Setembro carrega um alerta que não deveria ser sazonal

A saúde mental inclusive no trabalho tem deixado de ser apenas uma questão individual e se transformado no critério silencioso que define os rumos da humanidade. Estou escrevendo este artigo enquanto viajo pela Alemanha, país que acaba de divulgar um dado revelador sobre o tema: 15% das ausências ao trabalho já são causadas por transtornos mentais, com uma média de 36 dias de afastamento por colaborador, segundo o Centro Alemão de Saúde Mental (DZPG). Um dado frio que escancara o que muitos ambientes ainda tentam ignorar: o custo emocional da negligência. A dor emocional não resolvida não desaparece. Ela apenas muda de lugar. Silencia, até que não seja mais possível ignorar. O que começa como desconforto vira ausência. O que poderia ser escutado, vira ruptura. O que não se trata, se institucionaliza como crise. Foi com esse pano de fundo — e não por acaso — que escolhi setembro como mês para lançar a terceira obra da trilogia que venho construindo sobre felicidade aplicada à vida e ao trabalho. Um livro* que não fala da felicidade como alívio ou solução mágica, mas como prática estratégica de prevenção, permanência e transformação. Porque felicidade não é fuga — é estrutura emocional. É um modo de estar inteiro num mundo que constantemente nos pede fragmentos. É um jeito lúcido de não adoecer junto com o sistema. Setembro Amarelo é sobre isso. Não apenas sobre os finais trágicos — mas sobre o que vem antes. Sobre os sinais que aparecem disfarçados de cansaço, sobre os silêncios que crescem dentro da fala, sobre os colaboradores que se desconectam mesmo antes de pedir desligamento. Falar de saúde mental é falar de futuro. E talvez o grande gesto de responsabilidade seja reaprender a escutar — com método, com presença, com verdade. *Felicidade é uma Escolha- Tudo o mais é meio é o terceiro volume da trilogia iniciada com Felicidade se Aprende. Escrito por mim e por outros 23 profissionais com formação em felicidade corporativa, o livro reúne práticas aplicadas, estudos reconhecidos e narrativas reais que mostram como a felicidade pode — e deve — ser usada como ferramenta estratégica de cultura, saúde emocional e performance organizacional. Já disponível na Amazon e nas principais redes de livrarias. Lançamento oficial: 19 de setembro de 2025, durante o Congresso Nordestino de Felicidade, em Aracaju (SE) Fonte: https://partnersales.com.br/artigo/setembro-carrega-um-alerta-que-nao-deveria-ser-sazonal
Como preparar sua empresa para a Lei da Saúde Mental

A saúde mental saiu da esfera dos “benefícios opcionais” para se tornar uma obrigação legal no Brasil. Em vigor desde janeiro de 2024, a Lei 14.831/2024 determina que empresas implementem medidas concretas para promover o bem-estar emocional dos colaboradores. A norma foi incorporada à NR-1 (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais) e estabelece que riscos psicossociais — como estresse crônico, assédio moral, sobrecarga e falta de sentido no trabalho — devem ser identificados, monitorados e mitigados pelas organizações. Apesar de já vigente, a obrigatoriedade plena da norma foi prorrogada: o prazo final para adequação é 25 de maio de 2026. Até lá, vive-se um período de orientação, com caráter educativo e sem sanções. Isso oferece uma oportunidade estratégica rara: se preparar com profundidade antes das autuações começarem. A seguir, compartilho cinco passos essenciais para usar esse tempo com inteligência, consolidar uma cultura emocionalmente saudável e transformar o cuidado com pessoas em vantagem competitiva. 1. Faça um diagnóstico real e profundo Não se trata apenas de aplicar uma pesquisa de clima padrão. A nova norma exige uma abordagem ampla, incluindo o mapeamento de fatores psicossociais que podem gerar adoecimento. Isso significa ouvir as pessoas, cruzar dados qualitativos e quantitativos e entender as causas estruturais por trás dos sintomas — como rotatividade alta, afastamentos por burnout ou queda de produtividade. O que deve procurar? Ambientes tóxicos, jornadas abusivas, metas inalcançáveis, líderes despreparados, invisibilidade emocional, conflitos recorrentes. 2. Treine líderes para a gestão emocional Nenhuma política prospera se a liderança direta for um ponto de tensão. Investir na formação de líderes emocionalmente responsáveis é decisivo. Eles devem ser capazes de reconhecer sinais de sofrimento, conduzir conversas difíceis, aplicar feedbacks com empatia e criar ambientes onde é seguro errar, perguntar e pedir ajuda. Dica prática: inclua a saúde mental nos indicadores de desempenho da liderança. Se não estiver na meta, não estará na prática. 3. Estabeleça uma política de bem-estar com ações visíveis A nova legislação exige ações concretas e documentadas. Crie uma política institucional clara, com objetivos, responsáveis, metas e mecanismos de avaliação. Isso inclui protocolos de acolhimento, canais de denúncia efetivos, planos de intervenção e iniciativas contínuas de educação emocional. Importante: apenas ações recorrentes e consistentes vão atender às exigências legais — uma campanha pontual ou um workshop isolado não bastam. 4. Monitore e ajuste continuamente O bem-estar é dinâmico. Os riscos de hoje podem não ser os mesmos daqui a seis meses. Por isso, estabeleça uma rotina de monitoramento, com indicadores que permitam ajustes finos. Olhe para dados de absenteísmo, produtividade, engajamento, turnover e pedidos de afastamento — e não hesite em reavaliar o plano de ação com base nos resultados. Ferramentas sugeridas: pulse surveys, entrevistas de desligamento, comitês de escuta, análise de prontuários médicos (respeitando LGPD). 5. Inclua a saúde mental na estratégia da empresa Empresas que se destacam não veem a saúde mental como custo, mas como investimento estratégico. Além de reduzir riscos legais e fortalecer a reputação da marca empregadora, o cuidado genuíno com as pessoas aumenta a capacidade de inovação, acelera a resolução de conflitos e favorece ambientes de alta performance. Fato relevante: empresas com maior bem-estar emocional têm 21% mais lucratividade e 41% menos absenteísmo, segundo estudo da Gallup. A saúde mental deixou de ser uma bandeira de RH e tornou-se uma variável estratégica. Empresas que se antecipam à vigência obrigatória da NR-1 Lei 14.831/2024 não apenas reduzem riscos legais — elas constroem culturas mais humanas, sustentáveis e preparadas para o futuro. O que está em jogo não é apenas conformidade com a lei. É a chance de construir uma organização onde as pessoas que fazem tudo acontecer possam permanecer, crescer e florescer. Sandra Teschner, especialista internacional em felicidade Fonte: https://www.pressreader.com/brazil/folha-de-londrina/20250709/281530822035770?srsltid=AfmBOoowSHOV-IJBNkmFzwf8SKGJ_-i_u67PkwxB4ReIU1HEv5OryUKQ
Lei da Saúde Mental: como preparar sua empresa?

Saúde Mental Especialista em alta performance já impactou centenas de negócios com foco em mentalidade, vendas high ticket e autoridade Por Colaboração Sandra Teschner, especialista internacional em felicidade A saúde mental saiu da esfera dos “benefícios opcionais” para se tornar uma obrigação legal no Brasil. Em vigor desde janeiro de 2024, a Lei 14.831/2024 determina que empresas implementem medidas concretas para promover o bem-estar emocional dos colaboradores. A norma foi incorporada à NR-1 (Gerenciamento de Riscos Ocupacionais) e estabelece que riscos psicossociais — como estresse crônico, assédio moral, sobrecarga e falta de sentido no trabalho — devem ser identificados, monitorados e mitigados pelas organizações. Apesar de já vigente, a obrigatoriedade plena da norma foi prorrogada: o prazo final para adequação é 25 de maio de 2026. Até lá, vive-se um período de orientação, com caráter educativo e sem sanções. Isso oferece uma oportunidade estratégica rara: se preparar com profundidade antes das autuações começarem. A seguir, compartilho cinco passos essenciais para usar esse tempo com inteligência, consolidar uma cultura emocionalmente saudável e transformar o cuidado com pessoas em vantagem competitiva. Empresas com maior bem-estar emocional têm 21% mais lucratividade e 41% menos absenteísmo, segundo estudo da Gallup. Faça um diagnóstico real e profundo Não se trata apenas de aplicar uma pesquisa de clima padrão. A nova norma exige uma abordagem ampla, incluindo o mapeamento de fatores psicossociais que podem gerar adoecimento. Isso significa ouvir as pessoas, cruzar dados qualitativos e quantitativos e entender as causas estruturais por trás dos sintomas — como rotatividade alta, afastamentos por burnout ou queda de produtividade.O que deve procurar? Ambientes tóxicos, jornadas abusivas, metas inalcançáveis, líderes despreparados, invisibilidade emocional, conflitos recorrentes. Treine líderes para a gestão emocional Nenhuma política prospera se a liderança direta for um ponto de tensão. Investir na formação de líderes emocionalmente responsáveis é decisivo. Eles devem ser capazes de reconhecer sinais de sofrimento, conduzir conversas difíceis, aplicar feedbacks com empatia e criar ambientes onde é seguro errar, perguntar e pedir ajuda.Dica prática: inclua a saúde mental nos indicadores de desempenho da liderança. Se não estiver na meta, não estará na prática. Estabeleça uma política de bem-estar com ações visíveis A nova legislação exige ações concretas e documentadas. Crie uma política institucional clara, com objetivos, responsáveis, metas e mecanismos de avaliação. Isso inclui protocolos de acolhimento, canais de denúncia efetivos, planos de intervenção e iniciativas contínuas de educação emocional.Importante: apenas ações recorrentes e consistentes vão atender às exigências legais — uma campanha pontual ou um workshop isolado não bastam. Monitore e ajuste continuamente O bem-estar é dinâmico. Os riscos de hoje podem não ser os mesmos daqui a seis meses. Por isso, estabeleça uma rotina de monitoramento, com indicadores que permitam ajustes finos. Olhe para dados de absenteísmo, produtividade, engajamento, turnover e pedidos de afastamento — e não hesite em reavaliar o plano de ação com base nos resultados.Ferramentas sugeridas: pulse surveys, entrevistas de desligamento, comitês de escuta, análise de prontuários médicos (respeitando LGPD). Inclua a saúde mental na estratégia da empresa Empresas que se destacam não veem a saúde mental como custo, mas como investimento estratégico. Além de reduzir riscos legais e fortalecer a reputação da marca empregadora, o cuidado genuíno com as pessoas aumenta a capacidade de inovação, acelera a resolução de conflitos e favorece ambientes de alta performance. A saúde mental deixou de ser uma bandeira de RH e tornou-se uma variável estratégica. Empresas que se antecipam à vigência obrigatória da NR-1 Lei 14.831/2024 não apenas reduzem riscos legais — elas constroem culturas mais humanas, sustentáveis e preparadas para o futuro. O que está em jogo não é apenas conformidade com a lei. É a chance de construir uma organização onde as pessoas que fazem tudo acontecer possam permanecer, crescer e florescer. Fonte: www.thepresident.com.br/lei-da-saude-mental-como-preparar-sua-empresa/
Dia das Mães do Tietê Plaza Shopping tem empatia e reconexão

Vivemos em tempos de excesso de informação, escassez de presença e vínculos frágeis. Nunca se falou tanto em conexão — e, paradoxalmente, nunca estivemos tão sós. A solidão é uma das grandes dores contemporâneas e começa a exigir respostas também do mercado, da comunicação e da cultura. É nesse contexto que surge a nova campanha de Dia das Mães do Tietê Plaza Shopping, criada por Sandra Teschner, especialista internacional em ciência da felicidade, mestre em Psicologia Organizacional e reconhecida por sua trajetória de impacto na comunicação com propósito. “Um Amor Que É Todo Seu” emociona porque vai além da estética. A campanha dá voz a histórias reais: as relações entre a apresentadora Paola Pretto, sua filha Flora e a mãe Branca, que vive em Portugal, formam o coração da narrativa. Nenhuma delas é atriz ou personagem: são frequentadoras reais do shopping e compartilham suas vivências em registros autênticos. O objetivo é claro e estratégico: reforçar o vínculo emocional entre o Tietê Plaza e sua comunidade, promovendo empatia e reconexão em uma das datas mais importantes do varejo. O Dia das Mães tem papel central no calendário do shopping, impactando diretamente o fluxo e o desempenho comercial do período. Experiência multicanal e humanização da comunicação A campanha é veiculada em diversos canais — redes sociais, espaços internos do shopping e mídia digital — e inclui ativações presenciais que propõem experiências sensoriais ao público. Trata-se de uma comunicação que não impõe, mas convida. Não idealiza, mas humaniza. Todo o processo criativo foi conduzido sob os pilares da ciência da felicidade — como emoções positivas, relacionamentos autênticos e senso de pertencimento — que Sandra Teschner domina e aplica em projetos multissetoriais. “Essa campanha nasce de um desejo legítimo de reconexão. De mostrar que pertencimento, empatia e verdade ainda são os ativos mais valiosos de qualquer marca que queira criar vínculo real com seu público”, afirma Sandra. Sustentabilidade emocional no varejo e diferenciação no mercado A campanha se consolida como um case contemporâneo de sustentabilidade emocional aplicada ao varejo. Em vez de explorar fórmulas prontas, aposta na verdade para criar identificação genuína com o público. Mais do que anunciar uma data comemorativa, o projeto inaugura um novo olhar: o de que marketing com empatia e intenção é não só possível — como necessário para marcas que buscam relevância e conexão verdadeira. Fonte: https://grandesnomesdapropaganda.com.br/mercado-digital/dia-das-maes-do-tiete-plaza-shopping-tem-empatia-e-reconexao/
Felicidade no trabalho deixa de ser tendência e torna-se exigência legal e diferencial competitivo

Especialista aponta como leis recentes, ciência e ESG posicionam o bem-estar emocional como um ativo estratégico para as empresas. Durante muito tempo, falar sobre “felicidade no trabalho” soava como um convite ao romantismo organizacional. Mas os ventos mudaram. Hoje, estamos diante de uma convergência inédita: ciência, legislação e gestão estratégica finalmente se encontram em um mesmo ponto de inflexão. Esse ponto chama-se bem-estar corporativo sustentável. A sanção da Lei nº 14.831/2024, que institui o Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental, e a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) — que exigirá, a partir de maio de 2025, a gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho — não representam apenas marcos legais. São o reconhecimento institucional de algo que a neuropsicologia organizacional e a ciência vêm dizendo há anos: trabalhadores emocionalmente saudáveis produzem mais, criam melhor, cooperam com mais empatia e permanecem por mais tempo nas organizações. O custo da negligência De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 12 bilhões de dias de trabalho são perdidos anualmente em decorrência de distúrbios emocionais como depressão e ansiedade — gerando perdas de cerca de US$ 1 trilhão por ano à economia global. No Brasil, o Ministério da Saúde aponta que cerca de 30% dos afastamentos por doenças ocupacionais têm origem em transtornos mentais. Ignorar esse cenário não é mais apenas uma falha de liderança. Trata-se, agora, de um desalinhamento legal e estratégico. Felicidade organizacional: ciência aplicada ao RH A chamada Ciência da Felicidade — um campo interdisciplinar que une psicologia positiva, neurociência, economia comportamental e antropologia — oferece um repertório consistente de práticas para o bem-estar intencional nas empresas. Pesquisadores como Daniel Kahneman, Martin Seligman e Sonja Lyubomirsky forneceram as bases para entender que emoções positivas frequentes, senso de pertencimento, propósito e engajamento cognitivo são essenciais para o florescimento humano. No universo corporativo, essa ciência propõe muito mais do que ações isoladas. Ela defende uma transformação cultural genuína, na qual a felicidade dos colaboradores é tratada como um ativo estratégico mensurável, tanto quanto o ROI. Um estudo de 10 anos publicado pela Harvard Business Review mostrou que empresas com altos índices de bem-estar cresceram três vezes mais em receita que seus concorrentes. Já dados da Gallup indicam que equipes com bem-estar elevado apresentam 31% mais produtividade e 37% mais vendas. Felicidade como pilar do ESG No contexto atual de pressões por práticas ESG — ambientais, sociais e de governança —, a felicidade corporativa passou de opcional a instrumento de reputação, compliance e valorização de marca. Empresas que não estruturarem políticas consistentes de apoio emocional aos seus colaboradores estarão expostas a riscos de obsolescência ética e perda de competitividade no mercado. O que fazer diante das novas exigências? Com a nova NR-1, as empresas serão obrigadas a incluir em seus Programas de Gerenciamento de Riscos (PGR) fatores psicossociais como: Excesso de cobrança Clima organizacional tóxico Falta de reconhecimento Assédio moral ou violência simbólica Sobrecarga e ausência de pausas regenerativas Por sua vez, a Lei nº 14.831/2024 incentiva a criação de comitês internos de saúde mental, campanhas educativas, linhas de apoio psicológico e programas de capacitação de lideranças mais conscientes. Mais do que cumprir exigências legais, trata-se de ressignificar o papel das organizações na vida das pessoas. Não é razoável imaginar ambientes produtivos onde a segurança emocional é negligenciada. O novo luxo corporativo: bem-estar emocional Em um cenário de instabilidade econômica, transformações tecnológicas e tensões sociais, o novo diferencial das empresas é o cuidado com o coletivo emocional. Culturas corporativas que priorizam a saúde mental estão, de fato, priorizando o ser humano. Como sempre digo: a felicidade não é ingênua — ela é estratégica, urgente e profundamente transformadora. Por Sandra Teschner – especialista internacional em felicidade, fundadora do Instituto Happiness do Brasil e idealizadora do Happiness Brasil Summit. Fonte: https://www.mundorh.com.br/felicidade-no-trabalho-deixa-de-ser-tendencia-e-torna-se-exigencia-legal-e-diferencial-competitivo/
Felicidade no trabalho: de tendência a exigência legal e vantagem competitiva

Felicidade no trabalho deixa de ser tendência e se torna exigência legal, com impacto direto na saúde mental dos colaboradores e na competitividade das empresas. Por Sandra Teschner* Durante muito tempo, falar de felicidade no trabalho soava quase como um convite ao romantismo organizacional. Mas os ventos mudaram. E hoje, estamos diante de uma confluência poderosa: a ciência, a a legislação e a gestão estratégica finalmente se encontram num mesmo ponto de inflexão. Este ponto chama-se bem-estar corporativo sustentável. A sanção da Lei nº 14.831/2024, que institui o Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental, e a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que passará a exigir, a partir de maio de 2025, a gestão dos riscos psicossociais no ambiente de trabalho, não são apenas marcos legais. São o reconhecimento, por vias institucionais, de algo que a ciência e a neuropsicologia organizacional vêm nos dizendo há anos: trabalhadores emocionalmente saudáveis produzem mais, criam melhor, cooperam com mais empatia e permanecem mais tempo nas organizações. O custo do descuido Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 12 bilhões de dias de trabalho são perdidos anualmente por conta de distúrbios emocionais como depressão e ansiedade, gerando perdas estimadas em US$ 1 trilhão por ano à economia global. Só no Brasil, o Ministério da Saúde aponta que cerca de 30% dos afastamentos por doenças ocupacionais têm origem em transtornos mentais. Ignorar esse cenário deixou de ser apenas uma falha de liderança — passou a configurar, também, desalinhamento legal e estratégico. A Ciência da Felicidade aplicada às corporações A Ciência da Felicidade — campo interdisciplinar que combina psicologia positiva, neurociência, economia comportamental e antropologia — oferece um repertório robusto de práticas para o bem-estar intencional. Daniel Kahneman, Martin Seligman, Sonja Lyubomirsky e outros pesquisadores forneceram a base científica para se entender que emoções positivas frequentes, senso de pertencimento , propósito e engajamento cognitivo são elementos fundamentais para o florescimento humano. Quando aplicada ao mundo corporativo, essa ciência propõe não apenas iniciativas isoladas de bem-estar, mas uma transformação cultural sustentável: um modelo no qual a felicidade dos colaboradores é um ativo estratégico tão mensurável quanto o ROI. Um estudo longitudinal da Harvard Business Review revelou que empresas com altos índices de bem-estar dos colaboradores tiveram, em média, 3x mais crescimento de receita em comparação com concorrentes no mesmo período de 10 anos. Além disso, equipes com maior índice de bem-estar reportam 31% mais produtividade e 37% mais vendas, segundo dados da Gallup. Felicidade como critério ESG No cenário atual, marcado por pressões ESG (ambientais, sociais e de governança), a felicidade corporativa deixou de ser opcional. Ela agora é instrumental à reputação, ao compliance e ao valuation. Empresas que não estruturarem planos consistentes de apoio emocional aos seus colaboradores estarão sujeitas não apenas à obsolescência ética, mas a perdas tangíveis de competitividade. E agora, o que fazer? A nova NR-1 exigirá que empresas incluam, em seus Programas de Gerenciamento de Riscos (PGR), a avaliação de fatores psicossociais, como: Excesso de cobrançaClima tóxicoFalta de reconhecimentoAssédio moral e violência simbólicaSobrecarga e falta de pausas regenerativas Por outro lado, a Lei 14.831/2024 estimula a criação de comitês internos, campanhas educativas, linhas de apoio emocional e treinamentos de liderança consciente. Mas, mais do que cumprir normas, trata-se de ressignificar o papel das organizações na vida das pessoas. Afinal, não é razoável imaginar produtividade em ambientes emocionalmente inseguros. A empresa que floresce é aquela que permite florescimento Em tempos de incertezas econômicas, transformações tecnológicas e tensões sociais, o novo luxo das corporações é o emocional coletivo. A cultura que valoriza a saúde mental, antes de tudo, valoriza o a saúde mental, antes de tudo, valoriza o ser humano. E como sempre digo: a felicidade não é ingênua. Ela é estratégica, urgente e profundamente transformadora. *Sandra Teschner é especialista internacional em felicidade, fundadora do Instituto Happiness do Brasil e do Happiness Brasil Summit. Fonte: https://exame.com/bussola/felicidade-no-trabalho-de-tendencia-a-exigencia-legal-e-vantagem-competitiva/
De utopia à acidente ocupacional. Felicidade é assunto sério .

Confira o artigo no Grupo Gestão RH Por Sandra Teschner Se pelo amor não bastava, talvez agora seja pela dor. A felicidade no trabalho antes vista como um tema “fofo” de RH, um luxo conceitual ou um brinde institucional entrou oficialmente na categoria de risco ocupacional. E quando falamos em risco, falamos em lei, multas, INSS e acidentes de trabalho. A mais recente atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), publicada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) em agosto de 2024, tornou obrigatória a inclusão da avaliação de riscos psicossociais no Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) das organizações. Essa mudança reconhece oficialmente que estresse, assédio, sobrecarga mental e emocional são riscos ocupacionais e devem ser gerenciados com o mesmo rigor que riscos físicos ou químicos. A partir de 26 de maio, todas as empresas brasileiras deverão identificar e mitigar esses fatores. A negligência terá consequências sérias, como: ► aumento da alíquota do Seguro de Acidente de Trabalho (SAT); ► multas substanciais; ► ações judiciais; ► e impactos diretos na reputação corporativa especialmente em um cenário onde a saúde mental está sob constante escrutínio público. A principal mudança? Agora há base legal. A Previdência Social não quer mais arcar sozinha com os custos gerados por más condições emocionais no ambiente de trabalho. O que antes era tratado como um diferencial ético ou uma estratégia de engajamento, agora entra na categoria de compliance obrigatório. E ainda há muitas perguntas no ar: Quem audita? Como será feita essa fiscalização? Quais indicadores serão exigidos? Fato é: o passivo já está criado – e a prevenção virou salvação. Mas será que as empresas só se movem quando sentem a ameaça? Porque pela via do cuidado real, do engajamento genuíno, da liderança emocionalmente inteligente, os argumentos já existem há muito tempo: ► A Universidade da Califórnia mostra que colaboradores felizes são, em média, 31% mais produtivos, 3 vezes mais criativos e vendem 37% mais. ► A Gallup revela que empresas com equipes engajadas registram 21% mais lucratividade e 41% menos absenteísmo. ► Arthur Brooks, professor de Harvard, comprova que líderes emocionalmente satisfeitos constroem culturas de alta performance e baixa rotatividade. Ou seja, felicidade funciona. Não é só filosofia de vida. É gestão de risco, é estratégia, é resultado. A curva da felicidade acompanha a curva do lucro sustentável. O estado de flow, como defendem Mihaly Csikszentmihalyi e Steven Kotler, eleva a performance a níveis de alto impacto. Quem entendeu isso, já saiu na frente. Quem ainda acha que é “romântico demais para ser verdade”… melhor preparar o jurídico. Felizmente, já existem caminhos práticos para alinhar cultura, gestão e compliance: ► ferramentas de mensuração como o modelo PERMA-V, ► plataformas de monitoramento de clima emocional, ► e normas internacionais como a NP 4590 (Portugal), que estruturam sistemas de gestão do bem-estar organizacional. Não se trata de fazer mais. Mas de fazer o essencial com consistência. Há décadas, atuo ao lado de empresas que decidiram agir pelas razões certas inclusive para agradar aos acionistas. Porque felicidade organizacional não é romantismo. É inteligência corporativa. É sustentabilidade humana. *Autora do livro Felicidade se Aprende, Sandra Teschner é consultora em saúde social e felicidade corporativa. Mestre em Psicologia Organizacional e especialista em Ciência da Felicidade e Liderança Positiva, fundou o Instituto de Happiness do Brasil. É CHO da primeira turma da Florida International University Link da matéria: https://www.grupogestaorh.com.br/pt_br/artigos/9080-felicidade-no-trabalho-do-romantismo-organizacional-ao-acidente-de-trabalho
Happiness Brasil Summit 2025: Felicidade no Trabalho e na Vida – Estratégias Comprovadas para Resultados e Bem-Estar Organizacional

Happiness Brasil Summit 2025: Felicidade no Trabalho e na Vida – Estratégias Comprovadas para Resultados e Bem-Estar Organizacional De 20 a 22 de março de 2025, São Paulo sediará a segunda edição do Happiness Brasil Summit, um dos eventos mais influentes sobre felicidade no trabalho, bem-estar e alta performance no contexto organizacional. O evento ocorrerá presencialmente nos dias 20 e 22 de março na Octávio House, na Faria Lima, e com atividades gratuitas em diversos pontos de São Paulo no dia 21, celebrando o Dia Internacional da Felicidade. Ingressos disponíveis para os dias 20 e 22 em: https://sandrateschner.com.br/happiness-brasil-summit/ Por Que Felicidade Importa para as Empresas? Felicidade é mais do que uma emoção – é um indicador econômico estratégico, com impacto direto em performance e sustentabilidade organizacional. Estudos de instituições como Gallup, World Happiness Report (ONU) e WGSN revelam: • 37% de aumento na produtividade em empresas que priorizam o bem-estar. • 23% de redução no turnover. • 21% de aumento na lucratividade. • Aumento da inovação, retenção de talentos e engajamento. A Lei Federal 14.831/2024 fortalece essa visão ao introduzir o Certificado Empresa Promotora de Saúde Mental, que reconhece empresas que implementam práticas estruturadas de bem-estar emocional e qualidade de vida . Destaques do Summit 2025: • Clube de Negócios Happiness Brasil: Um ambiente exclusivo para networking estratégico e conexão entre empresas e profissionais, incentivando negócios com propósito, bem-estar e práticas inovadoras em gestão. • Virada Happiness: Uma experiência imersiva e sensorial, com mentorias, avaliações de bem-estar e práticas aplicáveis ao dia a dia organizacional, promovendo liderança positiva e equilíbrio emocional . Programação Estruturada e Palestrantes Confirmados: 20 de março – Felicidade Corporativa e Alta Performance (Octávio House) 21 de março – Atividades Gratuitas pelo Dia Internacional da Felicidade (Diversos pontos de São Paulo) 22 de março – Felicidade Como Pilar Pessoal (Octávio House) Palestrantes Confirmados: • Denize Savi, CHO da Chilli Beans • Christine Grings, CEO da Piccadilly • Ana Carolina Grings, VP Piccadilly • Raquel Teixeira, Diretora EY Women • Ricardo Bellino, Fundador da School of Life • Carlos Wizard Martins, Grupo Wizard • Cristiane Edington, CIO e Board Member da Renner • Gabriela Baumgarten, Presidente do Conselho do IBGC • Izabella Camargo, Especialista em Saúde Mental • Fabiana Scaranzi, Jornalista e Especialista em Autoconhecimento • Karina Sato, Empresária e Advogada • Kika Sato, Empresária e Influenciadora 60+ • Monique Curi, Atriz e Influenciadora de Mulheres 50+ • Nancy Serapiao, CEO da Lexus do Brasil • Luciana Leite, Secretária de Turismo de SP • Mônica Salgado, Jornalista e Influenciadora de Bem-Estar • Txai Suruí, Líder Indígena e Ativista • Cata Bellino, Especialista em Empreendedorismo Autêntico de Moda • Amir Slama, Estilista e Expoente da Moda Feminina • Jessyborg, Primeira pessoa com deficiência certificada como Chief Happiness Officer no Brasil, atleta paralímpica e palestrante inspiradora sobre inclusão e bem-estar • Tatiana Monteiro de Barros, Fundadora da ONG União BR, referência em impacto social e liderança positiva . Impacto e Propósito: O Happiness Brasil Summit é uma realização do Instituto Happiness do Brasil e do Grupo MultiCase, com curadoria de Sandra Teschner, uma das principais especialistas internacionais em ciência da felicidade. Pilares Centrais: • Empreendedorismo e Liderança Positiva • Felicidade no Trabalho e na Vida • Experiências Sociais e Inclusivas • Biblioteca Humana • Ferramentas Práticas e Aplicáveis Por Que Ser um Patrocinador do Happiness Brasil Summit 2025? Patrocinar o Happiness Brasil Summit é uma oportunidade única de conectar sua marca a um público altamente engajado e qualificado. Benefícios Exclusivos para Patrocinadores: • Contato Direto com um Público Altamente Aquecido: Mais de 350 participantes presenciais diários e transmissão online via Gestão RH, com foco em produtos e serviços voltados para bem-estar, saúde integrativa, física e mental, qualidade de vida, conforto e experiências transformadoras. • Exposição Estratégica: Sua marca posicionada ao lado de líderes, CHOs e gestores empresariais. • Networking de Alto Valor: Conexões e parcerias com tomadores de decisão e influenciadores de mercado. • Alinhamento com Saúde Mental e ESG: Reforce o compromisso com diversidade, inclusão e bem-estar. • Ambientes Sensoriais e Experienciais: Um espaço projetado para inspirar equilíbrio e engajamento emocional. Inscrições e Informações: • Local: Octávio House (20 e 22 de março) | Diversos pontos de São Paulo (21 de março) • Vagas Limitadas: 350 participantes presenciais e transmissão online via Gestão RH • Ingressos disponíveis para os dias 20 e 22: https://sandrateschner.com.br/happiness-brasil-summit/ Associe sua marca ao maior evento de felicidade e alta performance do Brasil e conecte-se a um público qualificado e influente.Venha redefinir o futuro do bem-estar no ambiente corporativo e na vida!
No Terra, Sandra Teschner fala o que a formação em Chief Happiness Officer tem a ver com o ESG

Especialistas em ‘CHO’ dizem promover o bem-estar de colaboradores e fazer ambiente de trabalho ser mais produtivo O bem-estar dos funcionários tem se tornado cada vez mais importante para o bom funcionamento e rendimento do trabalho em várias empresas. Com isso, o crescimento do cargo de chief happiness officer (CHO), ou diretor de felicidade, se consolidou como uma das apostas do mercado. O profissional desta área é responsável por garantir um bom ambiente de trabalho, saudável e produtivo, ouvindo as questões dos funcionários. A saúde mental em foco e a melhoria do clima organizacional, valorização e reconhecimento são chave para o trabalho dos especialistas em felicidade corporativa. A palavra “felicidade” neste ambiente, no entanto, pode gerar estranheza e até preconceito, segundo Sandra Teschner, certificadora chief happiness officer no Instituto Happiness do Brasil. Isso porque a felicidade é associada a uma ideia superficial de “alegria e diversão”, o que pode ser mal interpretado em ambientes de trabalho mais sérios. “Existe algo que é muito interessante, que é o fato da palavra felicidade geralmente espantar mais do que atrair. Então muitas vezes a pessoa nos contrata, me chama para fazer um treinamento, fazer um trabalho diagnóstico, e me pede que eu só não cite que o nome disso é felicidade, que a gente chame de inteligência emocional, de programa de gestão em bem-estar, ‘mas por favor não chame de felicidade…’”, conta. O que faz um diretor de felicidade?“O Chief Happiness Officer (CHO), ele é exatamente o profissional responsável por promover felicidade e bem-estar dos colaboradores dentro das organizações, com base, isso é muito importante, em estratégias fundamentadas na ciência da felicidade, que engloba a psicologia positiva, psicologia organizacional, neuropsicologia na prática”, explica Sandra. As iniciativas que um diretor de felicidade tende a tomar visam o fortalecimento de um ambiente positivo, para que ele seja mais colaborativo, emocionalmente mais saudável e reduzindo fatores de estresse, como a má comunicação, ausência de reconhecimento, e problemas com a liderança. Quem pode ser um diretor de felicidade, ou CHO?Para trabalhar como um diretor de felicidade, não é necessário ter uma formação específica. Os mais procurados, no entanto, são aqueles que se especializam ou têm interesse em psicologia, ou algum treinamento de liderança, e que estejam abertos a ser atuantes em processos mais humanizados e positivos. Formada em engenharia, Patrícia Fauth se tornou CHO devido ao interesse em desenvolvimento humano. Por mais de 15 anos, ela liderou pessoas no ambiente corporativo e, atualmente, está à frente de sua própria empresa de consultoria e capacitação. “Pela necessidade do mercado, existem certificações para quem vai ocupar esse cargo. Então, certificações de chief happiness officer que empacotam um grupo de conhecimentos que talvez já ajudem a pessoa, pincelam conhecimentos de várias dessas disciplinas”, diz. Para a especialista, há alguns pilares fundamentais na profissão: boa comunicação, flexibilidade e capacitação. Isso porque o profissional desta área precisa dialogar com todos os tipos de funcionários em uma empresa, e ainda receber treinamento específico para exercer a função corretamente. A função de um CHO também está ligada aos pilares de ESG, sigla que vem do inglês e significa Environmental, Social and Governance (Ambiental, Social e Governança), segundo as duas especialistas. Para Sandra, a ligação está justamente na questão social, de promover a diversidade e inclusão. “O CHO, ele fortalece esse componente social ao implementar as práticas que valorizam o bem-estar humano, que promovem diversidade, impulsionamento, engajamento e produtividade, e se conecta a todos os pilares”. Importância no mercado de trabalho Com o aumento da valorização da saúde mental dos funcionários dentro de uma empresa, a tendência é que o cargo de diretor de felicidade cresça nos próximos anos. Fora do Brasil, países como a Dinamarca e Alemanha já investem nestes profissionais. Por aqui, a novidade pode ser vista em algumas grandes empresas. Segundo Patrícia, o profissional dessa área pode prestar serviços como um consultor avulso para várias empresas, ou pode ser contratado integralmente. Empresas como a Heineken e a Chilli Beans já possuem profissionais fixos nesta função, por exemplo. A professora de Liderança e Inteligência Emocional da ESPM, Lilian Cidreira, acredita que o cargo de CHO está dentro do escopo de Recursos Humanos (RH). Por isso, também pode ser chamado de “diretor de cultura” dentro da empresa. “Eu tenho agora um profissional que não fica preocupado só em colocar amenidades, mas sim uma pessoa que tem uma dedicação no dia a dia dele de trabalho por entender a cultura daquele ambiente e criar uma cultura onde as pessoas se sentem felizes trabalhando ali”, comenta. Para a professora, a profissão está em alta e deve crescer cada vez mais. “A pandemia criou essa demanda, sofisticou essa demanda”, considera Lilian. Fonte: https://www.terra.com.br/noticias/educacao/carreira/ela-se-formou-em-engenharia-mas-atua-como-diretora-de-felicidade-entenda-importancia-do-cargo-da-moda
Sandra Teschner Inspira no Just Real Moms Business Summit com Palestra sobre Felicidade no Trabalho

Nesta quarta-feira (21), o Just Real Moms Business Summit marcou um ponto alto no calendário de eventos voltados ao segmento materno-infantil do Brasil. Realizado no icônico espaço Octavio House, em São Paulo, o evento, que é o primeiro de seu tipo focado em negócios e networking para empreendedores desse nicho, trouxe à tona o tema “Universo Digital”. E para coroar o dia, Sandra Teschner, especialista na ciência da felicidade, fechou com chave de ouro, abordando um tema de extrema relevância: a felicidade no trabalho. Sandra Teschner, que tem sido uma referência na área, trouxe para o palco uma abordagem que combina ciência e prática, desmistificando o conceito de felicidade no ambiente de trabalho. Durante sua palestra, ela destacou como a felicidade é um fator crucial para o sucesso tanto individual quanto coletivo nas empresas. Com exemplos práticos e embasamento científico, Sandra explorou como a promoção de um ambiente de trabalho feliz pode impactar positivamente a produtividade, a inovação e a retenção de talentos. Ao longo de sua fala, Sandra cativou o público com insights poderosos sobre como líderes e gestores podem criar culturas organizacionais que favoreçam o bem-estar e a satisfação dos colaboradores. Ela enfatizou a importância de reconhecer o valor humano dentro das organizações, propondo que a felicidade no trabalho não é apenas um diferencial competitivo, mas uma necessidade essencial para qualquer negócio que deseja prosperar no cenário contemporâneo. O encerramento da palestra foi marcado por uma reflexão inspiradora sobre o papel da felicidade na construção de empresas mais humanas e resilientes. Sandra concluiu reforçando que, no mundo digital e acelerado em que vivemos, a busca pela felicidade no trabalho deve ser vista como uma estratégia central para o desenvolvimento sustentável das organizações. O Just Real Moms Business Summit deixou uma marca indelével em seus participantes, e a contribuição de Sandra Teschner foi, sem dúvida, um dos pontos altos do evento. Com seu conhecimento e paixão pelo tema, ela não apenas educou, mas também inspirou todos os presentes a repensarem suas abordagens em relação ao bem-estar no trabalho, pavimentando o caminho para um futuro mais feliz e próspero no ambiente corporativo.