E isso está diretamente relacionado a esse espectro de ciência da Felicidade, porque não há como ser feliz não fazendo outros felizes. Uma das receitas da felicidade é exatamente a pauta “como eu lido com o outro”. A ciência comprova que quando em me coloco a serviço do outro eu estou sendo, em suma, o mais feliz que eu posso ser. Isso tudo pode ser comprovado por exames que vão de ressonância magnética a exames hormonais. E não se trata de uma sensação momentânea, é uma felicidade duradoura. Na nossa relação (eu sendo dona de editora e sempre tendo publicado muito e você com a fotografia), esse propósito em comum de dar representatividade sempre foi um dos tantos caminhos. Falo sempre que as meninas precisam de próteses, mas elas precisam ter também uma musculatura emocional bem forte porque os desafios não finalizam. Existe um desafio comportamental em tudo isso. DG – Nos últimos dez anos você sentiu haver uma maior visibilidade e maiores oportunidades para
O aprendizado constante te direciona à felicidade plena.
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Fundadora do Instituto Happiness do Brasil, Sandra Teschner pontua a polarização das emoções, e a formação para a felicidade como uma das chaves para combater a ansiedade que assola os brasileiros.

Felicidade, às vezes, é só uma questão de equalizar as dores e reduzir o que nos consome a alegria. Gente feliz fica com raiva, triste, ansiosa; mas não fica lá Estamos emocionalmente polarizados, poucos estão bem. Vivemos uma era de super resilientes se contrapondo a ansiosos. De praticantes de mindfulness a nostálgicos profissionais. Transita entre transtornos psicopatológicos, em todo o mundo, uma ciência robusta que oferece saúde física e mental: é possível ser mais feliz com aprendizagem e técnica. Contudo, estamos confusos demais para enxergar a saída: “em tempos difíceis como esses, melhor, não fazer estardalhaço sobre o tema felicidade”. Entenda por quê. Interessante, instigante, mas real. A frase acima é uma constante até mesmo em empresas que contratam treinamento, palestras e consultoria para implantação de programas de felicidade corporativa; na hora de comunicar ao colaborador ou ao cliente preferem usualmente uma nomenclatura menos happy, uma espécie de eufemismo funcional: “melhor mudar o discurso para não parecer que não estamos entendendo o momento de crise mundial. Falar para ser mais feliz numa hora dessas, pode não pegar bem”. Por se tratar de uma abordagem relativamente nova (“Psicologia Positiva”, Martin Seligman, 2004), há ainda muito a ser digerido sobre sua aplicabilidade e a falha na comunicação se dá exatamente pelo amplo desconhecimento do que é a ciência do bem estar, ou como outros autores preferem, provavelmente para se precaverem de serem taxados de felizes, a auto ciência ou a ciência do ser integral. O estudo dos aspectos saudáveis do ser humano é tão relevante quanto os estudos sobre a psicopatologia. Essa foi uma grande contribuição principalmente da neurociência e da psicologia positiva nas últimas duas décadas, “fornecendo outra perspectiva de análise do comportamento humano, ao olhar para o que possuímos de melhor em nós” (Fortes e Ferreira, 2013). Estudar as características positivas da mente humana é potencializar o otimismo, altruísmo, a alegria, autoconfiança, resiliência, autoestima, esperança. Se podemos medir a doença mental e tratá-la, por que não conseguiríamos mensurar e fomentar o cuidado com a saúde mental? E é nessa resposta que essa ciência encontra seu lastro. (Ed Diener, California University, Right Management RH, Shawn Archor). Sou insistente. Não só no Instituto Happiness do Brasil, do qual sou fundadora, chama-se Ciência da Felicidade mesmo, como o programa de certificação profissional se chama “Formação de Felicitadores” (Happiness Manager na certificação americana), um estudo de caso defendido por mim para a Must University Florida, que se baseia na premissa que toda pessoa feliz “intencional”, ou seja, aquela que aprendeu a ser mais feliz, está apta a fazer outros mais felizes, conseguindo replicar o conhecimento e a prática adquiridas. É como colocar em cadência os cérebros pensante e o emocional, termos cunhados pelo professor Daniel Goleman. O intangível contágio dos bem-amados e bem-humorados encontra estudos científicos trazendo práticas e conhecimentos capazes de transformar o comportamento humano e nos afastar dos males mentais que assolam a saúde do indivíduo, por conseguinte, toda a estrutura produtiva e positiva da sociedade. Felicidade não é positividade tóxica! Vivemos uma transição. A pandemia mexeu com estruturas mentais já bastante fragilizadas antes dela. Ansiedade já é a terceira maior causa de absenteísmo nas organizações e nós ganhamos a cereja do bolo: vivemos, desde o ano de 2017, no País mais ansioso do planeta, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde. Assim como a boa forma física eleva a capacidade de viver de forma mais autônoma e disposta, o treino da “musculatura mental” nos capacita a desfrutar dos mesmos atributos. Do aprendizado ao lidar com as emoções às reações que aprendemos a escolher e a formar sentimentos com menor probabilidade de vivenciar ou causar danos. Nas organizações o alinhamento de valores e necessidades dos colaboradores, aos objetivos da empresa, devem dar a tônica da relação. Segurança mental e promoção de ambientes positivos impactam no lucro das empresas, enquanto desalinhamento entre discurso e práticas pressionam bons profissionais a resignar, um borbulho latente nesse caldeirão ansioso, estressado e carente de elementos que promovam regeneração. Assumir ações para promover positividade (não confundir com positividade tóxica, que é a versão fake do otimismo genuíno, baseado em esforço e aprendizado) nada mais é do que decifrar os códigos que promovem o bem-estar subjetivo, acionando auto responsabilidade, colocando ordem no ambiente interno, antes de elevar o dialogo à outra parte envolvida. Algo como arrumar a casa, antes de querer mudar o planeta, ou como explica o professor e psicólogo clínico Jordan Peterson no best-seller ’12 Regras Para a Vida’, “Você quer fazer do mundo um lugar melhor? Comece arrumando seu quarto!”, simples e funcional. Grande parte das pessoas que se manifesta por um mundo sustentável, ainda não separa o lixo em casa. Nas centenas de palestras que dou a públicos ecléticos, esta constatação faz parte do clássico momento coletivo mea-culpa. O improvável ficou mais provável do que costumava ser A probabilidade de algo improvável acontecer é uma das heranças da pandemia e um fator estressor de ansiedade. Incertezas e saídas de planos são quebras de sistemas. Por outro lado, a antifragilidade, teoria disruptiva inclusive para o mercado de capitais, de Nassim Taleb, encontra paralelos na psicologia positiva. Segundo Taleb as incertezas são excelentes momentos para prosperar, assim como o crescimento pela dor que algumas pessoas vivenciam, após sofrerem grandes perdas. O antifrágil não é um fenômeno de resiliência onde o corpo pressionado volta a posição inicial, mas que prospera, cresce sob pressão, algo como uma resiliência 2.0, treinável. O professor Tal Ben Shahar, que criou o curso mais popular de Harvard, diz: “O papel da ciência da felicidade é nos ensinar quais condições podemos colocar em prática para aumentar a probabilidade de crescimento a partir das dificuldades”. A ansiedade é útil, apesar de desconfortável, estimulando o indivíduo a entrar em ação, porém, em excesso, faz exatamente o oposto, congelando reações e transformando um estado em situação permanente, ultrapassando o efeito da funcionalidade. Quase ninguém está realmente bem, é como se todos dançassem fora do compasso e alguns não fossem mais
INSTITUTO HAPPINESS DO BRASIL PROMOVE O CURSO DE GESTÃO DA FELICIDADE PARA OS PROFISSIONAIS QUE DESEJAM TER SUCESSO EM SEUS NEGÓCIOS

Mais de 500 mil vidas já foram impactadas pela CIÊNCIA DA FELICIDADE. No próximo dia 10 de agosto, começa o curso de formação de Felicitadores idealizado pelo Instituto Happiness do Brasil, fundado por Sandra Teschner. O profissional interessado irá aprender a Ciência da Felicidade, suas ferramentas e benefícios para vida pessoal e profissional. O Instituto Happiness tem seu trabalho fundamentado nos pilares da Ciência da Felicidade aliada as experiências de vida. A organização promove ações, eventos, treinamentos, além de apoiar causas sociais de impacto direto na Felicidade Intencional, gerando agentes multiplicadores desse movimento positivo. Com projetos que envolvem também a formação de “FELICITADORES”, o Instituto Happiness trabalha diretamente com empresas e empresários que buscam o entendimento do sucesso alinhado a felicidade.Vale destacar que o Instituto está cada vez mais interessado na promoção do bem-estar subjetivo, qualidade de vida e felicidade e atua como centro de pesquisa neste campo, oferecendo ferramentas práticas para o aumento de felicidade nos níveis individual, interpessoal, organizacional e nacional. Ser feliz pode ampliar os rendimentos Salários variam de R$ 15 mil a R$ 40 mil reais mensaisSer feliz dá lucroDe acordo com uma pesquisa feita pela “Harvard Business Review”, colaboradores felizes são 31% mais produtivos, 85% mais eficientes e 300% mais inovadores. Para as empresas, este impacto resulta, ainda, em 55% menos demissões e uma probabilidade 125% menor de casos de burnout. Dinâmica do curso para Felicitadores Serão 10 encontros, sempre as quartas-feiras das 19h às 21horas. O inicio será no próximo dia 10/08. As vagas são limitadasVale destacar que as mentoras dos grupos interessados são Fabiola Prado (especializada em Coach de Negócios e de Relacionamentos), Maria Albuquerque (formada em Coach pelo IBC, analista comportamental e especialista em comportamento humano) e Sandra Teschner (fundadora do Instituto de Happiness do Brasil, centro de estudos e projetos de Felicidade Intencional).Serviço: Mais informações acesse o link: https://www.felicitadores.treinamentosdesenvolvida.com.br/ ou encaminhe um email para contato@desenvolvidabr.com.br Fonte: https://www.partnersales.com.br/noticia/instituto-happiness-do-brasil-promove-o-curso-de-gestao-da-felicidade-para-os-profissionais-que-desejam-ter-sucesso-em-seus-negocios
LIDERADO POR SANDRA TESCHNER, TREINAMENTO PARA LOJISTAS COM FOCO EM CIÊNCIA DA FELICIDADE CHEGA A 26 SHOPPING DO BRASIL

O treinamento para lojistas, que acontece entre agosto e outubro de 2022, com foco em inteligência emocional e social, é uma parceria do Instituto Happiness do Brasil com a AD SHOPPING. Liderado pela Chief Happiness Officer Sandra Teschner e fundadora do Instituto, o treinamento também contará com a participação de outros membros associados ao Instituto e trará todo conhecimento em Ciência da Felicidade para ser o pilar de bate-papos que tem como objetivo mostrar o impacto da felicidade no trabalho. As pesquisas mais atuais já provam que funcionários felizes são 31% mais produtivos, vendem 37% a mais do que seus pares “não felizes”, e tem 75% de terem mais sucesso através do seu otimismo, além de serem mais bem remunerados no futuro. O objetivo do treinamento para lojistas criado por Sandra Teschner é mostrar que a ciência da felicidade tem um impacto maior no desempenho do trabalho, do que o próprio “engajamento”, considerado há tantas décadas, chave imperativa para o sucesso dos negócios. O que torna a afirmação ainda mais interessante é que a pessoa feliz é consequentemente mais engajada em suas atividades, e, enquanto o fator “engajamento” remete o colaborador à lucratividade para a empresa, sem necessariamente haver um ganho percebido para ele, a Felicidade é um ativo para o indivíduo, em qualquer segmento de sua vida. “A ciência da felicidade prova que pessoas “felizes” são mais produtivas, mais criativas, adoecem menos, são mais resilientes e engajadas. Empresas felizes são mais produtivas, criativas, resilientes e vende melhor. Líderes felizes sãos melhores negociadores, lidam melhor com as adversidades e impactam positivamente as organizações”, Sandra Teschner. Com palestras sobre inteligência sócio-emocional e felicidade no trabalho, o treinamento tem como objetivo: “Eu fico literalmente feliz de ver um grupo a frente de tantos shoppings tomar essa iniciativa de levar esse treinamento para lojistas e colaboradores”, finaliza Sandra Teschner. SOBRE SANDRA TESCHNER Chief Happiness Officer, ela conquistou certificação na FLORIDA INTERNATIONAL UNIVERSITY (FUI) no curso com tema: “Gestão da Felicidade”, focado em mostrar como é importante para qualquer organização ter um Gestor da Ciência da Felicidade e fundou o Instituto Happiness do Brasil, é um dos nomes que inspirou o livro por toda seu estudo e trabalhos envolvendo a relação da Ciência da Felicidade com a saúde das empresas. O projeto experimental Plantando Happiness criado por ela em 2019 atingiu um público de aproximadamente 73 mil pessoas. Madrinha de Jessica, resultado de um relacionamento nascido em rede social. Tem o privilégio de guiá-la pelos caminhos da autoestima e da Felicidade. Ativista de causas sociais, amadrinha crianças multiplamente amputadas, crianças com câncer, além de proporcionar visibilidade e valorizar o trabalho de pessoas com síndromes e transtornos mentais. Sandra formou-se em turismo na Alemanha e especializou-se em História da Arte na Espanha, finalizando o curso do museu de Salvador Dali. Além disso, foi diretora de cultura do Stadtzeitung GMBH – então, segundo maior semanário da Alemanha, onde criou também um dos primeiros sistemas de venda online de tickets para eventos culturais do país. É autora do livro “O outro lado da Estrela” , “Sanletrando” e “Jessyborg – Desista de Desistir”