O papel do Chief Happiness Officer

Sandra Teschner

Um Chief Happiness Officer (CHO) é o profissional responsável por promover o bem-estar e a felicidade dos funcionários em uma organização. Engajamento dos funcionários: Um CHO pode ajudar a criar um ambiente de trabalho positivo e motivador, o que contribui para o aumento do engajamento dos funcionários. Funcionários engajados tendem a ser mais produtivos, têm maior satisfação no trabalho e menor rotatividade. Cultura organizacional saudável: O CHO desempenha um papel fundamental na promoção de uma cultura organizacional saudável. Isso inclui incentivar o respeito mútuo, a colaboração, a comunicação eficaz e o equilíbrio entre vida pessoal e profissional. Uma cultura positiva ajuda a atrair e reter talentos e promove um clima de trabalho harmonioso. Bem-estar emocional: O bem-estar emocional dos funcionários é essencial para o seu desempenho e satisfação no trabalho. O CHO pode desenvolver programas e políticas que promovam o bem-estar mental, lidando com o estresse, a ansiedade e outros desafios emocionais. Isso pode incluir a oferta de apoio psicológico, programas de autocuidado e atividades que promovam a felicidade no ambiente de trabalho. Aumento da produtividade: Funcionários felizes tendem a ser mais produtivos. Quando os colaboradores se sentem valorizados, motivados e satisfeitos, eles têm maior probabilidade de trabalhar de forma eficiente e criativa. Um CHO pode implementar estratégias para melhorar o clima organizacional, reduzir conflitos e promover a motivação no trabalho, resultando em um aumento geral da produtividade. O Instituto Happiness do Brasil, liderado por Sandra Teschner, já formou inúmeros “Felicitadores” com o curso de formação em Chief Happiness Officer com certificado internacional emitido pela Must University.

O que define o resultado de ser feliz?

A chief happiness Officer Sandra Teschner e formadora de especialistas em felicidade, define que o resultado da felicidade tem tudo a ver com a nossa mudança de comportamento. Segundo a Teoria Cognitiva Comportamental, criada pelo psiquiatra Aaron T. Beck, somos feitos de nossos hábitos, que, por sua vez, formam as nossas crenças e valores pessoais. Sob essa ótica, a pandemia trouxe uma oportunidade. Fomos obrigados a fazer mudanças para nos adequar às limitações impostas pela situação planetária. A crise sanitária nos obrigou a redescobrir prazeres esquecidos ou escondidos. Experiências geradoras de bem-estar como viagens, esportes ao ar livre, convivência em espaços públicos deixaram de ser uma opção. Nosso cérebro vem sendo forçado a rever conceitos. Trata-se de uma excelente chance de emplacar um gol em direção a uma vida feliz. A lista de atividades intencionais, que pode aumentar seu “bem-estar subjetivo” (termo cunhado pelo professor e pesquisador Ed Diener, cientista-sênior da Gallup, que nos deixou em abril) é longa.