Para tocar o futuro, a felicidade das pequenas coisas agora!

Para tocar o futuro, a felicidade das pequenas coisas agora! Humildade, delicadeza e respeito são antídotos eficazes para o caos emocional e fazem parte do desenvolvimento sustentável da humanidade. No Butão, um jovem professor, desmotivado com o trabalho e sonhando em se tornar cantor famoso na Austrália, é enviado pelo governo do país a Lunana, uma comunidade longínqua, de difícil acesso, que fica há muitas horas de caminhada da cidade mais próxima. O cenário não poderia ser mais desolador para Ugyen Dorji, o protagonista do filme “A Felicidade das Pequenas Coisas”, que concorre ao Oscar de melhor filme estrangeiro. Ainda que desgostoso, o jovem assume a tarefa de ensinar às crianças da pequena vila e a relação entre os personagens vai se transformando pelo acolhimento dos alunos, que depositam imensa confiança no professor, “aquele que pode tocar o futuro”, que, por sua vez, começa a perceber seu trabalho de outra maneira. O paradoxo da vida moderna com a sabedoria milenar dá o tom de voz harmônico do filme. Não por acaso, nasceu no Butão em 1972, o conceito de Felicidade Interna Bruta, instituído pela ONU em 2012. A Felicidade passou então a ser aceita como um objetivo humano fundamental e que deve, portanto, balizar a vida de todos em sociedade, reconhecendo a necessidade de se aplicar um enfoque mais inclusivo, equitativo e equilibrado, promovendo o desenvolvimento sustentável em políticas públicas. À medida que emergiu para medir o bem-estar emocional como uma fonte de riqueza, hoje é amplamente utilizada nas mais diversas organizações e sustenta-se em nove pilares básicos: Mas, isso não é tudo. Consoante à instituição da FIB, em 2012 a Assembleia geral da ONU lançou também o World Happiness Report que traça em 162 países (atualmente) um relatório de satisfação do indivíduo com a vida, trazendo informações que norteiam uma melhor atuação nas mais diversas áreas, a partir da percepção de pessoas. Os dados são lastreados basicamente em níveis de: O dia 20 de março é quando se celebra o Dia Internacional da Felicidade. Nesta data também ocorre o lançamento do relatório anual. Embora o World Happiness Report seja baseado em uma ampla variedade de fontes, a mais importante continua sendo a Gallup World Poll. Uma análise mais generalista do último estudo (março de 2021, disponível em: www.worldhappiness.report) leva a conclusões não surpreendentes envolvendo a pandemia do COVID-19 e como ela afetou significativamente a saúde mental da sociedade em todo o planeta, ao mesmo tempo em que trocou um paralelo entre a confiança e o bem-estar. Quanto mais confiantes as pessoas se sentiam no lidar com as outras e com as instituições, maior a percepção de satisfação. Nada novo para a ciência da felicidade, como é conhecido o conjunto de estudos e pesquisas em Psicologia Positiva e Neurociência em torno do bem-estar subjetivo. Pessoas consideradas felizes também são mais produtivas, criativas, gozam de maior imunidade, se relacionam melhor com os outros, são mais generosas, gentis e tendem, num efeito causal, a confiar mais nos outros (Elas confiam e, por isso, são mais satisfeitas? Ou, porque são felizes, confiam mais?). Há ainda uma ligação direta entre resiliência e confiança. Para as organizações, numerosos estudos vinculam essa emoção – e as estruturas motivacionais necessárias para criá-las, a uma produtividade maior, do que fatores como salário. Como exemplo, uma descoberta da Gallup de 2019 indica que, em média, as pessoas em empresas de alta confiança se sentem menos estressadas (74%), têm mais energia (106%), são mais engajadas (76%) e sofrem menos desgaste no trabalho (40%). Em entrevista recente para o Harvard Business Review, o CEO da Apple, Tim Cook, creditou à resiliência de suas equipes a alta performance da Apple durante os desafios da pandemia: “Mesmo estando separados, ficou que, em toda a empresa, equipes e colegas estão se apoiando e contando uns com os outros mais do que em tempos normais”, disse Cook. A biologia da confiança O sentimento de confiança está intimamente ligado à liberação da oxitocina. O hormônio atua como um inibidor natural de certas reações químicas induzidas pelo estresse e sinaliza com isso ao cérebro que a interação está acontecendo de forma segura. Aprimorar os gatilhos biológicos que geram confiança leva a uma maior compreensão dos comportamentos positivos. Segundo estudos publicados pela Michigan State University, a confiança é o que faz as comunidades humanas funcionarem. A professora e autora Brené Brown enfatiza, em sua obra, a importância de se desconstruir o conceito de confiança em qualidades e comportamentos específicos, para que possa ser mais facilmente compreendido e compartilhado nos relacionamentos com parceiros, amigos, familiares e colegas de trabalho: A confiança é um aspecto fundamental de todos os relacionamentos porque exige que escolhamos ser vulneráveis ​​e corajosos. No longa da fila do Oscar os moradores da pequena Lunana nos recordam que a felicidade é simples, mas a ilusão de necessidades geradas por demandas de um mundo ultrarrápido anseia a alma e embaça a visão. Humildade, delicadeza e respeito são antídotos eficazes para o caos emocional e fazem parte do desenvolvimento sustentável da humanidade. Fonte: https://oespecialista.com.br/opinioes/felicidade-das-pequenas-coisas/

Sandra Teschner recebe hoje (25) diploma da Academia de Ciências, Letras e Artes de São Paulo

A jornalista, administradora e empreendedora social baiana Sandra Teschner recebe hoje (25) o diploma “Fundação Cidade de São Paulo”, da Academia de Ciências, Letras e Artes de São Paulo (ACLASP), “em reconhecimento à inestimável colaboração de bem servir ao desenvolvimento da Cidade de São Paulo”. Especialista em felicidade, com pós-graduação em Neuropsicologia, Chief Happiness Officer certificada pela Florida International University e fundadora do Instituto Happiness do Brasil, um centro de estudos e projetos de Felicidade Intencional, Teschner não esconde sua alegria com a homenagem. Para ela, ser homenageada pela Academia de Ciências, Letras e Artes de São Paulo, no mês em que a cidade comemora aniversário, e diplomada em empreendedorismo social pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, é motivo de grande satisfação. “Como baiana e comunicadora, fico muito honrada em receber esse prêmio. Há algumas décadas, fiz de minha missão dar voz às diferenças e à inclusão, como madrinha, de crianças e jovens com múltiplas amputações. Mas é principalmente como cidadã que busco unir talento e conhecimento em prol das causas que, naquele momento, demandam iniciativas e com as quais eu possa contribuir”, lembrando que enquanto a empatia se coloca no lugar do outro, a compaixão pede ação. “Torço para que, ao ouvir falar desse prêmio, você também se voluntarie, encabece algo novo, traga seu talento pra jogo, faça diferença ou colabore com quem faz – e ajude a ajudar”, recomenda.     Homenagem acontece nos 468 anos de São Paulo 25 de janeiro de 2022. Nesta data, a maior cidade brasileira e uma das maiores do planeta faz 468 anos. Tudo começou em 1554, com a construção do Colégio de São Paulo de Piratininga, iniciada por doze padres jesuítas, entre eles Manuel da Nóbrega e José de Anchieta. Em 2020, já eram 12,3 milhões de habitantes na metrópole. A data coincide com a celebração, pela igreja católica, da conversão do apóstolo Paulo, o que deu origem ao nome da cidade. Naquela época, o acesso ao local era muito difícil, sendo necessário arriscar a vida para escalar a Serra do Mar, uma gigantesca muralha de montanhas. Por esse motivo, os primeiros jesuítas fixaram-se em um platô de terra ampla e fértil, onde já viviam os caciques Tibiriçá e sua gente e no qual os inimigos não podiam chegar sem ser vistos. O terreno hoje abriga o Mosteiro de São Bento, local histórico e religioso localizado no Largo de São Bento, no centro da cidade. Fonte: https://www.michellemarie.com.br/notas/sandra-teschner-recebe-hoje-25-diploma-da-academia-de-ciencias-letras-e-artes-de-sao-paulo-.html

Como ser feliz num mundo metaverso?

Por Sandra Teschner, chief happiness officer, certificada na Florida International University (FUI) em “Gestão de Felicidade” O ser humano seria “limitado em seu livre arbítrio”, concluía von Ditfurth em resposta aos resultados obtidos pelas então novas pesquisas científicas com gêmeos e que comprovariam que 50% do nosso comportamento é originário de herança genética. Afirmação esta que seria suficiente para a certeza determinista do autor de que seríamos algo como “um caso perdido”. Como solução, von Ditfurth propunha o fim coletivo da humanidade, já que a esperança estaria na vida após a morte. Esta sim, poderia recriar a realidade, transcendendo o mundo, como o conhecemos, adicionando componentes como “amor até aos inimigos”. Odiado e sincronicamente premiado, o autor descrevera, em suas angústias escapistas, o que alguns pensadores de tecnologia atuais mais otimistas esperam do metaverso, sem, para tanto, ter de morrer para viver. A ideia é continuar por aqui mesmo, ainda que numa realidade paralela. O tal do metaverso “Trata-se de uma convergência entre os dois mundos, não uma dissociação, mas uma associação de hábitos, negócios, locais virtuais, lazer. Este contexto abre possibilidades também no quesito comportamental, no metaverso, seu eu-digital, ou seu avatar pode ser exatamente quem você é, ou pode ser alguém completamente diferente por conseguinte, experimentar uma nova vida. Esta realidade imersiva será ainda muito mais profunda, do que vivenciamos hoje com as redes sociais, tecnologias digitais, WhatsApp.” — resume Christiane Edington, Conselheira da MCIO Associação que promove a inclusão e ascensão de mulheres no mercado de tecnologia e ex-presidente da Dataprev, uma das principais executivas brasileiras, membro do conselho de administração de grandes corporações, como as Lojas Renner e JHSF Ok. Mas, o que é mesmo felicidade? Uma pergunta que deve ser feita é: O que os entrevistados pelo estudo entendem por felicidade? Seria diversão, conquistas rápidas, prazeres hedônicos (intensos, mas de rápida duração)? Ou será que de fato reportaram ao entendimento superior e atualizado da felicidade, evidenciada pela ciência? A resposta deve ser dada no âmago de cada um de nós. O que responderíamos se tivéssemos feito parte da pesquisa e o que de fato estaríamos respondendo com nossas afirmações? Já identificamos um propósito longevo, um bem-estar subjetivo duradouro a despeito dos acontecimentos da vida? Já compreendemos que a base de uma vida feliz são conexões sociais qualitativas, altruísmo, imperturbabilidade, tudo isso bem equalizado com emoções positivas? Afinal, são esses os pilares de uma vida duradouramente feliz, segundo estudos robustos de renomadas universidades de Harvard, Yale, California, River-Side, Bochum (Alemanha), para citar algumas. Seria uma forma de garantir “felicidade” que levaria, segundo o jornal britânico Independent, um fã anônimo a pagar £ 340.500 libras esterlinas na compra de um terreno virtual, próximo à casa NFT (criptomoeda ou o token não-fungível, código de computador que serve como autenticação de um arquivo — garantindo sua originalidade) de Snoop Dogg no Metaverso? Para quem está surpreso, o rapper construiu seu Snoopverse, onde os residentes são chamados Snoopers, e já fatura incansáveis cripto-milhões. Não é necessariamente um conceito novo, sustentar a vida em propósito, amizades e autoalquimia. Recriar as vivências humanas através de um eu-imersivo é desafiador, principalmente para um ambiente que se propõe a estar 24 horas em modo on. Para que essa recriação impacte positivamente a sociedade, deve-se considerar na era pós-pandêmica (admitindo algum otimismo na expressão) o urgido da saúde mental de seus cidadãos, virtuais ou não. Numa das frentes emergentes mapeadas pelo Into the Metaverse, as MetaSocieties: 88% dos entrevistados disseram que o seu eu-digital deverá refletir os seus valores da realidade e os seus preceitos éticos. Seria este um dado indicador de esperança para a construção de uma sociedade virtual mais feliz? No renomado Psychology Today, Dra. Phil Reed, Ph.D., professora de psicologia na Swansea University respondeu: “Estudos sugerem que o uso excessivo da tecnologia digital está associado a muitos problemas de saúde mental, como sintomas psicossomáticos, depressão, e doenças mentais graves. Para que este esboço das evidências não seja confundido com propaganda anti-digital, como foi posto por representantes do Facebook, a primeira coisa a dizer é que existe a possibilidade de que tal interação virtual ajude pessoas a lidarem com a situação de delírios e alucinações, demonstrados em ensaios clínicos controlados. No entanto, o metaverso proposto não será um ambiente clínico controlado, e há sugestões factíveis de que a ajuda que tais ambientes virtuais proporcionam é simplesmente escapismo, ou seja, promovem a sensação de escapar de problemas, não entregando uma solução duradoura. Por outro lado, existem evidências crescentes de uma associação entre o uso digital e problemas clínicos associados a delírios e alucinações.” (em livre tradução). Temos uma equação cheia de incógnitas entre os desejos de uma sociedade ideal, em um Universo paralelo virtual, a motivação das big techs com o gigantesco potencial de audiência e lucratividade, e as dúvidas que permeiam anseios coletivos de bem-estar subjetivo em contraponto com seus medos. Escapar ou Ser Feliz? O que o psiquiatra pessimista Hoimar von Ditfurth não sabia, ou não apostou em sua abordagem dos anos 1980, é da imensa capacidade resiliente e de aprendizado humano. Quando estes escolhem agir e imputam esforço e energia, muito além dos genes, somos capazes de viver nossa melhor versão, numa perspectiva realista, porém otimista da vida, sem termos de desistir dela para prosperar. Encorajar pessoas para não escolherem um mundo exclusivo para creditar hábitos de uma vida sustentável, justa, empática, significativa pode ser uma alternativa válida para a felicidade em coletividade. Na dúvida imersiva, e adjetivando em metaverso, que tal plantarmos nossas macieiras? Se bem cuidadas, os frutos vêm. Alguém acompanha? Ou…Vou ali plantar uma macieira. Quem me acompanha? Clique aqui para saber mais sobre Sandra Teschner Fonte: https://docmanagement.com.br/01/14/2022/como-ser-feliz-num-mundo-metaverso/

Saiba o que é e como se livrar de um pensamento infectado!

Autores mostram que a imposição de ideias contamina desde os modelos educacionais arcaicos até às mais recentes estratégias digitais Controlar a narrativa não transforma a verdade pessoal do narrador em fatos; trata-se meramente de uma percepção individual ou mesmo de um enredo construído intencionalmente para se tornar palatável a um grupo de pessoas. Este grupo, por sua vez, faz a mensagem ressoar, aceitando a narrativa de alguém como um conceito universal, não passível de discordância, pois carrega, supostamente, o peso da verdade absoluta. A relação de ideias passa, então, a fazer às vezes de evidências científicas e o pensamento, subjugado à cartilha de seus autores, proporciona um grande estrago ao diálogo, além de gerar infelicidade. Nenhuma novidade que um mínimo de observação da comunicação contemporânea já não tenha comprovado. Não é de hoje que filósofos tentam jogar luz nas trevas das diferenças. Segundo Immanuel Kant, pensar é uma atividade autônoma, e que requer coragem para exercê-la. Em sua “Crítica à faculdade de julgar”, Kant pontuou: “Queremos submeter o objeto aos nossos próprios olhos, como se nossa satisfação dependesse dessa sensação. E se chamarmos, então, o objeto de belo, acreditamos ter uma voz universal e reivindicamos a concordância de todos”. O filósofo alemão Anders Indset introduz seu livro “O pensamento Infectado” (ainda sem tradução em português) com a seguinte máxima: “O absolutismo nos impede até mesmo de imaginar um mundo justo para nossos netos”. Numa crítica que vai dos modelos educacionais arcaicos às redes sociais, Indset apela para que assumamos a responsabilidade pelas próximas gerações e possamos recuperar a empatia, a compreensão e a responsabilidade uns pelos outros. Defende uma nova forma de pensar que se distancia do óbvio, questiona nossas atitudes básicas que não apenas permitem mudanças, mas as acolhem: “Temos que nos abrir ao outro, aos paradoxos e simultaneidades – para reconhecer as forças efetivas em tempo hábil e agir em conformidade – antes que a sociedade seja abalada por novas catástrofes” (livre tradução do alemão). Já o psicólogo organizacional e professor da renomada Wharton School, Adam Grant, traz a arte de repensar em seu livro “Pense de Novo”, recém-lançado no Brasil, um questionamento sobre nossas próprias opiniões. Grant afirma que a inteligência é geralmente vista como a capacidade de pensar e aprender, mas, em um mundo em rápida mutação, há outro conjunto de habilidades cognitivas que podem ser mais importantes: a capacidade de repensar e desaprender. O autor explica ainda que a maior parte das pessoas prefere o conforto da convicção, ao desconforto da dúvida e veem o desacordo como uma ameaça.“Em geral só damos ouvidos às opiniões que confirmam as nossas” e sugere como antígeno: abraçar a alegria de estar errado; trazer novas nuances para conversas difíceis; mostrar com clareza e bom humor que é possível manter a mente aberta, sem perder o poder de convencimento, nem a autoconfiança. Comunicação empática como antídoto ao pensamento infectado Comunicar assertivamente não é só sobre forma, técnica, mas aceitação de diferenças e requer conhecimento. A menos que possamos explicar o conteúdo a outros, nada “sabemos”, e, ao ensinarmos, chegamos ao ápice do nosso próprio aprendizado. O psiquiatra americano William Glasser mostrou que 95% de efetividade do nosso aprendizado acontece quando explicamos, resumimos, estruturamos ou elaboramos o conceito para outras pessoas. Segundo o escritor Shannon Terrell, quando nos sentimos compreendidos, sentimo-nos mais capacitados para falar. A comunicação reduz também os ruídos do chamado diálogo interno, aquela voz em nossa mente responsável por sabotar nosso bem-estar. Muito difundida também é a técnica conhecida como comunicação não violenta, ou CNV, criada pelo psicólogo Marshall Rosenberg. A metodologia visa construir relacionamentos e resolver conflitos, através de um treinamento muito simples, porém contínuo: Esteja atento a seus julgamentos – Tente observar o que você está dizendo a si mesmo, sobre o porquê de alguém estar fazendo algo; Identifique os fatos – Desfaça quaisquer julgamentos. Tente descrever a situação do jeito que uma pessoa fora do contexto faria; Nomeie seus sentimentos – Descreva como você está se sentindo; Identifique e declare as necessidades básicas que levam a esses sentimentos; Faça seu pedido – O que a outra pessoa poderia claramente fazer para atender suas necessidades? E não esqueça: O outro pode não estar disposto a atender ao seu pedido, contudo comunicar ainda é um ponto de partida para iniciar a conversação. A Felicidade tem raízes nas nossas necessidades e valores; somos responsáveis pelos nossos próprios sentimentos. Outras pessoas podem ter influência em nossas escolhas, mas a decisão de como reagiremos é nossa. De acordo com Sandro Formica, Professor de Ciência da Felicidade, na Florida International University, nas organizações, por exemplo, constroem-se imagens inimigas de colegas que poderiam facilmente ser evitadas através da eliminação de filtros cerebrais negativos e criando mais conexões. Formica sugere o uso de qualquer forma de comunicação empática, que envolva necessidades e valores de todos, de emissores a receptores. O resultado disso é a redução de conflitos, o aumento de comprometimento organizacional e a promoção de sentimento de pertencimento. Narrativas não são fatos, assim como o pensamento não é só uma relação de ideias. Discordar agrega valor a todas as partes, mas há que se comunicar de forma empática, sabemos o que não sabemos. Repensar e Desaprender são habilidades cognitivas de ponta. É ensinando que aprendemos e só sabemos quando conseguimos explicar. Comunicação não violenta desarma. Sandra Teschner é chief happiness officer, certificada pela Florida International University e fundadora do Instituto Happiness do Brasil, centro de estudos e projetos de Felicidade Intencional. Também é escritora, palestrante e engajada social. Fonte: https://trendschk.com.br/comportamento/saiba-o-que-e-e-como-se-livrar-de-um-pensamento-infectado

Empresária Sandra Teschner e o influenciador Helinho Calfat armam 3ª edição do “Bazar da Casa Tegra”

Nos dias 10, 11 e 12 de dezembro, acontece a 3ª edição do “Bazar da Casa Tegra“, com peças de vestuário doadas por artistas e personalidades brasileiras. O evento beneficente acontece das 11h às 18h, na Casa Tegra.  Toda a renda será revertida para os beneficiados assistidos pelo trabalho social de Sandra Teschner, como as jovens multiplamente amputadas que estarão presentes no evento é a ONG Jardim das Borboletas (epidermólise bolhosa).  Casa Tegra  Rua Oscar Freire, 1009 – São Paulo  Fonte: https://lifestylebrazil.com.br/empresaria-sandra-teschner-e-o-influenciador-helinho-calfat-armam-3a-edicao-do-bazar-da-casa-tegra/

Compaixão gera Autossatisfação

Compaixão transforma a compreensão da dor alheia em resultado positivo para todos os envolvidos, iniciando por nós mesmos, e, diferente da empatia, promove ação. A felicidade é a base para a construção de “tempos melhores”. O sucesso futuro é uma consequência do bem-estar subjetivo do presente, é o que mostra um estudo consagrado de 200 casos que somaram mais de 275 mil participantes, realizado pela professora Sonja Lyubomirsky, da Universidade da Califórnia em Riverside, Ed Diener, da Universidade de Illinois, e Laura King, da Universidade do Missouri. Os cientistas concluíram que pessoas felizes apresentam mais chances de ter ótimas relações de amizade, excelentes relacionamentos conjugais, alcançarem salários maiores, performarem melhor no trabalho, mais criatividade, mais saúde, otimismo, energia, altruísmo do que aquelas “menos felizes”. A metanálise traduziu ainda dados relevantes para ambientes corporativos, colaboradores felizes são, em média: 31% mais produtivos, vendem 37% a mais e são três vezes mais criativos. O comportamento compassivo é uma fonte geradora de felicidade exponencial. Alguns cientistas se referem a essa experiência como sendo um efeito dual da felicidade: por um lado, ser feliz é a causa, e, por outro, é o objetivo principal da vida de todo ser humano, (ONU, 03/2021).  Compaixão vai além da empatia. A compaixão seria uma resposta emocional à empatia com resultados concretos. Enquanto a compaixão nos leva à ação, a empatia cria laços de identificação nem sempre favoráveis, que precisam ser bem identificados para evitar emoções negativas. Já a compaixão é a “bondade enraizada na apreciação de outros seres humanos como pessoas reais, que também sofrem, independentemente de nossas afinidades e semelhanças” é o que mostrou o professor de psicologia C. Daniel Batson. No estudo, participantes que se colocam literalmente no lugar do outro, tendem a sentir angústia e acabam não prestando a devida ajuda ao outro. Agir de forma compassiva é uma resposta mais objetiva, que gera uma ação apropriada, que transcende a emoção pessoal. O ato de ajudarmos ao outro gera sentimentos positivos para nós mesmos, para quem é alvo de nossa ajuda e para quem testemunha essa ajuda. Segundo pesquisadores da Universidade Estadual de Oregon, quando vemos alguém ajudar o outro (ou alguém) o nosso sistema nervoso simpático entra em ação, e ainda que provoque certo desconforto de início, no momento seguinte nosso sistema nervoso parassimpático é ativado, aliviando esse sentimento e nos proporcionando prazer ao observar a dor amenizada. É preciso desconstruir antigas máximas: compaixão é ingrediente indispensável para a satisfação pessoal duradoura, além de criar um ambiente positivo, produtivo, e não por acaso, feliz.  Sandra Teschner é pós-graduada em Neuropsicologia e Chief Happiness Officer. Fundadora do Instituto Happiness do Brasil, centro de estudos e projetos de Felicidade Intencional. É palestrante internacional, autora e empreendedora social. Fonte: https://theworldnews.net/br-news/compaixao-gera-autossatisfacao

Construindo empresas felizes e, consequentemente, prósperas

Sandra Teschner (*) O comportamento da pessoa feliz afeta todos à sua volta. O economista britânico Richard Layard, coautor do World Happiness Report, escreve em seu livro “Can we be Happier?” (2020, ainda sem tradução para o português): “Existem muitas coisas na vida importantes para nós – incluindo saúde, liberdade, autonomia e realização. Mas se perguntamos por que eles são importantes, geralmente podemos dar outra resposta – por exemplo, porque eles fazem as pessoas se sentirem melhor”. A felicidade de todos conta igualmente, incluindo a das próximas gerações, que serão diretamente impactadas com as escolhas que faremos agora. Logo, o nosso foco deve se deslocar para aumentar o bem-estar em nossas vidas pessoais, lares, escolas, locais de trabalho e comunidades. Se concordarmos com essas afirmações, estaremos na direção de construir organizações mais felizes e, consequentemente, mais prósperas. A dualidade aqui permite uma inversão dos fatores, já que prosperidade e abundância estão diretamente conectadas com a felicidade, conforme Sonja Lyubomirsky, em “A Ciência da Felicidade” (2007). “O negócio do negócio é o negócio” é uma frase célebre do economista Milton Friedman em um artigo para o New York Times em 1970. Seu argumento era o de que o papel da liderança é maximizar os resultados, custe o que custar, e que qualquer esforço fora dessa perspectiva deveria ser punido. Esse tipo de pensamento, que ainda prevalece, é responsável por ações prejudiciais dentro e fora das organizações, gerando impacto negativo para o meio ambiente, a saúde e o bem-estar dos colaboradores e consumidores. Seguindo a lógica da Ciência da Felicidade, é um fator gerador de infelicidade. Assim pontua Alexander Kjerulf em seu livro “Leading With Happiness” (2017): pense por um segundo em como seria viver em um mundo onde os líderes empresariais colocassem a felicidade em primeiro lugar. Imagine que os negócios se tornariam uma força geral para o bem, maximizando não apenas os lucros, mas também a vida das pessoas”. Ainda, segundo Kjerulf, “Esses líderes criam organizações sustentáveis – não apenas ambientalmente, mas também econômica, social e psicologicamente. A vida de seus funcionários é melhor e mais feliz por trabalharem lá. A vida dos clientes é melhorada pelos serviços ou produtos da empresa. E o mundo é, de certa forma, um lugar melhor porque a empresa existe”. E não ignore o primeiro beneficiado: esses líderes estão mais felizes porque sabem que sua liderança está tornando as coisas melhores, não piores. Finalmente, líderes felizes criam melhores resultados para suas organizações, porque a felicidade tem uma longa lista de efeitos positivos nos resultados financeiros. Um dos mais influentes dinamarqueses do século XX, Knud Ejler Løgstrup, foi professor de ética e filosofia da religião na Universidade de Aarhus. Ele defendia que nós afetamos todas as pessoas com as quais interagimos e temos a responsabilidade de cuidar bem delas, impactando-as positivamente, assim a felicidade assume um papel definitivo no sentido da vida. Por que devemos ser gentis com nossos semelhantes independentemente de condições, circunstâncias, gênero e raça? Porque isso as deixa felizes e, por consequência, nos torna mais felizes. Essa lógica pode ser aplicada nas mais diversas áreas da vida. Vale ressaltar que, no World Happiness Report, a Dinamarca é sempre um forte concorrente a encabeçar a lista, e o estilo de vida do dinamarquês, o chamado Hygge (ligado ao conforto e ao afeto) está entre os mais copiados do mundo. Segundo dados do The Global Gender Gap Report de 2018, a Dinamarca está entre os países que possuem melhores índices, para citar um exemplo, de igualdade de gênero. Empresas felizes desempenham melhor e seus colaboradores são mais produtivos, criativos, comprometidos. Isso é o que mostra a edição 2020 do estudo anual Diversity Matters (diversidade importa), da McKinsey. A pesquisa traz informações sobre como a diversidade étnico-racial, de gênero e de orientação sexual na América Latina e especificamente no Brasil pode afetar os resultados corporativos.Foi realizada com 3.900 colaboradores de 1.300 das maiores empresas do Brasil, do Chile, do Peru, da Argentina, da Colômbia e do Panamá. Entre os dados mais interessantes estão: • Mulheres em posições executivas têm uma probabilidade 26% maior de alcançar resultados financeiros superiores aos executivos de companhias da mesma área.• Diante do cenário de crise (a pesquisa foi realizada durante a pandemia da covid-19), o desenvolvimento de produtos e serviços para diferentes públicos torna-se essencial, e precisa disseminar valores humanos. A inovação torna-se questão de sobrevivência.• A promoção de ambientes de trabalho inclusivos tem se provado efetiva para motivar e estimular a criatividade dos colaboradores. O estudo mostra que colaboradores de empresas que adotam a diversidade relatam níveis muito mais altos de inovação e colaboração do que seus pares de outras empresas. Esses colaboradores têm maior probabilidade de: • 152% – afirmar que podem propor novas ideias e tentar novas formas de fazer as coisas;• 77% – concordar que a organização aplique ideias externas para melhorar sua performance;• 72% – reportar que a organização melhora consistentemente sua forma de fazer as coisas;• 64% – afirmar que colaboram, compartilhando ideias e melhores práticas.• “A correlação entre performance financeira e ambiente diverso pode mudar a visão até dos mais céticos em relação às práticas de inclusão de diferentes grupos”, diz Heloisa Callegaro, sócia da McKinsey. Durante o Fórum Internacional de CEOs em 2020, promovido pelo grupo Gestão RH, Ana Karina Bortoni Dias, ex-sócia da consultoria McKinsey, atualmente CEO do Banco BMG, declarou: “Se os líderes não assumirem práticas que promovam felicidade, pelas razões certas, que seja então pelo impacto porque no resultado, no lucro das empresas”. (*) – É cheif happiness officer, certificada na Florida International University em “Gestão de Felicidade”, membro palestrante do Wohasu World Happiness Summit, criadora do projeto Plantando Happiness, experiencial e interativo com aplicações tangíveis da ciência da felicidade (plantandohappiness.com.br). Fonte: https://jornalempresasenegocios.com.br/manchete-principal/construindo-empresas-felizes-e-consequentemente-prosperas/

Construindo empresas felizes

Construindo empresas felizes, esse é o tema do artigo de hoje, escrito por Sandra Teschner, chief happiness officer. O comportamento da pessoa feliz afeta todos à sua volta. O economista britânico Richard Layard, coautor do World Happiness Report, escreve em seu livro “Can we be Happier?” (2020, ainda sem tradução para o português): “Existem muitas coisas na vida importantes para nós – incluindo saúde, liberdade, autonomia e realização.Mas se perguntamos por que eles são importantes, geralmente podemos dar outra resposta – por exemplo, porque eles fazem as pessoas se sentirem melhor.” A felicidade de todos conta igualmente, incluindo a das próximas gerações, que serão diretamente impactadas com as escolhas que faremos agora. Logo, o nosso foco deve se deslocar para aumentar o bem-estar em nossas vidas pessoais, lares, escolas, locais de trabalho e comunidades. Construindo empresas felizes: as afirmações Se concordarmos com essas afirmações, estaremos na direção de construir organizações mais felizes e, consequentemente, mais prósperas. A dualidade aqui permite uma inversão dos fatores, já que prosperidade e abundância estão diretamente conectadas com a felicidade, conforme Sonja Lyubomirsky, em “A Ciência da Felicidade” (2007).“O negócio do negócio é o negócio” é uma frase célebre do economista Milton Friedman em um artigo para o New York Times em 1970. Seu argumento era o de que o papel da liderança é maximizar os resultados, custe o que custar, e que qualquer esforço fora dessa perspectiva deveria ser punido.Esse tipo de pensamento, que ainda prevalece, é responsável por ações prejudiciais dentro e fora das organizações, gerando impacto negativo para o meio ambiente, a saúde e o bem-estar dos colaboradores e consumidores. Seguindo a lógica da Ciência da Felicidade, é um fator gerador de infelicidade. Construindo empresas felizes: o livro Assim pontua Alexander Kjerulf em seu livro “Leading With Happiness” (2017): pense por um segundo em como seria viver em um mundo onde os líderes empresariais colocassem a felicidade em primeiro lugar.Imagine que os negócios se tornariam uma força geral para o bem, maximizando não apenas os lucros, mas também a vida das pessoas.” Ainda, segundo Kjerulf, “Esses líderes criam organizações sustentáveis – não apenas ambientalmente, mas também econômica, social e psicologicamente.A vida de seus funcionários é melhor e mais feliz por trabalharem lá. A vida dos clientes é melhorada pelos serviços ou produtos da empresa. E o mundo é, de certa forma, um lugar melhor porque a empresa existe.”E não ignore o primeiro beneficiado: esses líderes estão mais felizes porque sabem que sua liderança está tornando as coisas melhores, não piores. Finalmente, líderes felizes criam melhores resultados para suas organizações, porque a felicidade tem uma longa lista de efeitos positivos nos resultados financeiros. Construindo empresas felizes: a responsabilidade Um dos mais influentes dinamarqueses do século XX, Knud Ejler Løgstrup, foi professor de ética e filosofia da religião na Universidade de Aarhus. Ele defendia que nós afetamos todas as pessoas com as quais interagimos e temos a responsabilidade de cuidar bem delas, impactando-as positivamente, assim a felicidade assume um papel definitivo no sentido da vida.Por que devemos ser gentis com nossos semelhantes independentemente de condições, circunstâncias, gênero e raça? Porque isso as deixa felizes e, por consequência, nos torna mais felizes. Essa lógica pode ser aplicada nas mais diversas áreas da vida.Vale ressaltar que, no World Happiness Report, a Dinamarca é sempre um forte concorrente a encabeçar a lista, e o estilo de vida do dinamarquês, o chamado Hygge (ligado ao conforto e ao afeto) está entre os mais copiados do mundo. Segundo dados do The Global Gender Gap Report de 2018, a Dinamarca está entre os países que possuem melhores índices, para citar um exemplo, de igualdade de gênero. Construindo empresas felizes: melhor desempenho Empresas felizes desempenham melhor e seus colaboradores são mais produtivos, criativos, comprometidos. Isso é o que mostra a edição 2020 do estudo anual Diversity Matters (diversidade importa), da McKinsey.A pesquisa traz informações sobre como a diversidade étnico-racial, de gênero e de orientação sexual na América Latina e especificamente no Brasil pode afetar os resultados corporativos. Foi realizada com 3.900 colaboradores de 1.300 das maiores empresas do Brasil, do Chile, do Peru, da Argentina, da Colômbia e do Panamá. Entre os dados mais interessantes estão:• Mulheres em posições executivas têm uma probabilidade 26% maior de alcançar resultados financeiros superiores aos executivos de companhias da mesma área.• Diante do cenário de crise (a pesquisa foi realizada durante a pandemia da covid-19), o desenvolvimento de produtos e serviços para diferentes públicos torna-se essencial, e precisa disseminar valores humanos. A inovação torna-se questão de sobrevivência.• A promoção de ambientes de trabalho inclusivos tem se provado efetiva para motivar e estimular a criatividade dos colaboradores.O estudo mostra que colaboradores de empresas que adotam a diversidade relatam níveis muito mais altos de inovação e colaboração do que seus pares de outras empresas. Esses colaboradores têm maior probabilidade de:• 152% – afirmar que podem propor novas ideias e tentar novas formas de fazer as coisas;• 77% – concordar que a organização aplique ideias externas para melhorar sua performance;• 72% – reportar que a organização melhora consistentemente sua forma de fazer as coisas;• 64% – afirmar que colaboram, compartilhando ideias e melhores práticas.• “A correlação entre performance financeira e ambiente diverso pode mudar a visão até dos mais céticos em relação às práticas de inclusão de diferentes grupos”, diz Heloisa Callegaro, sócia da McKinsey.Durante o Fórum Internacional de CEOs em 2020, promovido pelo grupo Gestão RH, Ana Karina Bortoni Dias, ex-sócia da consultoria McKinsey, atualmente CEO do Banco BMG, declarou: “Se os líderes não assumirem práticas que promovam felicidade, pelas razões certas, que seja então pelo impacto porque no resultado, no lucro das empresas”. Construindo empresas felizes: sobre Sandra Teshner Clique aqui para saber mais sobre Sandra Teschner:Sandra é cheif happiness officer, certificada na Florida International University (FUI) em “Gestão de Felicidade”, focado em mostrar o quão a felicidade é importante para quaisquer organizações e como é primordial ter um gestor da “Ciência da Felicidade” em um quadro de colaboradores.Sandra é membro palestrante do Wohasu World Happiness Summit, criadora do projeto Plantando Happiness , projeto experiencial