Dia das Mães do Tietê Plaza Shopping tem empatia e reconexão

Vivemos em tempos de excesso de informação, escassez de presença e vínculos frágeis. Nunca se falou tanto em conexão — e, paradoxalmente, nunca estivemos tão sós. A solidão é uma das grandes dores contemporâneas e começa a exigir respostas também do mercado, da comunicação e da cultura. É nesse contexto que surge a nova campanha de Dia das Mães do Tietê Plaza Shopping, criada por Sandra Teschner, especialista internacional em ciência da felicidade, mestre em Psicologia Organizacional e reconhecida por sua trajetória de impacto na comunicação com propósito. “Um Amor Que É Todo Seu” emociona porque vai além da estética. A campanha dá voz a histórias reais: as relações entre a apresentadora Paola Pretto, sua filha Flora e a mãe Branca, que vive em Portugal, formam o coração da narrativa. Nenhuma delas é atriz ou personagem: são frequentadoras reais do shopping e compartilham suas vivências em registros autênticos. O objetivo é claro e estratégico: reforçar o vínculo emocional entre o Tietê Plaza e sua comunidade, promovendo empatia e reconexão em uma das datas mais importantes do varejo. O Dia das Mães tem papel central no calendário do shopping, impactando diretamente o fluxo e o desempenho comercial do período. Experiência multicanal e humanização da comunicação A campanha é veiculada em diversos canais — redes sociais, espaços internos do shopping e mídia digital — e inclui ativações presenciais que propõem experiências sensoriais ao público. Trata-se de uma comunicação que não impõe, mas convida. Não idealiza, mas humaniza. Todo o processo criativo foi conduzido sob os pilares da ciência da felicidade — como emoções positivas, relacionamentos autênticos e senso de pertencimento — que Sandra Teschner domina e aplica em projetos multissetoriais. “Essa campanha nasce de um desejo legítimo de reconexão. De mostrar que pertencimento, empatia e verdade ainda são os ativos mais valiosos de qualquer marca que queira criar vínculo real com seu público”, afirma Sandra. Sustentabilidade emocional no varejo e diferenciação no mercado A campanha se consolida como um case contemporâneo de sustentabilidade emocional aplicada ao varejo. Em vez de explorar fórmulas prontas, aposta na verdade para criar identificação genuína com o público. Mais do que anunciar uma data comemorativa, o projeto inaugura um novo olhar: o de que marketing com empatia e intenção é não só possível — como necessário para marcas que buscam relevância e conexão verdadeira. Fonte: https://grandesnomesdapropaganda.com.br/mercado-digital/dia-das-maes-do-tiete-plaza-shopping-tem-empatia-e-reconexao/

Felicidade no trabalho deixa de ser tendência e torna-se exigência legal e diferencial competitivo

Especialista aponta como leis recentes, ciência e ESG posicionam o bem-estar emocional como um ativo estratégico para as empresas. Durante muito tempo, falar sobre “felicidade no trabalho” soava como um convite ao romantismo organizacional. Mas os ventos mudaram. Hoje, estamos diante de uma convergência inédita: ciência, legislação e gestão estratégica finalmente se encontram em um mesmo ponto de inflexão. Esse ponto chama-se bem-estar corporativo sustentável. A sanção da Lei nº 14.831/2024, que institui o Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental, e a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1) — que exigirá, a partir de maio de 2025, a gestão de riscos psicossociais no ambiente de trabalho — não representam apenas marcos legais. São o reconhecimento institucional de algo que a neuropsicologia organizacional e a ciência vêm dizendo há anos: trabalhadores emocionalmente saudáveis produzem mais, criam melhor, cooperam com mais empatia e permanecem por mais tempo nas organizações. O custo da negligência De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 12 bilhões de dias de trabalho são perdidos anualmente em decorrência de distúrbios emocionais como depressão e ansiedade — gerando perdas de cerca de US$ 1 trilhão por ano à economia global. No Brasil, o Ministério da Saúde aponta que cerca de 30% dos afastamentos por doenças ocupacionais têm origem em transtornos mentais. Ignorar esse cenário não é mais apenas uma falha de liderança. Trata-se, agora, de um desalinhamento legal e estratégico. Felicidade organizacional: ciência aplicada ao RH A chamada Ciência da Felicidade — um campo interdisciplinar que une psicologia positiva, neurociência, economia comportamental e antropologia — oferece um repertório consistente de práticas para o bem-estar intencional nas empresas. Pesquisadores como Daniel Kahneman, Martin Seligman e Sonja Lyubomirsky forneceram as bases para entender que emoções positivas frequentes, senso de pertencimento, propósito e engajamento cognitivo são essenciais para o florescimento humano. No universo corporativo, essa ciência propõe muito mais do que ações isoladas. Ela defende uma transformação cultural genuína, na qual a felicidade dos colaboradores é tratada como um ativo estratégico mensurável, tanto quanto o ROI. Um estudo de 10 anos publicado pela Harvard Business Review mostrou que empresas com altos índices de bem-estar cresceram três vezes mais em receita que seus concorrentes. Já dados da Gallup indicam que equipes com bem-estar elevado apresentam 31% mais produtividade e 37% mais vendas. Felicidade como pilar do ESG No contexto atual de pressões por práticas ESG — ambientais, sociais e de governança —, a felicidade corporativa passou de opcional a instrumento de reputação, compliance e valorização de marca. Empresas que não estruturarem políticas consistentes de apoio emocional aos seus colaboradores estarão expostas a riscos de obsolescência ética e perda de competitividade no mercado. O que fazer diante das novas exigências? Com a nova NR-1, as empresas serão obrigadas a incluir em seus Programas de Gerenciamento de Riscos (PGR) fatores psicossociais como: Excesso de cobrança Clima organizacional tóxico Falta de reconhecimento Assédio moral ou violência simbólica Sobrecarga e ausência de pausas regenerativas Por sua vez, a Lei nº 14.831/2024 incentiva a criação de comitês internos de saúde mental, campanhas educativas, linhas de apoio psicológico e programas de capacitação de lideranças mais conscientes. Mais do que cumprir exigências legais, trata-se de ressignificar o papel das organizações na vida das pessoas. Não é razoável imaginar ambientes produtivos onde a segurança emocional é negligenciada. O novo luxo corporativo: bem-estar emocional Em um cenário de instabilidade econômica, transformações tecnológicas e tensões sociais, o novo diferencial das empresas é o cuidado com o coletivo emocional. Culturas corporativas que priorizam a saúde mental estão, de fato, priorizando o ser humano. Como sempre digo: a felicidade não é ingênua — ela é estratégica, urgente e profundamente transformadora. Por Sandra Teschner – especialista internacional em felicidade, fundadora do Instituto Happiness do Brasil e idealizadora do Happiness Brasil Summit. Fonte: https://www.mundorh.com.br/felicidade-no-trabalho-deixa-de-ser-tendencia-e-torna-se-exigencia-legal-e-diferencial-competitivo/

Felicidade no trabalho: de tendência a exigência legal e vantagem competitiva

Felicidade no trabalho deixa de ser tendência e se torna exigência legal, com impacto direto na saúde mental dos colaboradores e na competitividade das empresas. Por Sandra Teschner* Durante muito tempo, falar de felicidade no trabalho soava quase como um convite ao romantismo organizacional. Mas os ventos mudaram. E hoje, estamos diante de uma confluência poderosa: a ciência, a a legislação e a gestão estratégica finalmente se encontram num mesmo ponto de inflexão. Este ponto chama-se bem-estar corporativo sustentável. A sanção da Lei nº 14.831/2024, que institui o Certificado Empresa Promotora da Saúde Mental, e a atualização da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que passará a exigir, a partir de maio de 2025, a gestão dos riscos psicossociais no ambiente de trabalho, não são apenas marcos legais. São o reconhecimento, por vias institucionais, de algo que a ciência e a neuropsicologia organizacional vêm nos dizendo há anos: trabalhadores emocionalmente saudáveis produzem mais, criam melhor, cooperam com mais empatia e permanecem mais tempo nas organizações. O custo do descuido Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 12 bilhões de dias de trabalho são perdidos anualmente por conta de distúrbios emocionais como depressão e ansiedade, gerando perdas estimadas em US$ 1 trilhão por ano à economia global. Só no Brasil, o Ministério da Saúde aponta que cerca de 30% dos afastamentos por doenças ocupacionais têm origem em transtornos mentais. Ignorar esse cenário deixou de ser apenas uma falha de liderança — passou a configurar, também, desalinhamento legal e estratégico. A Ciência da Felicidade aplicada às corporações A Ciência da Felicidade — campo interdisciplinar que combina psicologia positiva, neurociência, economia comportamental e antropologia — oferece um repertório robusto de práticas para o bem-estar intencional. Daniel Kahneman, Martin Seligman, Sonja Lyubomirsky e outros pesquisadores forneceram a base científica para se entender que emoções positivas frequentes, senso de pertencimento , propósito e engajamento cognitivo são elementos fundamentais para o florescimento humano. Quando aplicada ao mundo corporativo, essa ciência propõe não apenas iniciativas isoladas de bem-estar, mas uma transformação cultural sustentável: um modelo no qual a felicidade dos colaboradores é um ativo estratégico tão mensurável quanto o ROI. Um estudo longitudinal da Harvard Business Review revelou que empresas com altos índices de bem-estar dos colaboradores tiveram, em média, 3x mais crescimento de receita em comparação com concorrentes no mesmo período de 10 anos. Além disso, equipes com maior índice de bem-estar reportam 31% mais produtividade e 37% mais vendas, segundo dados da Gallup. Felicidade como critério ESG No cenário atual, marcado por pressões ESG (ambientais, sociais e de governança), a felicidade corporativa deixou de ser opcional. Ela agora é instrumental à reputação, ao compliance e ao valuation. Empresas que não estruturarem planos consistentes de apoio emocional aos seus colaboradores estarão sujeitas não apenas à obsolescência ética, mas a perdas tangíveis de competitividade. E agora, o que fazer? A nova NR-1 exigirá que empresas incluam, em seus Programas de Gerenciamento de Riscos (PGR), a avaliação de fatores psicossociais, como: Excesso de cobrançaClima tóxicoFalta de reconhecimentoAssédio moral e violência simbólicaSobrecarga e falta de pausas regenerativas Por outro lado, a Lei 14.831/2024 estimula a criação de comitês internos, campanhas educativas, linhas de apoio emocional e treinamentos de liderança consciente. Mas, mais do que cumprir normas, trata-se de ressignificar o papel das organizações na vida das pessoas. Afinal, não é razoável imaginar produtividade em ambientes emocionalmente inseguros. A empresa que floresce é aquela que permite florescimento Em tempos de incertezas econômicas, transformações tecnológicas e tensões sociais, o novo luxo das corporações é o emocional coletivo. A cultura que valoriza a saúde mental, antes de tudo, valoriza o a saúde mental, antes de tudo, valoriza o ser humano. E como sempre digo: a felicidade não é ingênua. Ela é estratégica, urgente e profundamente transformadora. *Sandra Teschner é especialista internacional em felicidade, fundadora do Instituto Happiness do Brasil e do Happiness Brasil Summit. Fonte: https://exame.com/bussola/felicidade-no-trabalho-de-tendencia-a-exigencia-legal-e-vantagem-competitiva/