Sandra Teschner foi uma das entrevistadas do Huffpost Brasil para a matéria : “ É possível ser feliz em 2020?”
A Chief Happiness Officer ressalta que “ é possível ser feliz em qualquer tempo, porque se trata de um estado de ser, e não de sentimentos momentâneo os. Lembra ainda que pessoas felizes sentem suas dores, a diferença bem em como lida com elas, em como ressignificam as dificuldades. Em situações complexas a todos, os felizes sem dúvida, serão os primeiros a encontrarem as saídas, já que a ciência prova a alta capacidade resiliente deste estilo de vida”. O texto na íntegra você confere abaixo. Pandemia. Ciclone. Ataque de gafanhotos. Trabalho remoto em péssimas condições. Ou ainda pior, desemprego. Racismo pra todos os lados. Um governo que parece não se importar com a educação e saúde dos mais necessitados. Passar o dia vendo ou participando de lives com uma internet horrível. E às vezes um conteúdo meio sem graça. Saudade da família. Saudade dos amigos. Saudade até de reuniões enfadonhas no trabalho. Falta de concentração pra tudo. Ansiedade lá em cima. Isso tudo sem ter direito a sentir os prazeres mais simples e importantes da vida. Tomar uma cervejinha no bar? Balançar a bunda numa festinha? Flertar com estranhos? Transar pela primeira vez com o futuro amor da sua vida? Pegar um cineminha mesmo pra ver um filme ruim? Ir num show qualquer? Esqueça. Esqueça. Esqueça. Esqueça. Esqueça. Esqueça. É pensando nesse cenário apocalíptico que resolvemos responder a pergunta: é possível ser feliz em 2020? Já adianto que a resposta é depende, mas vamos com calma. Pra começo de conversa, há um tempo o brasileiro já não estava muito feliz. De acordo com o Estudo Global da Felicidade, realizado pelo Instituto Ipsos, em 2019, 61% dos brasileiros se consideraram felizes ou muito felizes. Em 2018 essa proporção era de 73%. A média global também caiu. No mundo, o índice saiu de 70% para 64% de 2018 para 2019. Saúde e bem-estar, emprego que faça sentido, sentir que a vida faz sentido, segurança pessoal e sentir que está no controle da vida foram os principais assuntos apontados pelos brasileiros como fontes de felicidade nesse estudo. Tudo que parece estar um pouco ameaçado pela pandemia do novo coronavírus e as crises de 2020. A executiva Sandra Pessini, diretora da Comunicação do Ipsos no Brasil, explica que esses dados neste momento de pandemia apontam um desafio muito grande para todos os países. Segundo ela, sete estágios envolvem a pandemia e a forma como as pessoas lidam com ela: descrença, preparação, adaptação, aclimatação, resiliência, expectativa e medo. A descrença foi vista quando as pessoas ainda não acreditavam que o vírus iria transformar nossas vidas, e o medo é o que já se vê em países onde a pandemia foi controlada, e agora há o medo do retorno à vida normal e do retorno do vírus. “Tudo isso gera uma ansiedade muito, muito grande”, explica Sandra. Uma pesquisa realizadas em 16 países pelo Instituto Ipsos para mostrar como as pessoas estão lidando com a pandemia revelou que os brasileiros são os que mais sofrem ansiedade em relação à pandemia de covid-19. “É um dado muito forte, 41% dos entrevistados estavam sofrendo por causa da pandemia. Este sentimento é mais forte entre as mulheres, é de 49%.” Por estes e outros dados, podemos então dizer que os brasileiros estão mais tristes ainda em 2020? Sandra afirma que as pesquisas recentes não fizeram essa análise, mas “o palpite é justo”. Ela lembra que existem momentos de alegria, claro, “os brasileiros começaram a fazer pães, na minha timeline pelo menos temos um monte de amigos e colegas fazendo pães, isso dá uma alegria, uma emoção positiva”. Mas ela pondera: “se fizéssemos a pesquisa da felicidade neste momento, acredito que esse resultado vai ser bem baixo”. A política também causa preocupação e as constantes crises no governo brasileiro trazem um cenário de menos felicidade. “Tem também a questão da polarização política e que no Brasil tem um lado muito agressivo, principalmente nas redes sociais. Isso tira também um pouco do sossego e atrapalha a felicidade até em família”, explica Sandra. Apesar desse cenário difícil, resolvemos conversar com pessoas com diferentes visões de mundo se é possível sermos felizes em 2020. Perguntamos para a cartunista Fabiane Langona; as jornalistas Maristela Rosa e Natália Romualdo, do canal Papo de Preta no YouTube; a especialista em felicidade Sandra Teschner; o youtuber Klébio Damas; a DJ e podcaster Laurinha Lero; o idealizador do Congresso Internacional da Felicidade, Gustavo Arns; o biomédico Jonathan Vicente; e o ator e roteirista Daniel Furlan (aqui respondendo como o personagem fictício Craque Daniel), se é possível ser feliz em 2020. Que as respostas inspirem você: Fabiane Langona é cartunista, já trabalhava em casa desenhando antes da pandemia surgir, o que a poupou do infortúnio de ter de se adaptar a esse cenário. Os demais estresses do dia a dia, porém, seguem firmes. Para ela, “a felicidade é um conceito meio abstrato, como diria o grande poeta popular Odair José ‘felicidade não existe, o que existe na vida são momentos felizes’”. Momentos assim são difíceis de viver em 2020. “Eu acho que se tu tens o mínimo de empatia e não é indiferente ao mundo ao redor, é impossível estar totalmente plena, a não ser que seja um coração gelado. Acho que agora as coisas estão piores, acho que nunca passei na minha vida por um momento tão tenso que eu tenha me sentido tão angustiada. Acho que todo mundo está muito cansado, ansioso e nervoso.” Porém, Fabiane acredita que não é impossível ter seus bons momentos no dia a dia, mesmo se for necessário se desligar um pouco do mundo. “Manter o controle é uma tarefa difícil. Eu tenho tentado levar minha vida de uma forma com que as minhas variações hormonais estejam controladas, que eu tire alguns dias para não fazer nada, uma espécie de alienação proposital. Pelo menos um dia da semana eu não vejo televisão, não leio jornal, não vejo notícias, porque isso me suga muita energia. Pra mim pelo menos é muito importante ter uns momentos de solidão
Participe do Elevate Talks do dia 22/06 às 20h20
Tema: Benefícios de ser feliz muito além do bem-estar, com Sandra Teschner. Muito além de sentir-se bem , pessoas felizes são mais produtivas, criativas, costumam ter relacionamentos mais bem resolvidos, são mais saudáveis, realizados profissionalmente e até vivem mais. E o melhor? Você aprende a ser feliz! Sandra Teschner certificada Chief Happiness Officer pela Universidade da Flórida / única brasileira palestrante na World Happiness Foundation. Dona de um currículo multifacetado é publisher, escritora, facilitadora de workshops , palestras e treinamentos em empresas e faculdades. Ativista social passional, trabalha com crianças e jovens multiplamente amputadas e de doenças raras. Ela ensina técnicas práticas e cientificamente comprovadas que geram felicidade em ambiente organizacional como na vida pessoal . Há seis anos , após sobreviver a uma Experiência Quase Morte, Sandra decidiu estudar a Ciência da Felicidade e vem realizando grandes projetos neste que é seu propósito de vida: espalhar felicidade intencional . Link para participar: https://landingpage.movimentonewage.com.br/querovivermelhor
ESPECIALISTA INDICA CINCO ATITUDES PARA TER UMA VIDA FELIZ NO PÓS-PANDEMIA
O momento que estamos vivendo (por conta da pandemia da Covid-19), o chamado Cisne Negro, é algo desconhecido, imprevisível, improvável. Buscar responder precisamente o que nos espera com previsões é irreal. Então, embasar seu bem-estar no que vai ou não acontecer gera uma expectativa que nos levará inexoravelmente à frustração. A dona dessa afirmação é Sandra Teschner* que vem estudando a ciência da felicidade desde 2014. “A felicidade é sempre encontrada no lado positivo de qualquer conceito. Ser feliz é um estilo de vida, uma decisão que tomamos”, explica ela. “A manutenção deste estado de ser (e nunca de ter) se dá através de ações intencionais que escolhemos realizá-las no nosso dia a dia.” O que temos é o agora, e é nele que temos de nos conectar e viver da melhor maneira que conseguirmos. Ela questiona: “quem é você neste novo cenário? Quais mudanças você está apto a fazer, agora que o mundo apertou botão do pause, nos deixando confinados com a mobilidade reduzida? Tudo o que você e eu controlamos são nossas atitudes.” Segundo ela, se aproveitarmos a quarentena para rever conceitos, podemos ser impactados positivamente, e quem sabe até despertar a felicidade que está adormecida em nós! Abaixo, Sandra indica cinco hábitos que vão ajudar você a dar início a uma vida mais feliz. 1) FUJA DE NOTÍCIAS RUINS AO ACORDAR Ao acordar, evite fazer da busca por notícias negativas a sua primeira opção. Você não mudará o mundo se deixar para se informar dos acontecimentos mais tarde. Estudos mostram que más notícias como primeiras do dia, aumentam em 30% a probabilidade de arruinar todo o seu dia. Respire, ouça algo que te diverte ou te deixa leve. Foto meramente ilustrativa (Foto: Getty Images) 2) EXERCITE-SE! Se você já tem o costume de praticar esportes, dê continuidade, se não praticava, use as tantas possibilidades de aulas online, ande em casa, dance. Encontre novas formas de se adaptar à realidade atual. Se você foca na solução, seu cérebro quimicamente já te ajuda a ser mais criativo, aberto a encontrar saídas. Foto meramente ilustrativa (Foto: Getty Images) 3) XÔ, PENSAMENTOS NEGATIVOS Emoções negativas nascem também de pensamentos negativos, e o nosso cérebro é mestre em nos provocar medo. Manter vivo nossos pensamentos negativos é apenas parte o design original do cérebro humano para nosso instinto mais básico: sobrevivência. Ao mesmo tempo que pensamentos negativos mantêm a segurança da espécie, eles iludem, geram expectativas imaginárias, gerando sofrimento. A boa notícia é que você pode treinar para espantar a negatividade. Substituir pensamentos ruins por pensamentos positivos e de aceitação perante o que você não pode mudar, levará você a alcançar o estado de felicidade. Foto meramente ilustrativa (Foto: Getty Images) 4) TURBINE SUA IMAGINAÇÃO Quem você quer se tornar? Esta é uma poderosa ferramenta de solução de problemas, incontáveis pesquisas comprovam que a imaginação afeta o desempenho e proporciona bem-estar. O professor de Ciência da Felicidade, Sandro Formica, explica que há estudos que já duram quatro décadas acerca da utilização da mente na imaginação do que ainda não ocorreu para conseguir o que se deseja. Se queremos alcançar algo novo, uma vida melhor por exemplo após a Covid-19, a prática da imaginação é uma excelente ideia para embasar seus pensamentos e atitudes. Criatividade e intuição serão ativados guiando-nos através da criatividade e intuição. Foto meramente ilustrativa (Foto: Getty Images) 5) SEJA SOLIDÁRIO Ajudar a alguém, construir um mundo melhor à sua volta pode lhes parecer utópico. Não é. O maior beneficiado pelas suas ações do bem é você mesmo. Este é um dado unânime na ciência contemporânea. Não é sobre quando você deposita na vaquinha virtual ou sobre quantas vezes você fez atitudes de grandiosas para a humanidade. Fiquem à vontade para fazer tudo isso, se este papel lhes cabe. Mas é sobre doar um pouco do seu tempo e atenção a quem está sozinho. Imagem meramente ilustrativa (Foto: Getty Images) É sobre repostar o post daquela pessoa que está precisando de uma força, pois abriu um novo canal (muitas vezes) de sobrevivência. É sobre comprar das empresas locais e quando não for possível valorizar as grandes que se mostrem sociais, engajadas, interessadas num mundo melhor e não no lucro a qualquer preço. Dar um telefonema, oferecer seu conhecimento gratuitamente para as pessoas durante a quarentena, cozinhar para alguém, unir pessoas, dividir o seu saber. Doar o que não usa mais, promover cidadania a seu redor, reciclar seu lixo, assumir sua parcela na conta comunitária da vida. *Sandra Teschner vem estudando a ciência da felicidade desde 2014, quando a empresária certificou-se como Chief Happiness Officer pela Universidade da Florida. Desde então, dedica-se a espalhar o conceito de felicidade por onde passa. Esse ano, ela foi a única brasileira a palestrar do World Happiness Summit, onde falou sobre a importância das redes sociais para ser feliz. Sandra também participou do podcast Silver Linings comandado por MO Gawdat, ex-CEO do Google X, com quem também conversou sobre felicidade. Fonte RG: https://siterg.uol.com.br/lifestyle/2020/06/14/especialista-indica-cinco-atitudes-para-ter-uma-vida-feliz-no-pos-pandemia/
Fique atento: Ódio destilado, não deve ser tolerado.
Incapazes, costumam culpam os outros por suas inabilidades e nada sabem sobre ecoar mais do que o a própria voz Tanto faz de que polo venha, ódio destilado não deve ser tolerado. Na vida, como em redes sociais; Delete sem dó ! Se a pausa proposta será permanente ou não depende da condensação. Nós, – felizes, somos abertos à segundas chances. O oposto ao ódio não é o amor, mas o desprezo. Não invista sua energia vital compactuando com o desgastante ódio de alguém. Supostos combatentes ao “errado”, com palavras e atos que só são fontes de negatividade, não merecem o consumo de seu bem estar Trata-se tão somente de emoções negativas estanques e desesperadas entre “odiadores” de qualquer polo. E, ufaa, Eles não são você . Aja fazendo o bem, sendo solidário, construindo, se autocuidado autoanalisando. Nenhuma mudança ocorre realmente fundamentada, se não for na ordem natural . Comece então arrumar o mundo de dentro de você, de sua casa, a seu redor e expanda o contágio positivo de suas atitudes. O resto é o mal sendo destilado por juízes alheios ao sentido da vida, que vivem angustiados com a impotência de seus próprios atos, não realizados, sabotam o ambiente alheio. Incapazes, culpam os outros por suas inabilidades e nada sabem sobre ecoar mais do que o a própria voz . Não dê chance ao que te faz mal. Retire do seu campo de visão. Afinal, eles são oponentes da sua qualidade de vida . Sandra Teschner Publisher Chief Happiness Officer
Dez hábitos para uma vida mais feliz
“Não culpe as redes sociais pelas comparações e seus efeitos negativos”, indica a empresária Sandra Teschner Estudando a ciência da felicidade desde 2014, a empresária Sandra Teschner certificou-se como Chief Happiness Officer pela Universidade da Florida. Desde então, dedica-se a espalhar o conceito de felicidade por onde passa. Esse ano, ela foi a única brasileira a palestrar do World Happiness Summit, onde falou sobre a importância das redes sociais para ser feliz. Sandra também participou do podcast Silver Linings comandado por MO Gawdat, ex-CEO do Google X, com quem também conversou sobre felicidade. Abaixo, ela indica 10 hábitos que vão ajudar você a dar início a uma vida mais feliz. 1 – Comece ESCOLHENDO ser feliz, lembrando que não há caminho fácil fora da zona de conforto. Mas você não está em busca da facilidade, e sim da felicidade. 2 – O que faz você feliz? Se não tem uma resposta pronta, para pensar e anote. Leia, releia em voz alta para aquela pessoa que te conhece bem, risque, rabisque, mude de ideia. A Ciência da Felicidade explica que o simples ato de pensar numa “lista feliz” já te traz um momento feliz. E você ainda sai ganhando em autoconhecimento. 3 – E por falar em autoconhecimento, não passaremos incólumes a ele para alcançar satisfação e plenitude nessa vida. Em quarentena, a jornada de muitos de nós pode estar maior com afazeres que não faziam parte da rotina, mas também economizamos no trânsito, na organização das horas. Dediquem- se a saber quem somos. Estar no lar já é um transporte aos elementos mais essenciais do que realmente nos representa. Há dor nessa jornada, eu sei. Mas sem ela, passamos eventualmente a vida sofrendo, camuflados pelas desculpas da nossa falta de tempo. 4 – A dor é inevitável, o sofrimento é opcional. Anote na porta da geladeira e leia tantas vezes necessário for até que o significado desta sentença faca “sentido “para vocês. 5 – Emoções negativas reduzem a visão do mundo, fazendo com que não encontremos a saída para o que nos ameaça. Conscientes disso, neutralize-as. A raiva, o ódio, o rancor, o medo provocam a química do seu corpo a fazê-lo correr. A evolução explica! Como os “animais selvagens” que hoje correm atrás de nós são invisíveis você já entra na batalha como perdedor. Contra- Ataque! 6 – Provoquem emoções positivas. Um bom estoque delas pode ser considerado uma armadura contra os momentos ruins. Estudos contemporâneos mostram que sorrir, admirar (alguém ou alguma coisa), contemplar, brincar provocam sentimentos harmônicos. É como se a química do nosso corpo, que chamo carinhosamente de nossas “Inas”: serotonina, ocitocina, endorfina, dopamina decidissem jogar no nosso time. Faça chamadas de vídeo com aqueles amigos que te fazem rir, ligue para outros com quem você já não fala há tempos e te fazem bem, escreva uma carta de amor. 7 – Exercitem-se! Não sou personal trainer, sou especialista em felicidade. O exercício a que me refiro não está relacionado estética ou ambições atléticas. Falo do que é fundamental para sua mente e alma. Lembram dos hormônios da felicidade que falei acima? As “Inas”? Exercícios regulares reduzem o estresse, a ansiedade, os sintomas de depressão enquanto turbinam sua autoestima. Descubra seu ritmo, e comece com o primeiro passo. O hábito tem poder e você vai aumentando gradualmente conforme suas necessidades. Ande em casa, no apartamento, pratique yoga (tantas boas aulas virtuais estão sendo oferecida gratuitamente), alongue-se. 8 – Não se compare. Também não culpe as redes sociais pelas comparações e seus efeitos negativos sobre todos. O que elas fizeram foi abrir a porteira da vida (editada) de todo mundo, e entraram em nossa vida sem “bula”. Crie você o modo de usar que traz positivismo a sua vida. Você controla suas ações. Faça uso desse poder. 9 – Seja Grato e esqueça a hashtag #gratidao. Ser grato por respirar, já é um começo de conversa, mas podemos prover atos que demonstrem nossa gratidão pelo outro, por quem nos faz bem, por quem nos ajuda, por quem nos faz sorrir. Tenho uma mania considerada engraçada por minhas amigas de infância, que é em momentos de profunda alegria, compaixão ou até de contemplação mesmo, pego nas mãos de todas e digo “Para tudo, obrigada por estarmos juntas vivendo isso, estou salvando esse momento na minha alma”. Inexoravelmente elas dizem “Essa aí é doida mesmo!”, mas no fundo foram inundadas de uma forma genuína de prazer. Em todas essas situações dezenas de pesquisa mostram que a gratidão reduz a agressividade, amplificam a sensação de alivio, promovem empatia, reduzem o estresse. 10 – Ser solidário, ajudar a alguém, construir um mundo melhor a sua volta pode lhes parecer utópico. Não é. O maior beneficiado pelas suas ações do bem é você mesmo. Este é um dado unanime na ciência contemporânea. Não é sobre quando você deposita na vaquinha virtual ou sobre quantas vezes você fez atitudes de grandiosas para a humanidade. Fiquem à vontade para fazer tudo isso, se este papel lhes cabe. Mas é sobre doar um pouco do seu tempo e atenção a quem está sozinho. É sobre repostar o post daquela pessoa que está precisando de uma força, pois abriu um novo canal (muitas vezes) de sobrevivência. É sobre comprar das empresas locais e quando não for possível valorizar as grandes que se mostrem sociais, engajadas, interessadas num mundo melhor e não no lucro a qualquer preço. Dar um telefonema, oferecer seu conhecimento gratuitamente para as pessoas durante a quarentena, cozinhar para alguém, unir pessoas, dividir o seu saber. Doar o que não usa mais, promover cidadania a seu redor, reciclar seu lixo, assumir sua parcela na conta comunitária da vida. Fonte Veja Rio: https://vejario.abril.com.br/blog/bruno-chateaubriand/empreendendo-felicidade/
Sandra Teschner: “É possível ser feliz na crise”
– Revista Azul – É possível ser feliz e encontrar paz nos dias atuais? A escritora Sandra Teschner, palestrante de temas como autoestima e felicidade, afirma que sim. A seguir, ela dá dica para mantermos a calma e o foco no trabalho nos dias de isolamento social É possível encontrar a felicidade mesmo nesse atual cenário de crise? Não tem como alguém dizer que está feliz nesse momento, seria algo irreal. Mas é importante entender que o conceito de felicidade é algo mais amplo. Felicidade é um estilo de vida e varia de pessoa para pessoa. É sobre entendermos o que nos faz bem, o que nos traz uma satisfação de longo prazo e, a partir disso, escolher um estilo de vida que nos permita conservar essas sensações positivas. O que eu gosto realmente de fazer? Com quem eu gosto de estar? O que podemos fazer para manter a cabeça um pouco mais tranquila? Meditação é uma saída. Tem gente que acha essa prática algo distante, mas ela é mais cotidiana do que a gente imagina. Para quem é religioso, por exemplo, a reza é um tipo de meditação. Se você está cozinhando, concentrado, também está meditando. Outra dica para reduzir a ansiedade são as técnicas de respiração. A internet está cheia de profissionais respeitados ensinando a fazer isso. Também diria que é importante exercitar-se, alongar-se, mesmo que em casa. De novo, há vários vídeos dando sugestões de como fazer isso. Como lidar com tantas incertezas? Acho que vale a gente fazer um exercício para lidar com as inseguranças. É claro que elas existem, não sabemos o dia de amanhã. Só que nós vivemos no agora, e isso é tudo o que temos de concreto. Muita gente procura ser produtiva nesses dias em casa, mas tem sido difícil manter o foco. O que fazer? Divida o seu dia em momentos ou horários de forma que você esteja realmente inteiro no que está fazendo, não adianta tentar fazer quinhentas coisas ao mesmo tempo. Depois, organize um espaço em casa para poder trabalhar, uma área em que haja silêncio de preferência. Se isso não for possível porque a casa é pequena, ponha um fone de ouvido para manter o foco. Por falar em produtividade, muitas pessoas têm defendido o contrário: aproveitar os dias de isolamento para curtir o ócio. O que acha disso? Vivemos em um sistema socioeconômico que nos exige bastante trabalho, produtividade e não dá para simplesmente ignorar isso. Se você está em home office, tem que ser produtivo no momento em que estiver trabalhando. Dito isso, é importante definir um horário de trabalho e um para nós, para realmente parar e fazer coisas que não dão prazer, entre elas não fazer nada. [wpvideo Jl0SNfZU]
A inimiga da felicidade
fatos que toda Super Pessoa deveria saber! Expectativa é inimiga cruel da Felicidade, desde que não calculável, baseada em meros desejos ou suposições de ações de outrem, que não estão portanto, sob o seu controle. Você pode dar o seu melhor, aprimorar-se, buscar as variáveis conhecidas, usar por fim todas as ferramentas que estão à sua disposição e pronto. Limite só não existe na poesia. Podemos tudo ? Não! Podemos qualquer coisa? Sim! Diferencie ou a frustração será sua sombra. Também não se compare, a carga que cada um de nós é capa de aguentar é individual. Existem sim ferramentas intencionais como meditação, ginástica diária, pausas estratégicas, respiração para aumentar a “ vida útil” da sua bateria, mas ela ainda faz parte do DNA que te precede. Não há surpresa alguma em lembrarmos que o cérebro não processa tudo ao mesmo tempo, e que não há conexão no tempo presente se vc esta em todas as partes “ ao mesmo tempo”. Redistribuir tarefas, definir prioridade ( uma por vez) , o plural faz você começar por onde mesmo ? Abra espaço na memória, descarregue o obsoleto, filtre o que faz sentido e compartilhe o que sobra com quem pode te ajudar. Nas relações interpessoais como na vida. A lenda do “ prefiro fazer do que ensinar” é mais uma manobra de controle mental que compromete seu resultado , ofusca sua criatividade, deprime o seu humor , consome por fim sua felicidade.
Autor de “ solve for happy” e ex-presidente da Google (x) Mo Gawdat elege brasileira entre pessoas amigas mais sábias para falar de felicidade nessa quarentena
Sandra Teschner e Mo Gawdat Mo Gawdat, ex-presidente da Google (x), serial empreendedor, um dos mais renomados autor contemporâneo da Ciência da Felicidade , contextualiza o podcast „ slo mo“ criado para o período da quarentena , com Sandra Teschner: „Neste episódio, falo com minha maravilhosa amiga e aliada da felicidade brasileira, Sandra Teschner. Sandra é autora, empresária, editora, palestrante e diretora de felicidade certificada pela Universidade da Flórida. Sandra irradia uma alegria contagiosa e personifica a dança, o canto, o riso e o espírito de compartilhar do Brasil. Ela transformou sua experiência de quase morte em uma força motriz para entender o que significa ser feliz. Seu trabalho social com crianças com múltiplas amputações e doenças graves fez a diferença na vida de milhares de pessoas. Sandra e essas crianças me inspiram muito. Ouça como Sandra compartilha como os brasileiros lidam com pandemias; a epifania aprendeu com sua experiência única de morte quase iluminada; como os sorrisos dos amputados atingidos pela pobreza são uma prova de que a felicidade é uma escolha; e o poder curativo da dança. Este episódio faz parte do nosso tema Silver Linings. ( o lado bom da vida)
Em época de Parecer, padece o Ser
Um ensaio sobre o discurso em rede social e a moda O “Tomara-que-Caia” , virou “ Camisa sem alças”. Ok, entendo. A comunicação passa por transformações e isso é bom, é contemporâneo, incorpora reflexões de uma época. Estamos todos em construção. O cuidado ao “julgar” alguém passa por inaptidões múltiplas, e ainda pior eventualmente ridiculariza a eventual causa nobre por trás das pedras jogadas. Mas é fato que temos juízes demais, para pouca mão-de-obra realizadora. . .. Explico: precisamos ativamente Ser antes de Parecer. Somos ou não inclusivos, empáticos , compassivos? E se “somos”, quais ações e atitudes tomamos que corroboram com esse estado de nós mesmos? . Dito isso, a gente repassa a linguagem e o que achamos que sabemos. . .. Ser ativista não é sinônimo de ser postador de hashtags, ou críticos da linguagem ou conduta alheia. Muito menos ainda, sermos inquisidores do outro, como se tombados por um poder misterioso fôssemos, quando de fato estamos escondidos pela falsa proteção do mundo digital. Falsa, porque você não se esconde de você e seus atos precedem sua imagem.. .. Sigamos livres para sermos quem somos, errarmos aprendendo. . .. Dessa era do parecer , padece o ser. . .. Inspirado na Live fantástica com meu amigo @joaobragaprofessor e que está salva no meu igtv . #sernaoéparecer #comunicacaonaoviolenta #linguagemdemoda #afelicidadeéumaescolha #happinessbrasil
A Felicidade em todas as línguas
No dia que se comemora o Dia Nacional de Libras, a especialista em felicidade Sandra Teschner faz live com tradução simultânea em libras Na cultura da felicidade, a inclusão é parte inseparável e a Chief Happiness Officer Sandra Teschner coloca isso em prática há anos inserindo a diversidade e inclusão social em toda a sociedade, minimizando qualquer diferença e beneficiando diversas pessoas através de suas ações como bazares beneficentes, leilões e campanhas. Alem disso, usa sua função de Publisher para levar a mensagem de inclusão para muitos através da moda e da cultura, nas páginas de suas revistas e conteúdo digital produzido por sua editora, a Profashional. Este dia 24/04 para ela será ainda mais especial: “Hoje, no Dia Nacional de Libras, serei entrevistada numa live pela jornalista e apresentadora, Millena Machado, sobre o tema : a cultura da felicidade e será minha primeira Live com tradução simultânea em libras. O mundo mudando no nosso dia a dia. Em meio ao caos de negatividade que nos sufoca, trago boas novas reais, pautadas pela ciência de como vivermos melhor”, diz Sandra. A live acontece hoje às 14 horas em seu Instagram @sandrateschner e além de todo o papo sobre a ciência da Felicidade, trará dicas de como fazer uma live com tradução, acessível para todos e onde contratar estes profissionais. (Sandra Teschner está disponível para entrevista)