Como preparar sua empresa para a Lei da Saúde Mental

A saúde mental saiu da esfera dos “benefícios opcionais” para se tornar uma obrigação legal no Brasil. Em vigor desde janeiro de 2024, a Lei 14.831/2024 determina que empresas implementem medidas concretas para promover o bem-estar emocional dos colaboradores. A norma foi incorporada à NR-1 (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais) e estabelece que riscos psicossociais — como estresse crônico, assédio moral, sobrecarga e falta de sentido no trabalho — devem ser identificados, monitorados e mitigados pelas organizações. Apesar de já vigente, a obrigatoriedade plena da norma foi prorrogada: o prazo final para adequação é 25 de maio de 2026. Até lá, vive-se um período de orientação, com caráter educativo e sem sanções. Isso oferece uma oportunidade estratégica rara: se preparar com profundidade antes das autuações começarem. A seguir, compartilho cinco passos essenciais para usar esse tempo com inteligência, consolidar uma cultura emocionalmente saudável e transformar o cuidado com pessoas em vantagem competitiva. 1. Faça um diagnóstico real e profundo Não se trata apenas de aplicar uma pesquisa de clima padrão. A nova norma exige uma abordagem ampla, incluindo o mapeamento de fatores psicossociais que podem gerar adoecimento. Isso significa ouvir as pessoas, cruzar dados qualitativos e quantitativos e entender as causas estruturais por trás dos sintomas — como rotatividade alta, afastamentos por burnout ou queda de produtividade. O que deve procurar? Ambientes tóxicos, jornadas abusivas, metas inalcançáveis, líderes despreparados, invisibilidade emocional, conflitos recorrentes. 2. Treine líderes para a gestão emocional Nenhuma política prospera se a liderança direta for um ponto de tensão. Investir na formação de líderes emocionalmente responsáveis é decisivo. Eles devem ser capazes de reconhecer sinais de sofrimento, conduzir conversas difíceis, aplicar feedbacks com empatia e criar ambientes onde é seguro errar, perguntar e pedir ajuda. Dica prática: inclua a saúde mental nos indicadores de desempenho da liderança. Se não estiver na meta, não estará na prática. 3. Estabeleça uma política de bem-estar com ações visíveis A nova legislação exige ações concretas e documentadas. Crie uma política institucional clara, com objetivos, responsáveis, metas e mecanismos de avaliação. Isso inclui protocolos de acolhimento, canais de denúncia efetivos, planos de intervenção e iniciativas contínuas de educação emocional. Importante: apenas ações recorrentes e consistentes vão atender às exigências legais — uma campanha pontual ou um workshop isolado não bastam. 4. Monitore e ajuste continuamente O bem-estar é dinâmico. Os riscos de hoje podem não ser os mesmos daqui a seis meses. Por isso, estabeleça uma rotina de monitoramento, com indicadores que permitam ajustes finos. Olhe para dados de absenteísmo, produtividade, engajamento, turnover e pedidos de afastamento — e não hesite em reavaliar o plano de ação com base nos resultados. Ferramentas sugeridas: pulse surveys, entrevistas de desligamento, comitês de escuta, análise de prontuários médicos (respeitando LGPD). 5. Inclua a saúde mental na estratégia da empresa Empresas que se destacam não veem a saúde mental como custo, mas como investimento estratégico. Além de reduzir riscos legais e fortalecer a reputação da marca empregadora, o cuidado genuíno com as pessoas aumenta a capacidade de inovação, acelera a resolução de conflitos e favorece ambientes de alta performance. Fato relevante: empresas com maior bem-estar emocional têm 21% mais lucratividade e 41% menos absenteísmo, segundo estudo da Gallup. A saúde mental deixou de ser uma bandeira de RH e tornou-se uma variável estratégica. Empresas que se antecipam à vigência obrigatória da NR-1 Lei 14.831/2024 não apenas reduzem riscos legais — elas constroem culturas mais humanas, sustentáveis e preparadas para o futuro. O que está em jogo não é apenas conformidade com a lei. É a chance de construir uma organização onde as pessoas que fazem tudo acontecer possam permanecer, crescer e florescer. Sandra Teschner, especialista internacional em felicidade Fonte: https://www.pressreader.com/brazil/folha-de-londrina/20250709/281530822035770?srsltid=AfmBOoowSHOV-IJBNkmFzwf8SKGJ_-i_u67PkwxB4ReIU1HEv5OryUKQ
Lei da Saúde Mental: como preparar sua empresa?

Saúde Mental Especialista em alta performance já impactou centenas de negócios com foco em mentalidade, vendas high ticket e autoridade Por Colaboração Sandra Teschner, especialista internacional em felicidade A saúde mental saiu da esfera dos “benefícios opcionais” para se tornar uma obrigação legal no Brasil. Em vigor desde janeiro de 2024, a Lei 14.831/2024 determina que empresas implementem medidas concretas para promover o bem-estar emocional dos colaboradores. A norma foi incorporada à NR-1 (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais) e estabelece que riscos psicossociais — como estresse crônico, assédio moral, sobrecarga e falta de sentido no trabalho — devem ser identificados, monitorados e mitigados pelas organizações. Apesar de já vigente, a obrigatoriedade plena da norma foi prorrogada: o prazo final para adequação é 25 de maio de 2026. Até lá, vive-se um período de orientação, com caráter educativo e sem sanções. Isso oferece uma oportunidade estratégica rara: se preparar com profundidade antes das autuações começarem. A seguir, compartilho cinco passos essenciais para usar esse tempo com inteligência, consolidar uma cultura emocionalmente saudável e transformar o cuidado com pessoas em vantagem competitiva. Empresas com maior bem-estar emocional têm 21% mais lucratividade e 41% menos absenteísmo, segundo estudo da Gallup. Faça um diagnóstico real e profundo Não se trata apenas de aplicar uma pesquisa de clima padrão. A nova norma exige uma abordagem ampla, incluindo o mapeamento de fatores psicossociais que podem gerar adoecimento. Isso significa ouvir as pessoas, cruzar dados qualitativos e quantitativos e entender as causas estruturais por trás dos sintomas — como rotatividade alta, afastamentos por burnout ou queda de produtividade.O que deve procurar? Ambientes tóxicos, jornadas abusivas, metas inalcançáveis, líderes despreparados, invisibilidade emocional, conflitos recorrentes. Treine líderes para a gestão emocional Nenhuma política prospera se a liderança direta for um ponto de tensão. Investir na formação de líderes emocionalmente responsáveis é decisivo. Eles devem ser capazes de reconhecer sinais de sofrimento, conduzir conversas difíceis, aplicar feedbacks com empatia e criar ambientes onde é seguro errar, perguntar e pedir ajuda.Dica prática: inclua a saúde mental nos indicadores de desempenho da liderança. Se não estiver na meta, não estará na prática. Estabeleça uma política de bem-estar com ações visíveis A nova legislação exige ações concretas e documentadas. Crie uma política institucional clara, com objetivos, responsáveis, metas e mecanismos de avaliação. Isso inclui protocolos de acolhimento, canais de denúncia efetivos, planos de intervenção e iniciativas contínuas de educação emocional.Importante: apenas ações recorrentes e consistentes vão atender às exigências legais — uma campanha pontual ou um workshop isolado não bastam. Monitore e ajuste continuamente O bem-estar é dinâmico. Os riscos de hoje podem não ser os mesmos daqui a seis meses. Por isso, estabeleça uma rotina de monitoramento, com indicadores que permitam ajustes finos. Olhe para dados de absenteísmo, produtividade, engajamento, turnover e pedidos de afastamento — e não hesite em reavaliar o plano de ação com base nos resultados.Ferramentas sugeridas: pulse surveys, entrevistas de desligamento, comitês de escuta, análise de prontuários médicos (respeitando LGPD). Inclua a saúde mental na estratégia da empresa Empresas que se destacam não veem a saúde mental como custo, mas como investimento estratégico. Além de reduzir riscos legais e fortalecer a reputação da marca empregadora, o cuidado genuíno com as pessoas aumenta a capacidade de inovação, acelera a resolução de conflitos e favorece ambientes de alta performance. A saúde mental deixou de ser uma bandeira de RH e tornou-se uma variável estratégica. Empresas que se antecipam à vigência obrigatória da NR-1 Lei 14.831/2024 não apenas reduzem riscos legais — elas constroem culturas mais humanas, sustentáveis e preparadas para o futuro. O que está em jogo não é apenas conformidade com a lei. É a chance de construir uma organização onde as pessoas que fazem tudo acontecer possam permanecer, crescer e florescer. Fonte: www.thepresident.com.br/lei-da-saude-mental-como-preparar-sua-empresa/
Dia das Mães do Tietê Plaza Shopping tem empatia e reconexão

Vivemos em tempos de excesso de informação, escassez de presença e vínculos frágeis. Nunca se falou tanto em conexão — e, paradoxalmente, nunca estivemos tão sós. A solidão é uma das grandes dores contemporâneas e começa a exigir respostas também do mercado, da comunicação e da cultura. É nesse contexto que surge a nova campanha de Dia das Mães do Tietê Plaza Shopping, criada por Sandra Teschner, especialista internacional em ciência da felicidade, mestre em Psicologia Organizacional e reconhecida por sua trajetória de impacto na comunicação com propósito. “Um Amor Que É Todo Seu” emociona porque vai além da estética. A campanha dá voz a histórias reais: as relações entre a apresentadora Paola Pretto, sua filha Flora e a mãe Branca, que vive em Portugal, formam o coração da narrativa. Nenhuma delas é atriz ou personagem: são frequentadoras reais do shopping e compartilham suas vivências em registros autênticos. O objetivo é claro e estratégico: reforçar o vínculo emocional entre o Tietê Plaza e sua comunidade, promovendo empatia e reconexão em uma das datas mais importantes do varejo. O Dia das Mães tem papel central no calendário do shopping, impactando diretamente o fluxo e o desempenho comercial do período. Experiência multicanal e humanização da comunicação A campanha é veiculada em diversos canais — redes sociais, espaços internos do shopping e mídia digital — e inclui ativações presenciais que propõem experiências sensoriais ao público. Trata-se de uma comunicação que não impõe, mas convida. Não idealiza, mas humaniza. Todo o processo criativo foi conduzido sob os pilares da ciência da felicidade — como emoções positivas, relacionamentos autênticos e senso de pertencimento — que Sandra Teschner domina e aplica em projetos multissetoriais. “Essa campanha nasce de um desejo legítimo de reconexão. De mostrar que pertencimento, empatia e verdade ainda são os ativos mais valiosos de qualquer marca que queira criar vínculo real com seu público”, afirma Sandra. Sustentabilidade emocional no varejo e diferenciação no mercado A campanha se consolida como um case contemporâneo de sustentabilidade emocional aplicada ao varejo. Em vez de explorar fórmulas prontas, aposta na verdade para criar identificação genuína com o público. Mais do que anunciar uma data comemorativa, o projeto inaugura um novo olhar: o de que marketing com empatia e intenção é não só possível — como necessário para marcas que buscam relevância e conexão verdadeira. Fonte: https://grandesnomesdapropaganda.com.br/mercado-digital/dia-das-maes-do-tiete-plaza-shopping-tem-empatia-e-reconexao/
Felicidade no trabalho deixa de ser tendência e torna-se exigência legal e diferencial competitivo

Especialista aponta como leis recentes, ciência e ESG posicionam o bem-estar emocional como um ativo estratégico para as empresas. Durante muito tempo, falar sobre “felicidade no trabalho” soava como um convite ao romantismo organizacional. Mas os ventos mudaram. Hoje, estamos diante de uma convergência inédita: ciência, legislação e gestão estratégica finalmente se encontram em um mesmo ponto de inflexão. Esse ponto chama-se bem-estar corporativo sustentável. A sanção da Lei nº 14.831/2024, que institui o Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental, e a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) — que exigirá, a partir de maio de 2025, a gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho — não representam apenas marcos legais. São o reconhecimento institucional de algo que a neuropsicologia organizacional e a ciência vêm dizendo há anos: trabalhadores emocionalmente saudáveis produzem mais, criam melhor, cooperam com mais empatia e permanecem por mais tempo nas organizações. O custo da negligência De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 12 bilhões de dias de trabalho são perdidos anualmente em decorrência de distúrbios emocionais como depressão e ansiedade — gerando perdas de cerca de US$ 1 trilhão por ano à economia global. No Brasil, o Ministério da Saúde aponta que cerca de 30% dos afastamentos por doenças ocupacionais têm origem em transtornos mentais. Ignorar esse cenário não é mais apenas uma falha de liderança. Trata-se, agora, de um desalinhamento legal e estratégico. Felicidade organizacional: ciência aplicada ao RH A chamada Ciência da Felicidade — um campo interdisciplinar que une psicologia positiva, neurociência, economia comportamental e antropologia — oferece um repertório consistente de práticas para o bem-estar intencional nas empresas. Pesquisadores como Daniel Kahneman, Martin Seligman e Sonja Lyubomirsky forneceram as bases para entender que emoções positivas frequentes, senso de pertencimento, propósito e engajamento cognitivo são essenciais para o florescimento humano. No universo corporativo, essa ciência propõe muito mais do que ações isoladas. Ela defende uma transformação cultural genuína, na qual a felicidade dos colaboradores é tratada como um ativo estratégico mensurável, tanto quanto o ROI. Um estudo de 10 anos publicado pela Harvard Business Review mostrou que empresas com altos índices de bem-estar cresceram três vezes mais em receita que seus concorrentes. Já dados da Gallup indicam que equipes com bem-estar elevado apresentam 31% mais produtividade e 37% mais vendas. Felicidade como pilar do ESG No contexto atual de pressões por práticas ESG — ambientais, sociais e de governança —, a felicidade corporativa passou de opcional a instrumento de reputação, compliance e valorização de marca. Empresas que não estruturarem políticas consistentes de apoio emocional aos seus colaboradores estarão expostas a riscos de obsolescência ética e perda de competitividade no mercado. O que fazer diante das novas exigências? Com a nova NR-1, as empresas serão obrigadas a incluir em seus Programas de Gerenciamento de Riscos (PGR) fatores psicossociais como: Excesso de cobrança Clima organizacional tóxico Falta de reconhecimento Assédio moral ou violência simbólica Sobrecarga e ausência de pausas regenerativas Por sua vez, a Lei nº 14.831/2024 incentiva a criação de comitês internos de saúde mental, campanhas educativas, linhas de apoio psicológico e programas de capacitação de lideranças mais conscientes. Mais do que cumprir exigências legais, trata-se de ressignificar o papel das organizações na vida das pessoas. Não é razoável imaginar ambientes produtivos onde a segurança emocional é negligenciada. O novo luxo corporativo: bem-estar emocional Em um cenário de instabilidade econômica, transformações tecnológicas e tensões sociais, o novo diferencial das empresas é o cuidado com o coletivo emocional. Culturas corporativas que priorizam a saúde mental estão, de fato, priorizando o ser humano. Como sempre digo: a felicidade não é ingênua — ela é estratégica, urgente e profundamente transformadora. Por Sandra Teschner – especialista internacional em felicidade, fundadora do Instituto Happiness do Brasil e idealizadora do Happiness Brasil Summit. Fonte: https://www.mundorh.com.br/felicidade-no-trabalho-deixa-de-ser-tendencia-e-torna-se-exigencia-legal-e-diferencial-competitivo/
Felicidade no trabalho: de tendência a exigência legal e vantagem competitiva

Felicidade no trabalho deixa de ser tendência e se torna exigência legal, com impacto direto na saúde mental dos colaboradores e na competitividade das empresas. Por Sandra Teschner* Durante muito tempo, falar de felicidade no trabalho soava quase como um convite ao romantismo organizacional. Mas os ventos mudaram. E hoje, estamos diante de uma confluência poderosa: a ciência, a a legislação e a gestão estratégica finalmente se encontram num mesmo ponto de inflexão. Este ponto chama-se bem-estar corporativo sustentável. A sanção da Lei nº 14.831/2024, que institui o Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental, e a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que passará a exigir, a partir de maio de 2025, a gestão dos riscos psicossociais no ambiente de trabalho, não são apenas marcos legais. São o reconhecimento, por vias institucionais, de algo que a ciência e a neuropsicologia organizacional vêm nos dizendo há anos: trabalhadores emocionalmente saudáveis produzem mais, criam melhor, cooperam com mais empatia e permanecem mais tempo nas organizações. O custo do descuido Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 12 bilhões de dias de trabalho são perdidos anualmente por conta de distúrbios emocionais como depressão e ansiedade, gerando perdas estimadas em US$ 1 trilhão por ano à economia global. Só no Brasil, o Ministério da Saúde aponta que cerca de 30% dos afastamentos por doenças ocupacionais têm origem em transtornos mentais. Ignorar esse cenário deixou de ser apenas uma falha de liderança — passou a configurar, também, desalinhamento legal e estratégico. A Ciência da Felicidade aplicada às corporações A Ciência da Felicidade — campo interdisciplinar que combina psicologia positiva, neurociência, economia comportamental e antropologia — oferece um repertório robusto de práticas para o bem-estar intencional. Daniel Kahneman, Martin Seligman, Sonja Lyubomirsky e outros pesquisadores forneceram a base científica para se entender que emoções positivas frequentes, senso de pertencimento , propósito e engajamento cognitivo são elementos fundamentais para o florescimento humano. Quando aplicada ao mundo corporativo, essa ciência propõe não apenas iniciativas isoladas de bem-estar, mas uma transformação cultural sustentável: um modelo no qual a felicidade dos colaboradores é um ativo estratégico tão mensurável quanto o ROI. Um estudo longitudinal da Harvard Business Review revelou que empresas com altos índices de bem-estar dos colaboradores tiveram, em média, 3x mais crescimento de receita em comparação com concorrentes no mesmo período de 10 anos. Além disso, equipes com maior índice de bem-estar reportam 31% mais produtividade e 37% mais vendas, segundo dados da Gallup. Felicidade como critério ESG No cenário atual, marcado por pressões ESG (ambientais, sociais e de governança), a felicidade corporativa deixou de ser opcional. Ela agora é instrumental à reputação, ao compliance e ao valuation. Empresas que não estruturarem planos consistentes de apoio emocional aos seus colaboradores estarão sujeitas não apenas à obsolescência ética, mas a perdas tangíveis de competitividade. E agora, o que fazer? A nova NR-1 exigirá que empresas incluam, em seus Programas de Gerenciamento de Riscos (PGR), a avaliação de fatores psicossociais, como: Excesso de cobrançaClima tóxicoFalta de reconhecimentoAssédio moral e violência simbólicaSobrecarga e falta de pausas regenerativas Por outro lado, a Lei 14.831/2024 estimula a criação de comitês internos, campanhas educativas, linhas de apoio emocional e treinamentos de liderança consciente. Mas, mais do que cumprir normas, trata-se de ressignificar o papel das organizações na vida das pessoas. Afinal, não é razoável imaginar produtividade em ambientes emocionalmente inseguros. A empresa que floresce é aquela que permite florescimento Em tempos de incertezas econômicas, transformações tecnológicas e tensões sociais, o novo luxo das corporações é o emocional coletivo. A cultura que valoriza a saúde mental, antes de tudo, valoriza o a saúde mental, antes de tudo, valoriza o ser humano. E como sempre digo: a felicidade não é ingênua. Ela é estratégica, urgente e profundamente transformadora. *Sandra Teschner é especialista internacional em felicidade, fundadora do Instituto Happiness do Brasil e do Happiness Brasil Summit. Fonte: https://exame.com/bussola/felicidade-no-trabalho-de-tendencia-a-exigencia-legal-e-vantagem-competitiva/
NR-1 Adiada: Um Alívio? Talvez. Uma Oportunidade? Com Certeza.

Por Sandra TeschnerEspecialista em Felicidade no Trabalho | Fundadora do Instituto Happiness do Brasil Você já ouviu falar da nova NR-1? Se não ouviu, prepare-se.Se já ouviu, alerte sua liderança.Se está ignorando, é melhor repensar porque a saúde mental virou norma. A atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que torna obrigatória a gestão dos riscos psicossociais nas empresas, acaba de ser adiada por 90 dias.Sim, o governo respirou fundo e deu fôlego a quem ainda não começou. Mas vamos ser honestos?Esse prazo não é para esperar. É para agir. O que está em jogo?Estamos falando de um divisor de águas no mundo corporativo.A partir de agosto de 2025, será obrigatório: Mapear riscos como assédio moral, sobrecarga, relações tóxicas e isolamento emocional;Registrar tudo no inventário de riscos do PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos);Criar planos de ação específicos com prazos e responsáveis;E talvez o mais importante provar que sua empresa cuida de gente de verdade.Não se trata mais de “sensibilizar”.É sobre comprovar. Com ciência, com método e com responsabilidade legal. Mas afinal… o que são riscos psicossociais?São tudo aquilo que você já percebe no seu time, mas talvez nunca tenha nomeado: Colaboradores silenciosamente esgotados;Reuniões onde ninguém ousa discordar;Líderes com metas desumanas e pouca escuta;Falta de reconhecimento real (não confunda com happy hour e café com bolo);Um “clima” que pesa no ar — mas que agora pode custar multas, processos e reputação.A pergunta que não quer calar:Sua empresa está preparada para medir, gerenciar e transformar esse cenário? Ou vai esperar o fiscal bater na porta com a norma debaixo do braço? Como o Instituto Happiness do Brasil entra nisso?A gente não chega com frases prontas ou promessas de bem-estar na parede. Chegamos com: Ferramentas validadas cientificamente, alinhadas à NR-1 e à ISO 45003;Diagnósticos personalizados, que ouvem sua equipe e revelam onde mora o adoecimento (às vezes, onde você menos espera);Workshops e treinamentos práticos e transformadores;Formação de líderes e profissionais de SST para lidar com o que antes era “intocável”: o invisível que adoece — e que agora tem nome, norma e prazo.Você tem 90 dias.Use com inteligência. Ou continue acreditando que saúde mental é um papo “soft” — até virar um passivo trabalhista. Nós, do Instituto Happiness do Brasil, estamos prontos para ajudar empresas que querem ir além da obrigação e transformar cuidado em cultura.Fale com a gente. Sua equipe — e o futuro da sua organização — agradecem. Sandra TeschnerEspecialista em Felicidade no TrabalhoFundadora do Instituto Happiness do BrasilMentora da Formação Internacional de Felicitadores
De utopia à acidente ocupacional. Felicidade é assunto sério .

Confira o artigo no Grupo Gestão RH Por Sandra Teschner Se pelo amor não bastava, talvez agora seja pela dor. A felicidade no trabalho antes vista como um tema “fofo” de RH, um luxo conceitual ou um brinde institucional entrou oficialmente na categoria de risco ocupacional. E quando falamos em risco, falamos em lei, multas, INSS e acidentes de trabalho. A mais recente atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), publicada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em agosto de 2024, tornou obrigatória a inclusão da avaliação de riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) das organizações. Essa mudança reconhece oficialmente que estresse, assédio, sobrecarga mental e emocional são riscos ocupacionais e devem ser gerenciados com o mesmo rigor que riscos físicos ou químicos. A partir de 26 de maio, todas as empresas brasileiras deverão identificar e mitigar esses fatores. A negligência terá consequências sérias, como: ► aumento da alíquota do Seguro de Acidente de Trabalho (SAT); ► multas substanciais; ► ações judiciais; ► e impactos diretos na reputação corporativa especialmente em um cenário onde a saúde mental está sob constante escrutínio público. A principal mudança? Agora há base legal. A Previdência Social não quer mais arcar sozinha com os custos gerados por más condições emocionais no ambiente de trabalho. O que antes era tratado como um diferencial ético ou uma estratégia de engajamento, agora entra na categoria de compliance obrigatório. E ainda há muitas perguntas no ar: Quem audita? Como será feita essa fiscalização? Quais indicadores serão exigidos? Fato é: o passivo já está criado – e a prevenção virou salvação. Mas será que as empresas só se movem quando sentem a ameaça? Porque pela via do cuidado real, do engajamento genuíno, da liderança emocionalmente inteligente, os argumentos já existem há muito tempo: ► A Universidade da Califórnia mostra que colaboradores felizes são, em média, 31% mais produtivos, 3 vezes mais criativos e vendem 37% mais. ► A Gallup revela que empresas com equipes engajadas registram 21% mais lucratividade e 41% menos absenteísmo. ► Arthur Brooks, professor de Harvard, comprova que líderes emocionalmente satisfeitos constroem culturas de alta performance e baixa rotatividade. Ou seja, felicidade funciona. Não é só filosofia de vida. É gestão de risco, é estratégia, é resultado. A curva da felicidade acompanha a curva do lucro sustentável. O estado de flow, como defendem Mihaly Csikszentmihalyi e Steven Kotler, eleva a performance a níveis de alto impacto. Quem entendeu isso, já saiu na frente. Quem ainda acha que é “romântico demais para ser verdade”… melhor preparar o jurídico. Felizmente, já existem caminhos práticos para alinhar cultura, gestão e compliance: ► ferramentas de mensuração como o modelo PERMA-V, ► plataformas de monitoramento de clima emocional, ► e normas internacionais como a NP 4590 (Portugal), que estruturam sistemas de gestão do bem-estar organizacional. Não se trata de fazer mais. Mas de fazer o essencial com consistência. Há décadas, atuo ao lado de empresas que decidiram agir pelas razões certas inclusive para agradar aos acionistas. Porque felicidade organizacional não é romantismo. É inteligência corporativa. É sustentabilidade humana. *Autora do livro Felicidade se Aprende, Sandra Teschner é consultora em saúde social e felicidade corporativa. Mestre em Psicologia Organizacional e especialista em Ciência da Felicidade e Liderança Positiva, fundou o Instituto de Happiness do Brasil. É CHO da primeira turma da Florida International University Link da matéria: https://www.grupogestaorh.com.br/pt_br/artigos/9080-felicidade-no-trabalho-do-romantismo-organizacional-ao-acidente-de-trabalho
Empresas e saúde mental: A nova regra do jogo para 2025

Cuidar da saúde mental dos colaboradores deixou de ser apenas uma boa prática para se tornar uma exigência legal no Brasil. Com a sanção da Lei nº 14.831/2024 e a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), as empresas agora têm o dever de implementar medidas que promovam o bem-estar psicológico no ambiente corporativo. A partir de maio de 2025, todas as organizações deverão incluir a avaliação de riscos psicossociais em seus programas de Segurança e Saúde no Trabalho. Além disso, a nova legislação institui o Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental, que reconhece empresas comprometidas com ações concretas de cuidado com seus funcionários. Mas, na prática, o que muda? Empresas precisam adotar estratégias eficazes para garantir um ambiente mais saudável, como: Avaliação de riscos psicossociais para identificar fatores de estresse e assédio. Implementação de programas contínuos de saúde mental e bem-estar. Disponibilização de suporte psicológico e canais de acolhimento. Promoção de treinamentos e campanhas de conscientização. Estímulo ao equilíbrio entre vida profissional e pessoal. A negligência com a saúde mental pode trazer não apenas impactos negativos à produtividade e ao clima organizacional, mas também penalidades legais e financeiras para as empresas. Adaptar-se a essa nova realidade não é apenas uma obrigação, mas uma oportunidade para criar um ambiente de trabalho mais humano, motivador e sustentável. As empresas que se anteciparem a essas mudanças terão uma grande vantagem competitiva, pois organizações que priorizam o bem-estar de seus colaboradores colhem melhores resultados, engajamento e retenção de talentos. E a sua empresa? Já está preparada para essa nova era da saúde mental corporativa?
Sandra Teschner lança novo livro com alunos do Instituto Happiness do Brasil

No dia 21 de março de 2025, São Paulo receberá um evento especial para os entusiastas da ciência da felicidade e do bem-estar corporativo. Acontece, na Livraria da Vila do Shopping Eldorado, o lançamento do livro “Comece pela Felicidade: Porque Ser Feliz Precede o Verdadeiro Sucesso”, a partir das 19h até às 21h30. O evento será gratuito e aberto ao público, proporcionando uma oportunidade única de interação com os autores e especialistas no tema. O livro é o segundo volume da coleção Felicidade se Aprende e reúne os conhecimentos de 23 coautores, todos certificados como Chief Happiness Officers pelo Instituto Happiness do Brasil e pela MUST University. Sob a mentoria de Sandra Teschner, fundadora do Instituto Happiness e idealizadora da coleção, a obra traz ferramentas práticas e científicas para integrar a felicidade no ambiente de trabalho e na vida cotidiana. Um evento de celebração e networking Além de marcar o lançamento oficial da obra, a noite será um momento de celebração, troca de experiências e insights sobre como aplicar a ciência da felicidade na vida pessoal e profissional. Os participantes poderão conhecer os coautores, obter autógrafos e participar de conversas enriquecedoras sobre o impacto da felicidade no sucesso e no bem-estar. Uma leitura essencial para empresas e indivíduos O livro “Comece pela Felicidade” segue os passos do primeiro volume da coleção, que se tornou referência global ao ser escrito exclusivamente por especialistas em felicidade corporativa. A nova edição aprofunda ainda mais as estratégias para transformar o bem-estar em um valor essencial para empresas e profissionais. Alinhado à Lei 14.831, de 2024, que criou o Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental, a obra se torna um guia essencial para organizações comprometidas com a saúde mental de seus colaboradores. Conheça os autores Com um time de coautores renomados, a obra apresenta contribuições de especialistas de diversas áreas, incluindo médicos, professores, advogados, psicólogos e empresários. Entre os nomes confirmados estão Aline Martins, Amanda Machado, Ana Carolina Bacila, Carolina Farrapeira, Andréia Golfinho, Andréia Vieira, Ângenes Costa, Anna Oliver, Áurea Bartoli, Dani Camamo, Daniel Lima, Emily Adachi, Fabiana Salles, Iranilda Azevedo, Marciene Lobato, Natalie Acera, Patrícia Valente, Roberta Miguel, Silvia Roth, Teresa Cristina Romio, Thaise Arcuri, Vanessa Martins e Zezé Andrade. O lançamento do livro “Comece pela Felicidade” será uma oportunidade imperdível para quem busca transformar a felicidade em um pilar estratégico para o sucesso. Não perca essa experiência enriquecedora!
Happiness Brasil Summit promete revolucionar na segunda edição

Happiness Brasil Summit A segunda edição do Happiness Brasil Summit está programada para ocorrer de 20 a 22 de março de 2025, em São Paulo, oferecendo uma experiência enriquecedora sobre felicidade no trabalho, bem-estar e alta performance organizacional. Programação Detalhada: 20 de março (Quinta-feira): O evento inaugural será realizado na Octavio House Faria Lima, das 9h às 19h. Este dia será dedicado à Felicidade Corporativa e Alta Performance, com palestras e painéis focados em estratégias para promover o bem-estar no ambiente de trabalho.21 de março (Sexta-feira): Em comemoração ao Dia Internacional da Felicidade, ocorrerá a Virada Happiness, um evento bônus externo com todas as atividades gratuitas, das 10h às 16h, na Universidade UMAPAZ, localizada dentro do Parque Ibirapuera. As atividades incluem experiências interativas, palestras, yoga e outras surpresas, abrangendo temas como cultura, educação e meio ambiente.22 de março (Sábado): O encerramento do summit ocorrerá na Universidade UMAPAZ, das 10h às 12h, com atividades focadas em motivação e meio ambiente. Após as atividades, haverá um almoço opcional no Parque Ibirapuera com a presença de Sandra Teschner, oferecendo uma oportunidade única para interação e troca de experiências. Palestrantes Confirmados: O evento contará com a participação de renomados profissionais e líderes em suas áreas, incluindo: Denize SaviChristine GringsRaquel TeixeiraRicardo BellinoCarlos Wizard MartinsCristiane EdingtonGabriela BaumgartenIzabella Camargo (Especialista em Saúde Mental)Fabiana Scaranzi (Jornalista e Especialista em Autoconhecimento)Karina Sato (Empresária e Advogada)Kika Sato (Empresária e Influenciadora 60+)Monique Curi (Atriz e Influenciadora de Mulheres 50+)Nancy Serapiao (CEO da Lexus do Brasil)Luciana Leite (Secretária de Turismo de SP)Mônica Salgado (Jornalista e Influenciadora de Bem-Estar)Txai Suruí (Líder Indígena e Ativista)Catarina Bellino (Especialista em Empreendedorismo Autêntico de Moda)Amir Slama (Estilista e Expoente da Moda Feminina)Jessyborg (Primeira pessoa com deficiência certificada como Chief Happiness Officer no Brasil, atleta paralímpica e palestrante inspiradora sobre inclusão e bem-estar)Tatiana Monteiro de Barros (Fundadora da ONG União BR, referência em impacto social e liderança positiva) O Happiness Brasil Summit 2025 promete ser uma experiência transformadora, reunindo especialistas e entusiastas para compartilhar conhecimentos e práticas que promovem a felicidade e o bem-estar tanto no ambiente corporativo quanto na vida pessoal.