1 milhão de felizes é a meta da empreendedora social, especialista em felicidade Sandra Teschner.

Seguindo seu propósito o experiencial, o ABC da Felicidade já é um sucesso de público presencial e on-line. O evento em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, acontece até o dia 20, Dia Internacional da Felicidade, com diversas atividades, experimentações, reflexões, exposições, talks e workshops com temas voltados para o bem-estar e para a mulher.

“A ação é um tripé que reúne corpo, mente e espírito, e hoje sabemos cientificamente que 50% da capacidade de ser feliz de um indivíduo é genética, 10% é o meio em que ele vive e 40% é passível de aprendizado”, explica a criadora do projeto, a publisher e chief happiness officer certificada pela Universidade da Flórida, Sandra Teschner. Para ela, pequenas mudanças de comportamento podem trazer redução do estresse e ansiedade, melhorar a concentração, aumento da autoestima, da produtividade, entre outros benefícios.

Durante os dias de evento, o público pode encontrar oficinas de diversos temas, como confecção de flores com tecido, sabonetes e velas, além de jardinagem em pequenos vasos com recipientes reciclados. As atividades de bem-estar trazem uma programação de curtas experiências de yoga, alongamento, meditação, entre outros.

O que sustentabilidade tem a ver com felicidade?

Desde 2012, o dia 20 de março ficou conhecido como
O dia internacional da felicidade, numa resolução da assembleia da Organização das Nações Unidas , a ONU, que orienta, desde então, organizações e poderes públicos a promoverem ações em torno da conscientização do tema em todo o mundo.

Ser feliz passou a ser oficialmente “um objetivo humano fundamental” que deve, portanto, balizar a vida de todos em sociedade, promovendo o desenvolvimento sustentável da humanidade.

O que isso significa:

Pode parecer utópico, mas é na verdade muito simples, se cada um de nós fizer a sua parte. Transformar nossos hábitos, para transformar o resultado de nossos atos.

A SUSTENTABILIDADE é a capacidade de suprir as necessidades atuais, sem prejudicar as gerações futuras.

O tripé do desenvolvimento sustentável é:

  • Social – Trata-se bem-estar emocional como uma fonte de riqueza.
  • Ambiental – Diz respeito a preservação e melhores práticas para lidar com o meio ambiente e a utilização dos recursos naturais, minimiza do o impacto negativo.
  • Econômico– desenvolvimento sim, mas com boas práticas socioambientais, ou seja, sem prejudicar o meio ambiente e a sociedade.

Esses pilares do desenvolvimento sustentável se subdividem:

• bem-estar psicológico;
• saúde;
• uso do tempo;
• educação;
• vitalidade comunitária;
• cultura;
• governança;
• meio ambiente;
• padrão de vida.

Segundo a ciência, a felicidade é uma condição interna, que só existe porém em coletividade.

A Assembleia geral das Nações Unidas ( a ONU) em sua resolução de julho de 2012c encoraja organizações e políticas públicas a promoverem ações de educação e entendimento sobre o impacto da Felicidade no desenvolvimento sustentável da humanidade.