Observo a decadência de Estrelas no Brasil . Terei de contextualizar:
Esnobe, vem de “Sem Nobreza” . O berço da “ feira das vaidades” traz os alpinistas sociais sem escrúpulos, na tentativa de integrar a elite. Obsessivos por status, ganância, poder . No séc. XIX ou agora, o que mudou foi a velocidade e o alcance. Se o autor outrora focava nos aristocratas decadentes e burgueses em disputa, hoje vemos o mesmo espetáculo mesquinho numa plataforma de dimensões sem precedentes, que responde pelo nome de redes sociais.Alpinistas de visibilidade, de engajamento, de seguidores, que viram juízes, sem qualquer mérito para isso, verdadeiros carrascos, ou postam-se na condição autointitulada de sábios, já que sentem-se no Olimpo das atitudes. Opor-se às suas pretensões é buscar massacre. Defendem a narrativa que os traga mais prestígio, “ Sem Nobreza”. Pseudo-heroínas ou -heróis, sem lastro que os abone, assassinam reputações, fazem malabarismo com os fatos, e esbaldam-se à hipocrisia – onde as ações não correspondem ao discurso, em praças públicas, a um toque dos dedos. Atentos! Os manipuladores são alimentados pela relevância que vc dá a eles. Não confunda “ seguir alguém” pelo que vestem, pelos lugares que frequentam, com seguir seus exemplos, que não são exemplos de virtude , quiçá fonte credíveis de conhecimento. Seguir alguém pelo seu estilo de vida, não significa dar a essas pessoas o controle do seu pensamento. Liberte-se. Aceite ainda que um artista pode ser um grande intérprete, mas nada entende de movimentos relevantes para a sociedade. Tampouco são exemplos de compaixão, empatia pq postaram o cachorrinho sofrido. Quanta gente manipulando e sendo manipulada, achando ser a vida um mero reality show . Crueldade e futilidade queimam nas fogueiras dos mais diversos perfis. Há uma demanda de coerência em pauta. A exemplo, vemos feministas “assumidas” que ativam o machismo estrutural cravejado na própria vaidade e apedrejam. Bandidos e mocinhos trocam de papéis em completa falta de Luz. Não é esse o nome do personagem de @marinaruybarbosa ? #luz #omundoéummoinho mas é #horadevirarojogo #vcémelhordoqueisso
Alguém tem de falar! O gatilho da narrativa.
Ao contrário do que a selfie sugere, não sou amiga pessoal de @donatameirelles , nos encontramos ao longo dos anos em eventos. E pronto. Ela, agora ex-dir. da Vogue Brasil, tem um currículo que transcende e muito a relação com essa revista, que perde com a sua saída. Como qualquer um que a siga em redes sociais, sabe-se que se trata de uma mulher de bem com a vida, apaixonada pela Bahia, terra de seu marido ( e minha). A polêmica envolvendo seu aniversário, tendo numa foto que a retrata sentada no centro, numa cadeira colonial ( usada por “sinhás”, mas tb no candomblé ) com baianas à sua volta, foi o alvo dos ataques fervorosos à sua conduta. Vamos lá. A Assoc. das Baianas de Acarajé (Abam) afirmou através de sua coordenadora, que fora contratada para fazer o receptivo da festa e explica: “As cadeiras não estavam representando escravidão, muito menos estávamos sendo submetidas ao papel de escravas.”, “Aquelas cadeiras espalhadas pelo espaço da festa eram para as baianas sentarem. Durante a foto, nós que sugerimos que a Donata sentasse na cadeira, no centro de todas. Afinal, a aniversariante é o centro das atenções. “ A Foto de capa acima, mostra isso. Mas a narrativa do “ politicamente correto” não respeita os fatos. Trata-se de falar, postar, viver em público enaltecendo uma narrativa política pronta, e vc declara seu pertencimento a ela. Pretensiosa, se autointitula de “ correta”, ainda que a verdade, vire mera coadjuvante na guerra dos princípios fictícios. As baianas retratadas no exercício de sua profissão, estão sendo atacadas, muito além das redes sociais. Estranhamente no ódio, sem distinção de raça. Quantos racistas hipócritas, apontam a aniversariante e as baianas, embriagados de pura soberba? Atentos! Suas atitudes reais perante as questões morais, éticas, definem quem vc é, não um conjunto de valores forjado para autossustentar uma política. Assassinos de reputações, encharcados de ódio, respingam. Pena que tão poucos tenham consciência disso e saiam dessa, molhados. #horadevirarojogo #chegadehipocrisia#anarrativaéficção #maisamorporfavor#hatersgonnahate
Sandra Teschner e Profashional Editora se unem à Thaila Ayala em leilão beneficente na Luis Maluf Art Gallery em SP
Luis Maluf, Thaila Ayala e Sandra Teschner O Cidades Invisíveis, projeto nascido em Florianópolis para ajudar comunidades carentes da região, ganhou o coração da Profashional, que abraçou a ideia e vem trabalhando em parceria com essa ação social desde que teve contato com a causa através da atriz Thaila Ayala, madrinha do projeto e capa da edição especial de aniversário de 15 anos da Revista Profashional. Acreditando nesse potencial, Sandra Teschner, publisher da Profashional Editora, uniu todos os envolvidos para realizar um leilão beneficente, que aconteceu nesta semana na Luis Maluf Art Gallery, no Jardim Paulista, com a participação de Thaila Ayala e doação do espaço por Luis Maluf, que comemorou neste mesmo dia quatro anos de sua galeria. “O projeto é um daqueles que se traduz mais ou menos assim “realizei meus sonhos” e a gente sonha junto. O leilão beneficente para o Projeto Cidades Invisíveis foi um sucesso absurdo! Comunidades carentes renascendo pela arte e trabalho incansável de uma figura linda chamada Samuel, e da madrinha do projeto, minha amada Thaila Ayala”, fala Sandra. A Galeria já é conhecida por ser um espaço de experimentação que traz ao público toda variação da arte contemporânea e eventos que geram debates e discussões sobre a produção artística brasileira. O evento, que tem inspiração na exposição já realizada pela Profashinal no espaço onde foi feita a festa em comemoração aos os 15 anos e lançamento da Revista Profashional, trouxe telas da própria galeria e de artistas ligados ao Cidades Invisíveis, que transformam imagens reais em verdadeiras obras de arte estampadas em camisetas, telas e outras peças que tem toda a venda revertida para doações feitas às comunidades atendidas. www.projetocidadesinvisiveis.com.br
Projeto Cidade Invisíveis
E eu? Pode me chamar de costureira! Parece cena de final de filme tipo “ simplesmente amor”, quando tudo dá certo, os envolvidos comemoram por uma boa causa, o espaço é alternativo-cult e todo mundo fica feliz. Certo? Mas é melhor aqui, porque é real! Ontem o meu muito amado @maluf_luis inaugurou sua casa em pétit comitê , um projeto daqueles que se traduz mais ou menos assim “ realizei meus sonhos” e a gente sonha juntos. O leilão beneficente para o @projetocidadesinvisiveis foi um sucesso absurdo! Comunidades carentes renascendo pela arte e trabalho incansável de uma figura linda chamada Samuel, e da madrinha do projeto, minha amada @thailaayala . A @revistaprofashional que expôs com paixão o projeto e apadrinhou com luz. Falta na Foto @dricaprosa para quem eu tive de dizer “ Calma! O tempo tem seu próprio tempo , bai dar certo” e só pra entendimento, isso normalmente seria o contrário. E Eu? Costurei a história toda. Obrigada people por sermos colcha de retalhos multicores!
E quem está vestindo muito além da camisa? UNIFORME TODINHO!!!
Com direito a @calcadospiccadilly ( o que me deixa ainda mais feliz!). Posso dizer? FOI SHOW! De cara, o reencontro gostoso com a Terezinha ( Santos da “Patachou” , lembram?)@tsstudiodesign , responsável pelos uniformes da @azulinhasaereas , ela cria, faz, acontece, eu dou vida e imaginação aos colaboradores que ao usá-lo, captam o sinal de pertencimento com o pensamento da pele . Um trabalho delicioso embasado na fonte de todas as sedes, a autoestima, autoconfiança. Obrigada @claucarioca2405 pela confiança e paixão pelo trabalho que enriquece o meu. Delícia te encontrar. Turma toda maravilhosa , assim ganhamos todos juntos mais um dia para recordar em nossa vida “ persona corporativa” 🤣😉
A camiseta da minha modelo Rafa, com sua Mulher-Maravilha, é muito simbólica para esse dia.
Realizamos um editorial de moda para o Blog #garimpotatuapé ( feito pela @profashional_editora ) e para a @revistaprofashional com 10 meninas do nado artístico do @inspara.instituto(passem o dedinho para ver as fotos). A ideia veio de minha amiga e parceira profashional, a stylist @micsimoes e o @complexotatuape abraçou com a gente o projeto. Antes mesmo de vermos o resultado concreto, o dia já foi um sucesso de causa, efeito. Entre libras, sondas, formas e maneiras de comunicação e locomoção, há algo claro em comum. Essas pessoas são como qualquer uma de nós e querem viver seus momentos de moda, make, fotos, pequenas atitudes tão comuns a seres da mesma idade. Gente a gente trata como gente e pronto. Só é realização de sonho, porque não é óbvio, não é esperado nem normalmente lhes é dada a oportunidade de mostrar seus talentos. Bem, eu saí mais uma vez extremamente feliz por nunca ter duvidado que o mundo pode ser um lugar legal pra se viver se, e somente se, a gente trocar de papéis e aceitar o outro exatamente como ele é. Que dia!!! Agradecimentos especiais a @renatambbarros e @flategao_mae_do_octavio . Está lindo fashion, bacana, inclusivo e feliz!
“Há poucas coisas tão fatalmente contagiosas como a alegria das pessoas sérias.”
Me representa. É isso. E se vc tem “medo” de gente de postura séria, é vc quem tem um problema. Resolva.
VAMOS NOS CONCILIAR?
Proponho, nessa segunda- feira (e eu adoro esse dia, nasci num deles às 7h20 da manhã e nunca mais parei de trabalhar com alegria!), rever conceitos, cobrar respostas, nos unirmos com foco. Jogar pedras, ainda que virtuais, não trará o presente que queremos, até porque o ideal é lúdico, e Alices, como sabemos, também estão por aí em busca de um país pra chamar de seu. O Nordeste é a região mais duramente castigada pelo coronelismo arcaico, pelo cabresto socioeconômico, que mantém a educação longe de meus conterrâneos. Sou nordestina, baiana, e ainda que não me orgulhe de parte da população, teoricamente educada, serem coniventes com a escravatura intelectual daqueles à margem da sociedade, não é a eles a quem me refiro. O peso dos interesses pessoais, do tirar vantagens acima de tudo, sobrepujam lamentavelmente os interesses da coletividade. A chamada “esquerda intelectual” também perdeu sua graça, se era interessante ouvir Caetano cantando London, London enquanto a esquerda era a idílica oposição, décadas depois de situação e extermínio da moral pública, com todos os braços direitos do presidente do partido representante da esquerda investigados, ou condenados, impedidos e presos, incluindo ele mesmo, é trágico ! Uma “dramédia” de enredo barato. O PT é responsável por números exatos e factíveis. Não se trata de opinião, de gostar da formação acadêmica ou militar de um ou de outro candidato, trata-se da real, de encarar as horas como elas são. Há 4 mandatos o Brasil elege o PT. E aí, está bom como está? A) 14 milhões de desempregados e nós estamos discutindo o que? Para quem não lembra, ou não quer lembrar. As leis trabalhistas, tão comentadas como se fora criações de esquerda, foram oriundas do governo “ditador” e de direita de Getúlio Vargas, ou o que? Cabulou a aula de história? 2) O mapa catastrófico da violência cresce exponencialmente. Em 16 anos só aumentou, mas agora, o que? Encontraram uma receita mágica? 3)Corrupção . Sempre teve, não é mesmo, então podemos perdoar o PT, é isso mesmo? Você já parou para pensar que essa “corrupção” é assassina? A Corrupção mata! O dinheiro desviado da saúde, educação, transporte, estradas, mata! Mata nos hospitais, mata no trânsito, mata o futuro da criança, do jovem que se marginaliza. É assassinato público a corrupção institucionalizadas e propaganda sem precedentes na história das civilizações. Leia sobre isso e tire suas conclusões. 4) Morre-se mais assassinados no Brasil anualmente do que em países em situação de guerra. São 62 mil assassinatos ao ano, não é um número hediondo ? Bem, I made my point e você entendeu. Jair Bolsonaro pode não ser o Amoedo dos nossos sonhos. E ressalto “sonhos”, porque ele também não conhece os muros armados da Câmara e do Congresso Nacional para fazer a política necessária para mudar a situação do país, porém é um empresário de sucesso, com propostas de centro, e poderia ter sido uma boa opção. Mas Alice… você já sabe, continua à procura de seu país, e Papai Noel tá cheio de contas pra pagar. O candidato Bolsonaro não nega ser de direita, e muitos atributos do rótulo não me agradam, são passíveis sim de discussão. Seu discurso é muitas vezes mais apelativo do que consistentemente direitista. E, sim, falou muitas vezes no calor do discurso e disse o que não devia, coisa que ele não tem negado. Mas vamos citar algumas pérolas, como ele não querer ter filho gay (problema dele, não precisamos gostar do que ele gosta, presidente não legisla!), mulher ganhar o mesmo que homem desde que nas mesmas condições, está na constituição. Mas o que? Não ganhamos? E Bolsonaro é culpado disso? Pergunte ao partido dos trabalhadores, ganhadores das últimas 4 eleições porque isso é assim. Sou mulher e não quero ganhar igual a homem, gays, lésbicas, afins, quero ganhar mais de qualquer gênero, toda vez que eu for melhor e merecer. Armas? Questão dúbia! Não sou a favor, mas sou menos ainda de ter bandidos com armamentos de guerra enquanto oficialmente nem spray de pimenta podemos ter. Façamos o candidato que não está no poder nas últimas décadas entender quais compromissos ele terá de fazer se quiser permanecer lá em cima. Mas meus amigos queridos, o resultado lamentável dos últimos 4 mandatos nós já temos. Então sim, precisamos mudar e nos posicionar para que se faça valer não os pensamentos individuais dirigindo candidato, mas sim o que a maior parte da população brasileira realmente quer. Isso sim se chama democracia. E aí? Vai ficar só “hashtageando” bandeiras de efeito, ou vai efetivamente ajudar a reconstruir o país. Sua voz e sua atitude contam. Vamos pegar as pedras do caminho, e ainda que ainda não possamos construir castelos com ela, um abrigo decente, já é um começo. Boa reflexão a todos!
Thaila Ayala, capa da edição comemorativa da Revista Profashional, prestigia festa de 15 anos da Editora
[wpvideo 8AwBSUj3] A Profashional iniciou o ano de 2018 com a tarefa de debutar em grande estilo, comemorando sucesso e um momento de disrupção, em que o novo se faz presente e sempre à frente de todos os projetos. Os 15 anos celebram as mais de 150 publicações neste período e 20 milhões de exemplares impressos anualmente em diversos segmentos. Para comemorar esse ano emblemático, a edição nº115 da Revista Profashional traz em suas páginas muito além de moda; ela chega com editoriais impactantes, projetos sociais, como o Cidades Invisíveis, no qual Thaila é madrinha, além de entrevistas com o Caito Maia, fundador da Chilli Beans, a estilista Thaís Gusmão, o fotógrafo Romulo Fialdini, a modelo Fabiana Saba, entre outros. Na capa, a atriz Thaila Ayala, que também aparece em um editorial especial fotografado por André Nicolau e em um bate-papo emocionante e revelador. O brinde à edição 115 e aos 15 anos de história aconteceu ontem, 01 de outubro, no Terrazza Rooftop, em São Paulo, e teve a presença de nomes importantes e parceiros de longa data. Thaila Ayala, estrela da capa, foi uma das celebridades presentes, além do fotógrafo que assinou o shooting da atriz, André Nicolau. O mais marcante da festa, foi uma comemoração formando um perfeito retrato do que é a PROFASHIONAL, com muita inclusão e diversidade, com a participação de paratletas e modelos amputados, com propósito! Sempre trazendo resultado a projetos sociais, com amor e moda, grandes nomes do cenário fashion nacional também estiverem no local: o estilista Reinaldo Lourenço, Alberto Hiar, da Cavalera, Thais Gusmão e Caito Maia, da Chilli Beans. Lágrimas, gargalhadas e o belo sendo reinventado. Nomes do universo digital como Sandoval Martins, CEO do Buscapé, e Mario Cuesta Presidente Executivo do IG, também se uniram à Profashional nessa noite festiva Um espaço exclusivo foi dedicado a uma exposição de arte e a venda dos quadros, além de peças da marca Cidades Invisíveis, que teve toda a renda revertida para iniciativas do projeto. “A Profashional Editora presa pelo diferencial da linguagem de um tempo, usando o formato aceito por um determinado grupo de pessoas (letras, cores, tamanhos, imagens, edições), emissão e recepção em pleno equilíbrio gerando uma comunicação sem ruídos e representando nosso custom, o cliente. Assim como a moda que se expressa através de gente e suas representações”, enfatiza Sandra Teschner , Publisher e fundadora da Profashional Editora e ela ainda faz uma importante reflexão: “Em um ano tão desafiador para muitas empresas do segmento, a Profashional usa seu conhecimento e expertise em H2H para manter-se firme, criando conteúdos relevantes, projetos inovadores e fazendo tudo com o que temos de diferencial: experiência no amor”. Fotos: Luiz Maranho
Bem temperados, apimentados, profashionalizados, felizes.
Porque entre as muitas afinidades que tenho com o @caitomaiaoficial está a certeza de que a melhor comunicação é a do abraço, que tudo inclui, que tudo exclui. Só fica o que expressa, o que tem de ficar. Adorável passar tempo e trocar momentos de arrepios com este ser de sucesso muito além do óbvio ululante, feliz! #issoéprofashional #spicypeople🌶vivemmais #chillibeans#revistaprofashional #profashional15anos#semmedodeserfeliz🙌🙌@revistaprofashional