Setembro carrega um alerta que não deveria ser sazonal

Setembro Amarelo

A saúde mental inclusive no trabalho tem deixado de ser apenas uma questão individual e se transformado no critério silencioso que define os rumos da humanidade. Estou escrevendo este artigo enquanto viajo pela Alemanha, país que acaba de divulgar um dado revelador sobre o tema: 15% das ausências ao trabalho já são causadas por transtornos mentais, com uma média de 36 dias de afastamento por colaborador, segundo o Centro Alemão de Saúde Mental (DZPG). Um dado frio que escancara o que muitos ambientes ainda tentam ignorar: o custo emocional da negligência. A dor emocional não resolvida não desaparece. Ela apenas muda de lugar. Silencia, até que não seja mais possível ignorar. O que começa como desconforto vira ausência. O que poderia ser escutado, vira ruptura. O que não se trata, se institucionaliza como crise. Foi com esse pano de fundo — e não por acaso — que escolhi setembro como mês para lançar a terceira obra da trilogia que venho construindo sobre felicidade aplicada à vida e ao trabalho. Um livro* que não fala da felicidade como alívio ou solução mágica, mas como prática estratégica de prevenção, permanência e transformação. Porque felicidade não é fuga — é estrutura emocional. É um modo de estar inteiro num mundo que constantemente nos pede fragmentos. É um jeito lúcido de não adoecer junto com o sistema. Setembro Amarelo é sobre isso. Não apenas sobre os finais trágicos — mas sobre o que vem antes. Sobre os sinais que aparecem disfarçados de cansaço, sobre os silêncios que crescem dentro da fala, sobre os colaboradores que se desconectam mesmo antes de pedir desligamento. Falar de saúde mental é falar de futuro. E talvez o grande gesto de responsabilidade seja reaprender a escutar — com método, com presença, com verdade. *Felicidade é uma Escolha- Tudo o mais é meio é o terceiro volume da trilogia iniciada com Felicidade se Aprende. Escrito por mim e por outros 23 profissionais com formação em felicidade corporativa, o livro reúne práticas aplicadas, estudos reconhecidos e narrativas reais que mostram como a felicidade pode — e deve — ser usada como ferramenta estratégica de cultura, saúde emocional e performance organizacional. Já disponível na Amazon e nas principais redes de livrarias. Lançamento oficial: 19 de setembro de 2025, durante o Congresso Nordestino de Felicidade, em Aracaju (SE) Fonte: https://partnersales.com.br/artigo/setembro-carrega-um-alerta-que-nao-deveria-ser-sazonal

Setembro Amarelo no Ambiente de Trabalho: Como a Ciência da Felicidade Pode Ser uma Ferramenta Poderosa na Prevenção ao Suicídio

Setembro Amarelo é uma campanha mundial dedicada à prevenção do suicídio, promovendo a conscientização sobre a importância de cuidar da saúde mental. No ambiente de trabalho, essa campanha assume uma relevância ainda maior, considerando que passamos uma grande parte de nossas vidas em nossos locais de trabalho. O estresse, a pressão por resultados e o desequilíbrio entre a vida profissional e pessoal são fatores que podem impactar negativamente a saúde mental dos colaboradores. Nesse contexto, a ciência da felicidade emerge como uma ferramenta poderosa, capaz de transformar o ambiente corporativo e contribuir para a prevenção ao suicídio. O Impacto da Saúde Mental no Ambiente de TrabalhoA saúde mental é um componente essencial para o bem-estar geral dos colaboradores e, consequentemente, para o sucesso das organizações. Quando negligenciada, a saúde mental pode levar a uma série de problemas, incluindo esgotamento, ansiedade, depressão e, em casos extremos, suicídio. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o suicídio é a segunda principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos, e muitos dos fatores que contribuem para o suicídio estão presentes no ambiente de trabalho, como o estresse crônico e a falta de apoio emocional. Setembro Amarelo oferece uma oportunidade única para as empresas abordarem esse tema de forma aberta e compassiva, promovendo a conscientização sobre a importância de cuidar da saúde mental no ambiente de trabalho. No entanto, para que essas iniciativas sejam eficazes, é crucial que as empresas adotem uma abordagem estratégica, utilizando ferramentas como a ciência da felicidade para criar um ambiente de trabalho mais saudável e acolhedor. A Ciência da Felicidade como Ferramenta na Prevenção ao SuicídioA ciência da felicidade é um campo de estudo que se concentra em entender os fatores que contribuem para o bem-estar humano e como esses fatores podem ser aplicados para melhorar a qualidade de vida das pessoas. No ambiente de trabalho, a ciência da felicidade pode ser usada para desenvolver políticas e práticas que promovam a saúde mental e o bem-estar dos colaboradores, ajudando a prevenir o suicídio. Estratégias Práticas para Implementação no Setembro AmareloPara que a campanha do Setembro Amarelo seja eficaz no ambiente de trabalho, é importante que as empresas adotem uma abordagem proativa, integrando a ciência da felicidade em suas estratégias de saúde mental. Aqui estão algumas práticas que podem ser implementadas: Workshops de Conscientização: Organize palestras e workshops com especialistas em saúde mental e ciência da felicidade para educar os colaboradores sobre a importância do bem-estar emocional e como identificar sinais de alerta entre os colegas.Programas de Apoio Psicológico: Ofereça programas de apoio psicológico, como terapia online, grupos de apoio ou sessões de aconselhamento, para que os colaboradores possam acessar ajuda de forma confidencial e segura.Campanhas de Comunicação: Utilize a comunicação interna para divulgar informações sobre a campanha do Setembro Amarelo, incluindo dicas de autocuidado, histórias inspiradoras e recursos disponíveis para quem precisar de ajuda.Iniciativas de Reconhecimento: Estabeleça programas de reconhecimento para valorizar o esforço e a dedicação dos colaboradores, mostrando que eles são apreciados e que seu bem-estar é uma prioridade para a empresa.ConclusãoO Setembro Amarelo é uma oportunidade crucial para as empresas demonstrarem seu compromisso com a saúde mental de seus colaboradores. Ao integrar a ciência da felicidade nas iniciativas de prevenção ao suicídio, as organizações podem criar um ambiente de trabalho mais saudável, onde os funcionários se sintam apoiados, valorizados e felizes. Não se trata apenas de evitar o sofrimento, mas de promover uma cultura de bem-estar e felicidade que beneficie a todos, tanto no ambiente de trabalho quanto em suas vidas pessoais. Ao fazer isso, as empresas não só contribuem para a prevenção ao suicídio, mas também constroem uma força de trabalho mais resiliente, engajada e produtiva.